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(TAÇA OU POÇO DE PRÍNCIPE) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Taça ou poço de príncipe

onde cânticos bailam

da água náufraga

 
POEMA ONZE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Harpas rota da aurora sem dedos ou rosas

vibra, clama até a morte do jamais

até as horas suspensas no agora

 
DITAME PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Dito ao mundo

o dia de meu fêmur

o sexo de meu ombro

 
NOVOS MONÓSTICOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Delícias atraem calamidades (vizinhas).

Ungindo a nenhum dogmas, ídolos de ninguém.

Socrátes metafisica enquanto grunhe Xantipa.

 
ODE DO TRÂNSITO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O declinante tempo não apressa o poema

o verso virá do espaço da página

não das ilhas ridículas dos ritmos azuis

 
EXEMPLO DE VERSO ENDECASSILÁBICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Copulava com seus príncipes Penélope

interminavelmente nua e ativa

enquanto o tolo de Ulisses se demorava

perdido dos mares do mundo no périplo.

 
COMO? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Como e por que comecei com essa poesia intragável, impública, pouco pudica, não republicana (para o BRA),

 
ARTE DE OLIVAR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Virgem morreu o azeite

óleos jazem

sob sete palmos de carne.

 
REVEILLON (2014) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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a Rimbaudelaire e Mariohélio

Como resistir

no ventre desse milênio pando

 
ATO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ergo dos dólmãs axtomas de pedra

rótulas do céu, menires aéreos, rastro de galáxias

meniscos de palavras, tíbia de verbos.

 
QUANTO RESTA DESTA NOITE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ao tempo (areia e horária argila, seixo e instante)

em que resvala o pé.

Ao pó sucessor do caos

 
QUATRO POEMAS DE FIM DE TARDE (NO RETIRO DAS ÁGUIAS) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Com lâmpada do amor alma

largos abismos ilumina.

A Deus agrada máscaras, ídolos eretos

 
ODE DE FOGO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Do pasto celeste vivem Deus e as estrelas

e da colheita de porcelana da alma os santos

(como D. Hélder Câmara e Dom Vital,

 
ANOTAÇÕES SOBRE O CAOS FINAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O Vale de Josafá amanhecia murmurante.

 
POEMA NÃO É VEICULO DE COMUNICAÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quanto maior a densidade e diversidade da forma e complexidade da substância poética condujentes a uma expressão não raro obscura,

 
HOUVE OLIVEIRAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Se ouve das oliveiras o azeite

descendo por condutos

pelo golfos e esôfagos

 
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