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COMO? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Como e por que comecei com essa poesia intragável, impública, pouco pudica, não republicana (para o BRA), inconsequente,

 

 
APORIAS (provocações) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A arte poética visa à expressão. Exprime o pensamento. Não é – nem o poderia ser – expressão de (ou do) sentimento.

 
REMODERNIDADE POÉTICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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MANIFESTO PRIMEIRO

O movimento POESIA ABSOLUTA integra desintegradamente todos os outros do século XX.

 
V OU POEMA 99 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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V. não é poeta, falo de V., o de único-conto que morreu ontem

e de seu oco-cântico, do seu canto estreito via

pela qual lhe lançou o mundo bastas ilusões perdidas

 
CONTRANAVEGAÇÃO DE CABO A RABO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A burrice imaginal estanca a poesia.

Sempre perto dos sentidos, longe da poesia.

Não faço pose de incompreendido

 
MEDITAÇÕES OCEÂNICAS DE VCA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Meio-dia de água. Tarde de pedra.

A cada declive do mar melhor se afoga.

VCA empresa de desconstrução

 
POEMA: VONTADE OU DESTINO DA PALAVRA? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Não me fale da vontade da palavra.

Ela vale tudo o que não seja mesmo nada.

Absoluto, é poema destituído de nervos

 
NOVES POEMAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Até quando, ninguém me quer?

Hasta quando me quererão.

Cacho triste e côncava sombra

 
POEMA NÃO É VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quanto maior a densidade e diversidade da forma e complexidade da substância poética condizentes a uma expressão não raro obscura,

 
FACEOUTDOORS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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NÃO SOMO MOVIMENTO DE SALÃO

MOVIDO A BOMBOM VERBAL

NEM SIMPLES ENGRENAGEM

 
POR QUE NÃO SOU POETA? OU UM GESTO ANTE DA GESTAÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Não sou poeta por quê? Por ser.

Não sou poeta porque não quero o ser

tal o qual não sou poeta por principio.

 
RESISTA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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“Eu anotava silêncios (passeando pelo acaso).

Noites e sensações cinzentas, fixava (no ocaso).

 
HECATOMBES MARINHEIRAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Humanidade extraída da dor

que humanitários conspurcam.

Energias telúricas ociosas

 
POEMA: AÇÃO NEUROVERBAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sabia do defeito original do poeta ao versejar descrevendo coisas, objetos, sensações e sentimentos.

 
RUMOR DE PALAVRA: METÁFORA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A metáfora busca a alteridade do signo.

A decuplicar o significado.

Tem a metáfora intenção de fraudar a palavra.

 
QUASE SONETO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Um cão abunda no mundo só

entre aparas e arestas de lixo

enquanto jorra alto odor de calmo licor

 
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