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DITAME PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Dito ao mundo

o dia de meu fêmur

o sexo de meu ombro

 
QUANTO RESTA DESTA NOITE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ao tempo (areia e horária argila, seixo e instante)

em que resvala o pé.

Ao pó sucessor do caos

 
QUATRO POEMAS DE FIM DE TARDE (NO RETIRO DAS ÁGUIAS) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Com lâmpada do amor alma

largos abismos ilumina.

A Deus agrada máscaras, ídolos eretos

 
ODE DE FOGO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Do pasto celeste vivem Deus e as estrelas

e da colheita de porcelana da alma os santos

(como D. Hélder Câmara e Dom Vital,

 
ANOTAÇÕES SOBRE O CAOS FINAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O Vale de Josafá amanhecia murmurante.

 
POEMA NÃO É VEICULO DE COMUNICAÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quanto maior a densidade e diversidade da forma e complexidade da substância poética condujentes a uma expressão não raro obscura,

 
HOUVE OLIVEIRAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Se ouve das oliveiras o azeite

descendo por condutos

pelo golfos e esôfagos

 
ESTUDOS DE TIGRE (CAÇA) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Insígne, rápido, de malícia e cálculo

bala e gato, tigre lança seu hálito

feroz destreza arma, engatilha

 
ENQUANTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Do umbral da sombra tímido

luz da algema oscila

ao longo dos cubos do sangue

 
NOVOS MONÓSTICOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Delícias atraem calamidades (vizinhas).

Ungindo a nenhum dogmas, ídolos de ninguém.

Socrátes metafisica enquanto grunhe Xantipa.

 
ODE DO TRÂNSITO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O declinante tempo não apressa o poema

o verso virá do espaço da página

não das ilhas ridículas dos ritmos azuis

 
EXEMPLO DE VERSO ENDECASSILÁBICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Copulava com seus príncipes Penélope

interminavelmente nua e ativa

enquanto o tolo de Ulisses se demorava

perdido dos mares do mundo no périplo.

 
COMO? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Como e por que comecei com essa poesia intragável, impública, pouco pudica, não republicana (para o BRA),

 
ARTE DE OLIVAR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Virgem morreu o azeite

óleos jazem

sob sete palmos de carne.

 
CONHECER PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Da manhã nascente te conheci

estavas nua como o ínicio

eras minha como a alma

 
MEDIDA DA DESMESURA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Vivo uma alegria viva

meu coração transborda de muros

o amor morreu mas volta a dor

 
DAS VEIAS DE SIÃO E BABILÔNIA UIVA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Que corre no grande rio estranho

senão caudalosas lágrimas (ou crocodilo louco)

hoste de sal que assalte salmos, urros de sáurio ou paurido

 
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