Murilo Gun

Quem está online

Temos 26 visitantes em linha

Enquete

O que você achou do nosso site ?
 

Assista

Parceiros

Admmauro Gomes

Siga-nos



PoesiAbsoluta
ÚLTIMO FÔLEGO AZUL (E VITAL) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

(da série aporias coloridas)

Do feito de orvalho e coração

é como se apresenta o campo

 
POESIA: QUALIDADES ESSENCIAIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Contribuição à questão (sua dirimição, em última instância) essencial que avassala o debate poético – mas não submete críticos insubmissos), no que concerne a:

 
A LEITOR HIPÓCRITO (OS MEUS – VCA) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Caminho na praia noturna de Boa Viagem

(há 50 anos, a 17 metros, inexatos

da Biblioteca Borges – vizinha ao

 
MEDITAÇÃO ÁVIDA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Sucatas iluminam uma vida inteira

além dos vestíbulos do empório

(embora essa luz residual, mecânica, áspera, acidificada

 
DOBRA DO TEMPO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

À luz hermética do verbo vivo.

A loucura do poeta está na palavra.

Nas palavras que criam o tempo.

 
HORA AGORA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O último instante é apenas o início de outro tempo

a incisão que abre a veia de Crones e  o fluxo

dessa substância infinita e sucessiva como o amor

 
MONÓSTICO POEMODERNOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Memória, só do coração.

Presente é o que passa.

A prata do tempo é fraca

 
7 POEMAS AZUIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Sobre teu torso altivo lancei silenciosos sêmens

e as moedas dos mamilos bebi com os dedos.

Vômito lancei no silêncio nu.

 
A POESIA CURA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

 

Poema Absoluto é simples, pois não se precisa entende-lo (o que para muito leitor é o céu na terra, ou melhor, na página).
 
VISAGE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O abade vê o longe

e acha parecido com Deus

(ou algum conde decadente)

 
ZELO PESADELO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Antes de adormecer no Retiro

Costumo costurar sonhos

remendo suas vestes turvas

 
NOTAS ALGO LÍRICAS (OU SORTE DE MEDITAÇÃO) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Só vivo quando não escrevo.

A nudez dos dedos é adorno para seios nus.

Quando mais eretos, mais suaves seios.

 
POEMA QUASE LIBERTINO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A ascese é uma mulher.

fêmer indesfeita. Sei-o

seios firmes, aptos, invencíveis, socrático

 
POEMA POR VIR VINDO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O tempo, que é impiedoso, mesmo cruel, além de irrepetível e irrecusável, laterário, como qualquer outro passa... e no Brasil não se percebe.

 
POEMAS (2015) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Foste subindo toda prata

como sepentina alvorada

por sendas de ouro e espadas

 
MAIS MONÓSTICOS ÉBRIOS DE MAIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

à severa relojoaria do absoluto poema.

O poema pátio da casa funerária era turvo.

À pele escarpada da água.

 
LAVOR DE JOELHEIRO VERBAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A poesia exige frases lapidadares (lavor de de joalheiro verbal ou economia de lápide). O verso não deve faltar ou sobrar.

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Seguinte > Final >>

Pág. 8 de 73

INFORMA DIGITAL

Revista Urubu

Singular

Papel Jornal

Jornal O Monitor

Textos Agrestes