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PoesiAbsoluta
ONDE QUANDO COMO PORQUÊ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Onde o verde das distâncias invencidas?

E o azul longevo dos longes de mim?

 
DO NOVO LIVRO A SORRELFA OU SOMBRA DE DÚVIDAS DE VCA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sonhei um rio esquecido

de margens réprobas

atravessado de talvezes

 
PAIAPRENDIZ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Aprendo muito com Murilo, quando estou em Barueri – na casa studio dele.

 
NOVOS TEMPOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Chegaram tempos de desesperança e gozos vastos

e da comovedora prosperidade dos pastores

a expensas de Deus coitado, o deus dinheiro

 
NÃO MATAR... disse Deus. PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Com base em fragmentos de um texto de 1915, procedo à reconstituição criativa abaixo.

“Como mandante, Deus comanda... mas nós, mandatários, quais políticos modernos, não temos obrigação pessoal de cumprir mandado de Deus...!

 
DOIS POEMAS E UMA ODE À LINGERIE DE JÚLIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Soldas da gramática dissolvo

como a ouro velho ácido férreo.

Ou à pureza do cetim orvalho rebelde.

 
FANTASIA DO ENTARDECER PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Que toda a náusea

e todo o repouso

dos olhos morram

 
(A) REALIDADE (É BRASILEIRA) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Até que os ossos nus falem

e escórias é sábia

e a morte rural.

 
MEMÓRIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Chiados arrastando fantasmas

pelos assoalhos intranquilos da velha casa

contemplando o orvalho do abismo os olhos da sala

 
03/10/2017 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrevi ontem um poema alcoviteiro.

Estava em desuso e a barba parecia duas navalhas cegas.

Estava me discriminando muito e me acotovelei

 
BÁRBAROS VIRTUAIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Hoje os bárbaros destroçam a sala de jantar

mas cremam poesias, não poetas... ufa!

A poetas não incineram, castram, emasculam

 
HORDAS DO FIM PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Celestes hordas trovejam

sobre coisas subliminares.

Crateras servem veneno doce da palavra.

 
ORGASMOS VERBAIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Procure no poema sentidos cutâneos

(que encontrarás, sob as unhas do verbo).

Ou orvalho de aço surdo encontrarás.

 
GREDA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O segredo degrada

o degredo sangra

de greda é feita a anágua

 
LÓCUS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sempre morei em Boa Viagem
Desde 1960, invenção de meu pai, Cláudio Corrêa de Araújo, que comprou um quitinete na Navegantes, onde passei a morar só, depois com meus irmãos.

 
5 POEMAS DE OUTUBRO/2015 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A cinza oblíqua do amor posto

entregue na primeira rua do rosto.

 

 
CENA ÍGNEA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A zarabatana azulada do relâmpago

atraiçoa céu rompendo rombula tenda

rasga véus de nuvens, dorsos de vento costura

 
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