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PoesiAbsoluta
PESADELO LÍRICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Pesadelo lírico, trêmulos sonhos adverbiais

demoníacas dionisíacas nada espartanas

visões de verbos delirando na clínica da página

 
O QUE É POESIA, SEM AFINAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Poesia é a introdução da palavra na causa escuras

o objeto como meio do fim iniciado

do fim apenas começando o intervalo branco

 
AMO SEIO (AMAR-SÁ-LOS) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

VCA

CEIAR NO SEIO, SEGUNDO OSMAN SEGUNDO

 
IRREFLETINDO MUITO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Tudo tem duas verdades. É uma questão dialética.

 
DO LIVRO ERMO E SÚBITO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A uretra do objeto era álvara, embora indecisa... e a verdade escura ainda como o coração da pedra ou o grito sonâmbulo apenas azul do enorme rumo que se abriu de

 
AO AMPLO E AO IMERSO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Tudo o que haja

de imerso, excessivo, minucioso

no verso desponte

 
O SILÊNCIO DO CLAUSTRO É BRANCO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Embora inacabada a brancura dos claustros

extasia o ser e afasta e penúria de si.

Alto ou baixo o sol se atira sobre o vasto

 
DA MORTE DO NOME PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Das vagas do incógnito, de inúteis nadas

de cifras vazias e teoremas esquálidos

de álgebras destroçadas do abdome do exato

 
ESCREVER É PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Escrever é afirmar a solidão, é

reencontrá-la na página

e bebê-la em golpes de lauda

 
DA UTILIDADE POÉTICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Por que um poema nos dá prazer, nos proporciona êxtase e viagem, embora destituído de mínima utilidade?

 
NÃO HÁ PORQUE SER MAIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A duração da ânsia estrangula ervas.

Todo interior é puro como cobras.

A eternidade é uma mulher infinita

 
TEATRO ALQUÍMICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A cena do atanor filosófico, em conjunção explícita com a metafísica do fogo e do uivo, ante toda a glória da água plena,

 
ELEGÂNCIA DE ESCÂNDALO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ela tinha um sexo aguçado

e o caráter doce como riso

ela assoberbava manhãs

 
ARTE DA FUGA OU DEUS FAZ-SE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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De que sopro, de que FIAT Deus faz-se?

de fragmentos do fogo veio o homem.

Cavalos frios atropelam o inverno.

 
HOT HOME PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A experiência do poeta é absoluta impotência pessoal, é pura desidentidadização... e intranquilizadora.

 
QUE É A VERDADE AFINAL? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A verdade é o que fazem

esféricos elétrons girando

à velocidade quase da velha luz

 
NOTAS (S) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O poema é um objeto (não é sujeito) de palavras nada físico ou fisiológico, construído pela imaginação...

 
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