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PoesiAbsoluta
POEMAS (2015) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Foste subindo toda prata

como sepentina alvorada

por sendas de ouro e espadas

 
7 POEMAS AZUIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sobre teu torso altivo lancei silenciosos sêmens

e as moedas dos mamilos bebi com os dedos.

Vômito lancei no silêncio nu.

 
A POESIA CURA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Poema Absoluto é simples, pois não se precisa entende-lo (o que para muito leitor é o céu na terra, ou melhor, na página).
 
LÓGICA FANTÁSTICA (CRÔNICA) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Jamais esquecerão minhas retinas fatigadas

do quando encontrei na rua nova

(indo eu em direção da ponte da Boa Vista

 
POESIA: MULHER INTERIOR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Creio que a poesia é o melhor meio de você confessar-se a si mesmo perante os outros.

 
NADA MAIS OU MENOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Tenho por hábito bem arraigado imaginar algo (sem dentes até) bem real que não aconteceu ainda e buscar o equivalente verbal disso.

 
LEGADO (3) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O ânimo de não ser ou de não ter sido

sempre eu faz jorrar festas de mim

dá-me um nômade impulso de ir

 
ENCONTRE-SE CONSIGO MESMO I PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Marque um encontro consigo mesmo. Isso pode soar estranho, mas é possível e adequado à era inquieta em que vivemos.

 
DÍSTICOS EXATOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Calcanhares de cadáveres são frágeis

como os de tolo Aquiles.

Como são ágeis e furiosas as sombras

 
MAIS MONÓSTICOS ÉBRIOS DE MAIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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à severa relojoaria do absoluto poema.

O poema pátio da casa funerária era turvo.

À pele escarpada da água.

 
LAVOR DE JOELHEIRO VERBAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A poesia exige frases lapidadares (lavor de de joalheiro verbal ou economia de lápide). O verso não deve faltar ou sobrar.

 
EGO VITAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Meu ego vital nunca poetou. Ele é um idiota egocêntrico e incompetente de nascença.

 
CRÔNICA LÍRICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quando escrevo sinto delírios de abelhas.

Estou numa praça rasa de Recife. Vejo cães.

Alinhados perambulando (a coleira em riste

 
ESCREVO POR QUÊ? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrevo para quem? Não é para mim, pois detesto ler-me, desprezo o que escrevo, em poesia.

 
AS PRIMEIRAS CONSEQUÊNCIAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Cláudio Veras

A poesia de Vital Corrêa de Araújo (VCA) é alógica, como um todo. O alogicismo é soberano.

 
INVENTÁRIO VERBAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Este livro chama-se Inventário de prosa (se tem um ou dois poemas são prosacos).

 
O POEMA DECLINA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O poema declina

de toda responsabilidade

com leitor casto, inocente, imediato

 
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