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PoesiAbsoluta
VI PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Vi éguas galopando em vinhas de sangue

atropelando brisas ébrias

e mares copulando com lampejos

 
O GÁS DAS CELEBRAÇÕES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Subjugar o demônio, perder o melhor da vida.

Pó atônito, não acredito ser você.

A imensa parcimônia é o erro.

 
EURYALO DIXIT PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O inteligente filósofo e crítico (que Deus o teve) Euryalo Cannabrava (com quem sonhei degustar cana maneira)

 
A MUDANÇA É NOCIVA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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No poema, as palavras não são separadas das coisas, não substituem ou representam. O poema apenas apresenta pela primeira vez palavra ao mundo.

 
POR QUÊ ESCREVO POEMAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Faço poemas porque acredito em Deus

sei que Ele é inacessível

como o rosto da minha poesia

 
DOS OLHOS ABORTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Lastro espúrio, estalão desmoronando

como areia desenraizada

tolo ouro olho da quilha avara

 
DEUS NÃO QUER PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Primeira lição de botânica oceânica:

diatomáceas da lagoa. Algas algumas.

Que augusto anjo colha.

 
O RIO LENTO E VORAZ DO TEMPO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A água ou não horária (o rio ou não cavalo)

solta-la para que não assolo a aura

(de lento), a sala intemporal da alma

 
SITUAÇÃO HIC ET NUNC PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Todo o profundo e faminto oeste

a engolir a luz.

Tudo o que fezes não faças, farás.

 
DESROMANTIZAÇÃO DA POESIA CRESCENTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Uma das gestões para separar o joio do trigo absoluto da poesia consiste em medir o grau de desromantização aferido,

 
POEMA FRENTE E VERSO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Do limiar de pássaro projeto

meu vou ao Averno

minha lídima vinda do rosto acordo

 
INVESTIGAÇÕES LÍRICAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Porque nominei de absoluta a nova poesia neoposmoderna – e por efeito os seguidores dela seriam poetas absolutos

 
SOBRE POESIA E DEUS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Poesia, límpida fonte de desespero

modo de disfarçar a alegria, cobrí-la

de gestos cegos, sumos cavos, uivos servos

 
PURGATÓRIO É BRANCO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Todo purgatório não é branco.

É mentira. Almas só são ímpias.

Fontes são polutas. Cemitérios operosos abutres.

 
POEMA ÀS VEZES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Às minhas concupiscências todas, dedico.

É apropriado que faleçamos quando

despenca uma vertigem e a alma embote.

 
À UNÇÃO DO SONO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Toda a maníaca claridade

luz louca inesgotável.

O segredo das dobras do céu.

 
MENASSÉS CULTIVA A CÓLERA ENTRE OUTRAS ERVAS DANINHAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Menassés (fruto de Ezequias e Hefzabá)

era ímpio, vil irmão do ouro, primo da vesânia.

Idólatras altares bem alto ergueu

 
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