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PoesiAbsoluta
PERCURSO DO VERÃO NO ROSTO E A MORTE DO CORAÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Verão perambula no corpo

sepulturas cercam o coração.

Peregrina lágrima ao olho consola

 
QUASE SONETO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Um cão abunda no mundo só

entre aparas e arestas de lixo

enquanto jorra alto odor de calmo licor

 
RUMOR DE PALAVRA: METÁFORA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A metáfora busca a alteridade do signo.

A decuplicar o significado.

Tem a metáfora intenção de fraudar a palavra.

 
MEDITAÇÕES OCEÂNICAS DE VCA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Meio-dia de água. Tarde de pedra.

A cada declive do mar melhor se afoga.

VCA empresa de desconstrução

 
CONTRANAVEGAÇÃO DE CABO A RABO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A burrice imaginal estanca a poesia.

Sempre perto dos sentidos, longe da poesia.

Não faço pose de incompreendido

 
V OU POEMA 99 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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V. não é poeta, falo de V., o de único-conto que morreu ontem

e de seu oco-cântico, do seu canto estreito via

pela qual lhe lançou o mundo bastas ilusões perdidas

 
FACEOUTDOORS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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NÃO SOMO MOVIMENTO DE SALÃO

MOVIDO A BOMBOM VERBAL

NEM SIMPLES ENGRENAGEM

 
PÉRIPLO ANIMAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Aquele vale fértil cimitarra de terras lavradas

agricolizadas e úmidas cortando o desalento

do desolado sertão

 
VERTIGEM DO ABSOLUTO (3) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O modo emocional de ver o absoluto

veio do sono aflorando dos olhos vagos

ouro sonâmbulo pendurado da pálpebra

 
CREIO QUE A POESIA SALVA A ALMA DO ROMANCE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Creio no nada que salva.

Ou na salvação do nada.

Ná laia e na parafernália

 
22 DÍSTICOS VITAIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Das aljavas zens saem setas

armadas de lentos lilases.

Das ogivas vãs potes saltam

 
NOVES POEMAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Até quando, ninguém me quer?

Hasta quando me quererão.

Cacho triste e côncava sombra

 
POEMA: VONTADE OU DESTINO DA PALAVRA? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Não me fale da vontade da palavra.

Ela vale tudo o que não seja mesmo nada.

Absoluto, é poema destituído de nervos

 
HECATOMBES MARINHEIRAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Humanidade extraída da dor

que humanitários conspurcam.

Energias telúricas ociosas

 
RESISTA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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“Eu anotava silêncios (passeando pelo acaso).

Noites e sensações cinzentas, fixava (no ocaso).

 
POR QUE NÃO SOU POETA? OU UM GESTO ANTE DA GESTAÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Não sou poeta por quê? Por ser.

Não sou poeta porque não quero o ser

tal o qual não sou poeta por principio.

 
POESIA ABSOLUTA (DESARGUMENTOS) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Poesia é expressão de imagens objetiva. E não produção de sentidos (íntimos, púbicos, pessoais, públicos, gerais).

 
RESPONDA INTRIGANTE LEITORA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Que véu não ilude

ou fonte nunca seca

que barro amolda

 
ESTRIBILHO BRILHO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Se o brilho do abismo te atraia

leitora implícita e cúmplice

não decepciones esse irmão

 
SE... SÓ OU PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Impenitências soam solidamente

como cubos de sonante mental mau...

penitentes suam.

 
SUBLIME PESADELO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Pesadelos sublimes da palavra

ruptura e menoscabo.

Ruptura dos nexos da gramática

 
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