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Escrito por Administrator   
Quarta, 11 Julho 2018 23:08

Harpas rota da aurora sem dedos ou rosas

vibra, clama até a morte do jamais

até as horas suspensas no agora

até que reinem

o pasmo do pântano

o ilustre do sono

a sonha apocopaica

ou o sábado paranomásico

(e o domingo metafísico).

 

Até que a morte fuga

para as dunas da alegria

para nichos onde

ferro não se anuncie

e ânimo não se exile

 

(para o interior da veia onde vague

lua de albumina).

 

Para onde dardo de sol se suspenda

tonel da luz se despeje

e fuzila a ágata.

 

 

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