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Escrito por Administrator   
Terça, 25 Setembro 2018 23:04

Dobrou o cabo do desespero

(esse nauta sem sentido ou norte)

esperou trovões vãos

ao vazio de si VCA se transmudou

indolente e fartamente.

Perfurou o arco-íris da lauda

(em busca de alguma palha ou agulha

não de rima, mas de poema).

À cata do sentido, VCA

vergou o iodo do delírio

(o lírio da palavra

o lodo da vida).

Mar dos teus olhos sorvo

das suas águas imerjo em mim

oceanos de alegrias intensa e obscena

me corroem, corrompem, libertam

me alumia volúpia de ter-se

para ser-me.

Dentro da sombra nu sou. Claridade curva.

Anêmona bela achei no mar da fala úmida da poesia.

E na vida do poema aprendi:

pode-se ultrapassar a liberdade.

O verbo é ser. Poesia, réstia do futuro.

 

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