DÉCIMO POEMA Versão para impressão
Escrito por Administrator   

Luz é raiz... e âncora de matiz quântico.

Cultivo um jardim de raiva no escuro.

Só à república de triângulos resisto.

Já preparo: O DISCURSO DO MAR.

 

Ver o verme a olhar o sabor do cadáver.

 

O céu emudeceu... e luz vagarosa cerra o Brasil.

 

Atropelo a beleza, mas não desisto da poesia.

 

Cada dia é mais obliquo e menos curvo.

 

Algarismo de cobre elaboro (na poesia).

 

O ignoto é meu rumo.