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PoesiAbsoluta
DAMOR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Te amo como se aves fossem nuvens

ou céu intenso pássaro inapreensível

e o horizonte poleiro de luas emplumadas

 
Einstein dixit: PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Um peido de borboleta em Singapura

causa dois terremotos em Lisboa.

 
TD PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Faço poemas pro domo, nunca pro forma.

Não sei rima, métrica é meu inferno.

Ritmo, meu suplício.

 
CONFISSÕES NUAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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ao pather Ether

Em minha poesia, o quid é o poema.

Nela digo: pif paf fiat.

 
4 POEMAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A poesia é a descoberta da condição humana

em sua essência que a dor subleva.

Noite elementar da palavra.

 
TEXTO DE 28.04.2016 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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São três da manhã, desde as uma procuro o sono (até debaixo da cama), acho que ele se escondeu na pálpebra vital. Então... o que fazer?...

 
AZUL VOZ DE GAIVOTA VOZ AZUL DE GAIVOTA GAIVOTA DE VOZ AZUL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ao meu filho MURILO GUN

 

Lembro o tato, a consistência áspera e úmida, torta

de estrelas coaguladas (feitio de teu olhar antigo)

grelha de abismo ou velhos marinheiros congelados

 
APELO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Não me entendam, por favor.

Se não me entedio.

 
DESASTRE GRÁFICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A edição princeps de minha obra incompleta

não saiu do prelo, ficou presa, imprensada

na moenda tinta. Prelos se desentenderam

 
PALAVRA INDIZÍVEL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Pausa de cetáceos

silêncio que se autoproclama flauta

de onde advém pássaros.

 
NÃO SEMPRE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Não quero sombra nem domo

nem os gânglios dos centuriões romanos

busco íngreme aprumo

 
CONSIDERAÇÕES ABSOLUTAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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ao farmacêutico Derrida

 

Para o poeta, desde Rimbaud, Valéry, Pound, Perse, Octavio Paz, Guillén (Jorge) etc, poema é inexplicável,

 
ERA UM QUARTO EM LISBOA AINDA EM NOVEMBRO E CHOVIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Acordei quando o quarto anjo vomitou

em meu rosto esquerdo exalando

biles apocalíptica em meu tétrico leito

 
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