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PoesiAbsoluta
(À primeira leitora dessa manhã feia de agosto) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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De quando vieram as quimeras?

E os surdos decretos da ilusão donde brotaram

e quem levianamente os promulgou?

 
SOB CHUVA DE JANEIRO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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De invisíveis dons prover a mão

que a pena envergue o mundo

(alveje escuro coração

 
SIGNOS CEGOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sobre alicerces de ossos ergueram-se

palácios eslavos, edifícios de dor

solúveis topázios extraíram do enxofre seiva de pedra

abismos humanos edificaram-se enquanto signos

 
POEMAS IN PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Prece açoita orelha

boca acoita reza.

Noite não tem sentido

macula a voz com jorros

 
A REALIDADE É A MORTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O ouro tornou-se noturno e doloroso

já escasseia sono nos olhos insano

enquanto a solidão se apura

 
A ETERNIDADE É INÚTIL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Gemido de estrela, o big bang da terra,

ecoa sobre uma mesa

a mesa da solidão dos sem-terra.

Canto de que promane o tanka

 
LUZ CARDEAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Luz do leste

néctar errante

lenta épura

leve e celeste

 
DESTINO DA PALAVRA POÉTICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A palavra quer viver

sempre livre (em puro mênstruo de ser fruto divino)

fora dos dicionários, presa dos sentidos claros

dentro do poema, solta, alvo da metáfora

 
7 POEMAS CURTOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A corça e sua sombra

de ágata branca.

Imenso vômito

de claridade embebe

 
CÍTARA ÁRTICA OU ELEUSINA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Cítara abstrata

empilha pedras

óbices arranja

acorda o caos

 
EIS O TEMPO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Este é o poema visceral e inteiro

das prédicas mui transitivas

e do gosto ornamental, a terna veste

 
O QUE ESTÁS LENDO COMO LÊS QUANDO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Um livro chamado de poesia não é um livro (a não ser que não seja de poesia, embora colete poemas). Se algum leitor o considera livro... e de poemas é que este sucumbiu a uma ordem falsa... e não tem mais salvação literária.

 
MÚSICA SELVAGEM PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Baías se afogam no próprio estranho nitrato

musgo se engasgam com feldspatos

bombas bebem sais abstratos

perfumes endeusam átrio de narinas

 
DO QUE VIRÁ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Do coração agreste das estrelas vem cor cósmica

eco cristalino da luz se esgueira

vem a sílaba da última ladainha

(uivo devoto que aviva a alma)

 
ODE À LUA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Lua fria, ctônica, campestre

de pedra interplanetária, irmã esma

lasca de terra, seixo que rola, rocha flutuante

barro redondo que me roía a alma (levante do desejo)

 
ADENDO AO POEMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(ou o que quer o poeta)

O poeta quer decepar a foice, ser

Orfeu novo, ter mão de deus que guie a pena

ao alvo divo do verbo, que lide com mênades de pedra

 
DOIS SULCOS DA LIRA ÁULICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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1

Néctar atento

árduo sumo

audaz matiz

 
2 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Já luz prolixo ocaso

dorme o páramo montanhoso sono

pesadelo do prado para

maçãs já sonham

 
DEVIR DE SENTIDO (DEVÉM DO SIGNIFICADO) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O que a poesia produz é um certo estranhamento do leitor em relação ao conteúdo esquisito do poema, que não se entrega, não é assimilado apenas pelo hábito poético, calcado em convenções facilitadoras do entendimento. Fundado no imediatismo feroz.

 
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