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PoesiAbsoluta
QUATRO POEMAS SOBRE POEMAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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poemas sulcos escavados na veia da alma

do coração do grão a messe rebentada

vozes entreabertas como as coxas do céu

 
POEMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Cristal irredutível

a um grito de luz

a um átomo do espírito

 
INSPIRAÇÃO POÉTICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A inspiração é uma força física

(algo que move a pena – não a alma

como a gravidade ao mundo)

 
EDUCAÇÃO PELA PALAVRA POEMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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“Poesia é fundação pela palavra e na palavra.

(O verbo em ação na página e na alma).

E que é que funda a poesia? O que perdura.

 
CINCO CONCISAS VERDADES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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1. A poesia exacerba extremos.

Repousa o firme cadáver

sobre a sombra da árvore

 
SE - (poema contrakiplings) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Se a engrenagem branca é o que perdura

(e nos ocos e mecânicos altares ora)

e gangrena a alma, engrene o negócio

 
MEDITAÇÃO DE PEDRA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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a Saint-John Perse

das cinzas do triunfo eu me lembro

(e do crematório dos feitos e das vezes)

 
(D)O SILÊNCIO COMO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O silêncio (se) consome

como grito ou sombra

gasta o gesto

 
CONFISSÃO ALTERIDIDÁTICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sinto-me causado por elementos sem corpo, ar

de que o devoto e sôfrego fogo necessitar

para fender a pedra chama líquida

 
DELTA DE DÍSTICOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Debate de sol e treva

baile de sombras a pino.

Peleja de sal e óxido

certeza química da vida.

 
DOIS POEMAS SEM DESTINO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Duendes não tem sono (e sentido)

nem navalhas nos olhos

ou lume na clavícula sonâmbula

 
DA CRIAÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Lições de asas, cinzas de ervas

vazios exatos, rostos reconstituídos

com a matéria das últimas máscaras

 
D'ÁGUA DIGO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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“O cervo é um vento escuro”

Água estagnada

goteja para o nada

 
BUSCA ÍMPIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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eu que busco nas inóspitas tardes do corpo

nas tendas onde dormem sábados e almas tombam

as cinzas de Deus

 
A PALAVRA FRAGMENTADA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A cítara crepita

emudece o cisne

incrementa o touro

 
PIEDADE BOVINA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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a Gerardo de Mello Mourão

Do acre umbral do matadouro (de olores escuros, pútridos)

ossos condecoram visitantes

 
DIAS DE CHUMBO E IRA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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À plúmbea tristeza

ao tempo que eles mataram

ao túmulo da utopia

 
CONFISSÃO IMEDIDA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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À hora que incinera cinzas

(e devora o pó)

Atravessa-me o nu

 
LABORATÓRIO DO POEMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Pausas amadurecem

reses se imbricam em córneas e pastos

fezes se solidificam ao acaso úmido

urtigas começam a afiar a coceira

 
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