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PoesiAbsoluta
TRÊS POEMAS DE IR E VIR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Chegar a mim é teu destino, palavra

chegar a mim mesmo, pasto faminto de Deus, tocar-me

como entra num porto nu nau errante

e se impregna do limo adormecido das pedras dos cais

 
DECIBÉIS DE ROSAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Voz de mirra ergue-se além dos endoendros e da canela

um violino lambe madressilvas árduas

mirtos abraçam oboés

 
ONTEM MORRI PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Morri ontem. Ao raiar do (odiado) dia.

A manhã ainda sem pássaro dentro. Vazia.

Sol apenas anunciado por nesgas de luz

 
LASCIVO PLATÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sob árvores veneráveis

freixos, cedros, tílias, álamos

Horácio viu rejuvenescidas

 
CINCO POEMAS EM PROSA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Venenosos incensos esparges na pele e olhos da alma

de Lídia, colhes síncopes, hematomas íntimos intentas

e com mosaico de uivos constróis inteiros

 
SACROS CÃES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Cães do púlpito gotejam prédica e saliva, em mistura mínima

à procissão gótica de seus instintos se devotam

pantanosos cães da imobilidade crua adoecem

 
DOIS POEMAS REAIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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1

Cinzas já estão mortas.

A fênix já não mais importa.

 
DIATRIBE (VELHO LIVRO) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Núcleos de hélio quebrando-se

como bancos americanos

as fianças do céu atômico em fúria fiscal.

 
SEDE DO SOL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sol enlouque terra

brilhos, fulgores, cânceres aponta.

Aridez ostenta sal

 
LENTA ETERNIDADE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Essa lenta e íntima eternidade me exaspera, me deleita trânsito das coisas

passageiras, superficial transitoriedade do supérfluo,

do meramente epidérmico, me

 
BUSCA POÉTICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Se a busca da poesia absoluta é para integrar leitor à irrealidade, isto é, afastá-lo do imediato real ordinário, falso, aparente, imutável, ela é, no entanto, extrema extremamente afável com o futuro da palavra. Se a impermanência – e não o trânsito – é angular ao poema absoluto, é que se crê que o que permanece apodrece.

O sentido da existência é uma utopia ainda. Porque tal existência humana é primária, imperfeita, defeituosa... e como tal não pode ter sentido. É um precipício sem

 
MORTE MINERAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Pertenço ao sal, sou a alma do barro

ossos, ombros, fêmures e espírito

doarei à terra quando

 
(Confessional) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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As cores estéreis da morte vieiram

de frias bandejas jorraram

abrigaram-se em lages

 
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