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ROTAS ROTAS DA ALMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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ROTAS ROTAS DA ALMA

DA ALMA ROTAS ROTAS

(SONETO NEOPLATÔNICO)

são rotas arruinadas

 

Eis que búzios de setembro

surdos gumes vão exibindo ao vento

e lentos cardumes de outubro frêmitos

 
A MORTE DO AMOR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A ânsia do barro da vida avança

sobre rosto arroga sua substância:

de medo e certeza mescla

 
MÁCULA ACUMULO E COMO MICULA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Rima vomito em cada esquina do verso

nefelibato entre cirros e estratos

a cada nimbo abstrato lanço verso alísio

 
IRREFLETINDO MUITO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Tudo tem duas verdades. É uma questão dialética.

Da verdade aparente e da nada aparente, vem a verdade real. Qual? A aparência é tudo, Chanel dixit.

Só a poesia absoluta não tem aparência, pois nem com poesia parece.

 
DAMOR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Te amo como se aves fossem nuvens

ou céu intenso pássaro inapreensível

e o horizonte poleiro de luas emplumadas

 
APELO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Não me entendam, por favor.

Se não me entedio.

 
DESASTRE GRÁFICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A edição princeps de minha obra incompleta

não saiu do prelo, ficou presa, imprensada

na moenda tinta. Prelos se desentenderam

 
OUTRO POEMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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De que é feito o esquecimento?

Que matéria escura ou átomo de desmemória

o contém?

 
V DE VAZIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O vazio é insaciável.

 

Escórias quietas amam destroços.

 

Credo é de greda.

 
COTIDIANUS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Naves ruem no mar revolto

ratos roem o rimar do porto

abandonando devassos conveses

às vezes saltam da proa alta

antes que as amantes

 
Einstein dixit: PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Um peido de borboleta em Singapura

causa dois terremotos em Lisboa.

 
TD PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Faço poemas pro domo, nunca pro forma.

Não sei rima, métrica é meu inferno.

Ritmo, meu suplício.

 
CONFISSÕES NUAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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ao pather Ether

Em minha poesia, o quid é o poema.

Nela digo: pif paf fiat.

 
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