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SEIS POEMAS OUT/2015 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ácrono, poema vive extenso e livre.

Onde se esconda a luz, em celas, ondas

círculo de partículas muros de lumes

 
LÂMINA OU LABAREDA DE ÉREBO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Fazei de mim noite para que tochas uivem

à sombra dos óbolos úmidos de velhas salivas

e o ofício dos incêndios surja como frágua

 
ÉBRIO FOGO IBERO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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ÉBRIO FOGO IBERO

IBERO FOGO ÉBRIO

FOGO IBERO ÉBRIO

 

Chama ébria dos revérberos

calmas pupilas ofuscava

avivada pela memória de fósforos iberos

 
ROSTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Rosto labirinto antigo e caudaloso

que se repete sempre indiferente e novo

(porque vário, áspero, insofismável)

 
POEMA EDIFICANTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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“Meu poema é qualquer coisa

menos edificante”.

do livro Ora pra nobis scania vabis (VCA)

 

Absurdo a tua condição absurda

fora da dúvida, não há

o que ser (o que não ser há).

 
PENSAMENTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Inútil utensílio escolástico

ou arma poeta

na guerra das palavras

 
A MORTE DO AMOR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A ânsia do barro da vida avança

sobre rosto arroga sua substância:

de medo e certeza mescla

 
TRÊS POEMAS DE 2015 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Labaredas de setembro

candelabro de outubro

rosáceas de palavras

 
LENTO CÁLICE DO ROSTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Endereço dos destroços não importa

nem corrente de olhares fuzilantes

ou a métrica rastejante da Quimera

 
BEM VINDO OUTONO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Verão solitário se foi

seguias rígidas pegadas deixadas pelo inverno

abriu uma vaga no outono

 
VOZ AGÔNICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Voz agonizava na tarde ébria

bêbado verbo aguçava ares

bares armazenavam sede

 
ROTAS ROTAS DA ALMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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ROTAS ROTAS DA ALMA

DA ALMA ROTAS ROTAS

(SONETO NEOPLATÔNICO)

são rotas arruinadas

 

Eis que búzios de setembro

surdos gumes vão exibindo ao vento

e lentos cardumes de outubro frêmitos

 
OUTRO POEMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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De que é feito o esquecimento?

Que matéria escura ou átomo de desmemória

o contém?

 
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