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POESIA E (IN)COMUNICAÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Os objetos reais (mundanos, tudo o que é reificado pelo humano) não têm sentido em si. Têm uma forma material ou mental, mas, sobretudo, função (servil quase sempre), objetividade crua (e designe maduro), utilidade direta (move-os uma práxis pragmática). São meios para o progresso (sic) material (econômico-social), para sobrevivência física (individual) e como espécie (via sexo e luxúria do homem erotizado de nossa era).

 

 
2. ESTRANHEZA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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2.1. ESBARRANDO NUMA ESTRANHA POESIA

Aceitei sem rodeios a proposta do professor para analisar algumas obras de Vital Corrêa de Araújo, não imaginando quais caminhos iria adentrar. Fiz uma visita ao blog de literatura e deparei-me com um dos poemas escolhidos e postados pelo nosso anfitrião virtual e fiquei estagnado e comovido. As metáforas utilizadas com muita técnica e rigores intrigantes do autor me causaram uma estranheza. Uma linguagem bastante aguçada, abstrata, densa e apesar dos poemas serem de versos livres estamos perante uma obra clássica. Quando afirmamos que não havendo imagens não pode existir poesia, então, dá-se a entender que Vital Corrêa de Araújo é abarrotado por ela. Por que seus poemas mais parecem uma mistura de Pablo Picasso, Van Gogh e até os quadros surrealistas de Salvador Dali.

 
VISÃO DO REACIONARISMO POÉTICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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VCA

Os movimentos (mais contrários que complementares) anta, corrupira, verde-amarelismo, pau-brasil e cia enfraqueceram (e vieram para isso), estreitaram ao invés de alargar o modernismo de 1922. Desviaram. Foram como que uma sorte de manobras diversionistas triunfantes. Bem urdidas, mesmo que subconscientemente. E de desvio em desvio, de gota em gota reviveram (o inativado e anacrônico, a água passada) o rio morto (mas não enterrado) do parnasianismo. Reanimado. E sem ânimo moderno. Até hoje (2013). A “evolução” ou revivescência artificiais do velho, superado e teimoso parnasianismo decorreu de uma questão ideológica. A que tinha por fórmula deter o Brasil. Que de país do futuro virou país do passado. Rico ou não.

 
NOVO PRÉ-MODERNISMO BRASILEIRO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Não sou crítico literário felizmente. E não o sendo posso trabalhar livremente meus conceitos e preconceitos (estes em número bem maior que aqueles) sobre poética, tal como a vejo, sinto dever ser. Como são parcos os críticos e mesmo parciais em sua “parquidade”. Contaminados pelo contágio parnasiano sedutor, impregnados do vírus da forma poética externa (ou mecânica) de contagens de sílabas e eclosão artificial de rimas obrigatórias e em tais e quais exatas posições, que darão ritmo metronomal ao poema etc.

 
CONTRA O MODERNISMO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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VCA

Tacham os tais reacionários atuais Mário de Andrade, chefe do modernismo radical (ora de 1922 originou-se, brotou o único modernismo), quando na realidade Mário de Andrade foi corifeu do modernismo real, ultrajado, vilipendiado, combatido, desde o início e continuamente pelos que o não aceitavam, até enfraquecê-lo, dividi-lo e a partir da Geração 45 derrotá-lo, suprimí-lo.

 
MINIENSAIOS JULHO 2013 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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ID (DAS ES)

Vital Corrêa de Araújo

Em Alemão, id é “das es” que significa isso ou aquilo. Freud e seus seguidores observavam crítico e criteriosamente a reação de pacientes que oralizavam subitamente sintomas, atos, reações, e explicavam: “aquilo foi mais forte do que eu “ou” isso me veio de repente”. Essa coisa misterioso, selvagem, irrompendo do súbito, de dentro, centrípeto, mais forte do que o eu, a pessoa consciente, o paciente. Isso ou aquilo inusitados tornaram-se, constituíram o ID, forças desconhecidas e indomáveis que nos vivem. Grande reservatório da libido ou energia pulsional (de vida e morte). (A energia usada pelo Ego é retirada desse fundo comum, dessa bacia ou reservatório de ímpetos, sombras, êxtases e dores ou êxitos e temores).

 
O QUE É POESIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quando li Elementos da linguagem, de Martinet, em 1985 (conforme datação manuscrita, não a carbono, mas a grafite), o que foi vital a mim como “curioso” de “entender poesia”, deparei-me com o polêmico problema de aplicação à poesia dos dois níveis de articulação da linguagem. Denotativo e conotativo. Primeira e segunda ou dupla articulação.

 
DESAUTOMATIZAÇÃO DA LINGUAGEM: LITERATURA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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VCA

O uso comum, normal, ordinário, habitual da língua faz-se com que a usemos automaticamente, por hábito. E mesmo inconscientemente, no sentido de reflexo e condicionamento. Facilidade. Aptidão. Habilidade. O que seja comum é geral, fácil. De entender, responder, comunicar.

 
A UMA NOVA POESIA A UM NOVO FRISSON PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Uma nova poesia acende a dúvida

(ergue-se qual fênix moderna

das cinzas das palavras velhas

de sentido curto ou unívoco)

e declara a morte possível da velha

 
(DES)ENTENDIMENTO POÉTICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Na página, mármore, poeta cinzela (plasma sígnicos sentimentos), lança nesse pétreo mar branco sua rede de metáfora, apanha o peixe-sintagama, e do cardume de significantes içado arma o poema, objeto terreno e alado. Ou sobre o branco da página se debruça, arranja o texto como quem a tela com tino pincela, mancha gráfica que sobre é o poema.
 
REPRESENTAÇÃO POLÍTICA: LACUNA, INSUFICIÊNCIA OU IMPERFEIÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A crise política no Brasil estava sendo adiada. Estourou, não. Começou a estourar. E não é econômica ou social. Ambos os setores vão bem, obrigado. É de representação política. O nosso parlamento (nos três níveis) é elitista e corrupto. Viciado em propina, nepotismo, favorecimento (tal como o judiciário, que não fica nada atrás – e é sobretudo corporativo, preguiçoso, soberbo e falido – veja a expressão, traje , poses retóricas e rapapés dos desembargadores e ministros (em especial, do Supremo). O executivo, os cinco mil e tantos prefeitos e governadores despedem mais de 50% das receitas em obras, licitações e investimentos duvidosos, correndo por fora a corrupção mais medonha, através de operadores (secretários e servidores graduados).

 
EXPLICAÇÃO A LEITOR (OU LEITOR): PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Reúno quatro tópicos, quatro pequenas

exposições centradas no problema

da metáfora, a partir de conversas, no

Retiro das Águias (espécie de éden da Mata

Sul de Pernambuco onde se situa, num

páramo perto do céu, o Castelo do Reino

do Reencanto e a casa do rei Donzé),

com o Professor de Teoria Literária da

FAMASUL, Admmauro Gommes.

 
A NOVA MODALIDADE DE RIMA DA POESIA BRASILEIRA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Vital Corrêa de Araújo

O poeta incrementa a polissemia da palavra. Esta é sua sina e obra. A transferência de sentido é vital à poesia. Mestre da metáfora e doutor em aliteração, processo este, que provém de ritmo peculiar o poema e aquele, que embeleza a linguagem poética, impossibilitando a univocidade, graças à ênfase de plurissignificação que concede, Admmauro Gommes tem nos brindado com uma obra ensaísta e poética inavaliáveis.

 
POESIA É PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A poesia é o uso desviado da norma, distorção involuntária da gramática, transgressão constante e intensa (filológica, dicionárica ou não), em especial lexical, da palavra (ou sua desordem vital) e da ordem sintática vigente. O caos no cosmos do verbo. É o sentido alterado da palavra (ou das palavras em coito sintagmático, em pleno orgasmo metafórico). A alteração vexaminosa do sentido ordinário e plenamente estabelecido pela instituição (conservadora e mesmo reacionária) da gramática.

 
LEITOR ABSOLUTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O leitor de Poesia Absoluta (como o temos às dezenas, no Curso de Letras da FAMASUL) tende a reconhecer nele, em si (dentro do si) qualidades extraordinárias, que estavam adormecidas no berço esplêndido da página da alma, aprisionadas como a poesia.

 
ACONSELHOS A POETA QUE SE QUEIRA NEOPOSMODERNO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(NOTAS A ESMO)

 

  1. Se na leitura literária deseje

coisas certas, ordem, clareza incontestável

das palavras, não leia poemas neoposmoderno

leia gramáticas (normativas, expositivas e tal).

 
A literatura PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A literatura – parte da totalidade da cultura, é um fenômeno específico, não do âmbito da razão, porém do campo da sensibilidade, isto é, do espírito, característico do espírito humano, em sua plena evolução. Não evolução geológica, ou seja, meramente temporal, mas produto de um processo do desenvolvimento cultural (isto é, não técnico ou científico). Cerca de 100 anos antes de Cristo, em especial no século V a.C. e nos começos dos tempos históricos, 100 anos antes e 100 anos pós-Cristo; a literatura (em particular, a poesia) alcançou seu apogeu, em Grécia e Roma.

 
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