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PoesiAbsoluta
3 POEMAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Através da veia vem o poema

direto à página suja da vida

se locupleta do insosso leitor

 
POEMAS DAMOR TRISTE OU MORTE DOS OLHOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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No cálix de tua sede busco

regalo de dor, ápice do amor úmido.

 
POEMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ao palor da noite, a selvageria do vento.

O sono que era sofrimento e pássaros

recusando o cântico áulico.

 
QUATRO POEMAS NO CAFÉ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Fogo heráldico lentamente consome

nobres esquálidos.

Os poucos que restaram.

 
PODRE UTOPIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Utopia desprezada, desacreditada. A utopia está enferma, é o cadáver insuperável de nossa hora. Quem dum remoto futuro foi rainha... hoje deposta, esquelética, agora quase morta.

 
DESCRENÇAS (OU DEZ CRENÇAS) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Creio em geometrias moribundas

esculturas de sarças fumegando

ladainhas de urze sarracena

 
A POESIA DE VITAL CORRÊA DE ARAÚJO 2016 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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SER VEJA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Leveduras de ser, vargens, vozes, veludos

vozerio de gafanhoto e navio

primaveras adiadas, lacustres andorinhas

 
ID USINA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A verdade, a beleza, a estética, o real perfeito ou perfeição real da existência, tudo acontecendo de pronto ao redor do sujeito que somos... e em detrimento do objeto, é o em que consiste a identidade, esse peso vagaroso e suportável.

 
O VERBO É NOTURNO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Poemas são palavras espetadas na cerâmica do céu.

Palavras desesperadas por um sentido ou

luz macia (como doces para bocas)

 
DEZ MONÓSTICOS VITAIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Silêncio de garça é branco

Alma de etílope leve como vento norte.

A oeste do paraíso está o inferno.

 
VITAL CORRÊA E O SIGNIFICADO NA POESIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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RAÇÃO DE SOMBRA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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“De vez em quando a insônia vibra

com nitidez de sinos”

e cristais recrutam a impossibilidade da linguagem

para fazer cirandas de andorinhas (e poesia)

 
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