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BORGES POR BORGES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Retrata-se em “Borges por Borges” a visão do mestre sobre si mesmo e sobre o outro, que é Borges, ou seja, mostra as opiniões, os pensamentos,

 
CRIAÇÃO DO PÊNIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escultura o homem

com pá do sopro o Senhor

a seu relvado peito ata

 
POR QUE BEBO? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Se árvores seivas bebem

se bebem das frutas seus sumos pássaros

se rio bebe chuva

 
CRIAÇÃO DOS DONS DA MULHER PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Após dar galopes a cavalo

agilidade à lebre

cornos rijos a touros (mansos ou não)

 
ROSA RUINOSA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Os olhos de Borges não eram

dignos da luz dúbia do mundo.

A pálpebras da rosa

 
QUERER PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Como Anacreonte

quisera ser sandália

para viver a teus pés

 
PÊNIS DE PRÍAPO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Príapo, o deus do riste máximo e permanente, era

originalmente deus da fertilidade

em Lâmpsaco no Helesponto.

 
SOLIMÕES, AI PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Fúlgida pata hípica ou hínica

de cínica tão insultava o ar.

E máculas extraia do sopro

 
FRAGMENTOS VIVOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Os brincos de Ganimedes são ásperos

e o túmulo da água grega excele.

Ao sátiro de ouro do relicário de Tarento.

 
POEMA: VONTADE OU DESTINO DA PALAVRA? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Não me fale da vontade da palavra.

Ela vale tudo o que não seja mesmo nada.

Absoluto, é poema destituído de nervos

 
ALGUMAS POUCAS SIMPLES E MIÚDAS NOTITITAZINHAS AVULSAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Lírico é quem considere evidente

que a palavra se torne súbito poema

tal logo umbral se desmantele

 
O QUE É ANTIPOEMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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É o tempo geometrizando a passagem

é o trânsito do abismo côncavo

o iníquo cone, o cínico início, a quântica vontade

 
ALGAZARRA NO BAZAR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ao rugir da azáfama do bazar (onde gazel sonâmbulo percuta)

vizir bizarro de traje azeviche surge

xerife sôfrego berra empunhando azul gazar

 
LUZIR E AZEDO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Matina: d'imenso

m'ilumino.

G. Ungaretti

 
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