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PoesiAbsoluta
CONFISSÃO EXTREMA - (unção de ser não) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Busco na palavra a secura, o inóspito

de mim que vaga como grito arrancado

do esôfago da náusea que habito, entrego-me

à vida ávida do ácido da morte

 
POEMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Obra da cópia, o mundo

lida da ilusão, o homem.

À egípcia serpente de perfil alado

esse hieróglifo sinuoso e cárneo

 
13 POEMAS E HARUS PEX PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Da amizade obscura de um saguão hino.

Jorge Luís Borges

Ladrilho do cão de cerâmica e lua óssea ecoa.

 
ASSIM ASSADO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quem escreve, a quem o escrito pertence? A qualquer um, menos ao autor. Quem escreve não sou eu, é o quem me arrastou à escrita, me jogou na página e no ambiente criativo que o ato de escrever gera. O arrastão para fora de mim foi vital à escrita.

 
MEETING HULK 2021 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O encontro (convenção), em aprazível hotel da Av. Boa Viagem, do time multidisciplinar liderado por Murilo Dantas Corrêa de Araújo (Gun), estendeu-se de 5 a 8 de janeiro. No dia 5, das 09:00h às13:00h, foram debatidas as ideias apresentadas por Gun sobre novos e avançados conceitos de educação – do ponto de vista de hoje, porém na perspectiva de 2021.

 
ALIENAÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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a St-John Perse

de iniludível expressão

 
IMAGEM E DESEJO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Eis a palavra que profetas abandonaram

migalhas de desertas bodas de areias e tempo furado

nuas lamentações e infiéis dos seres.

 

 
SOB CHUVA DE JANEIRO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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De invisíveis dons prover a mão

que a pena envergue o mundo

(alveje escuro coração

 
SIGNOS CEGOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sobre alicerces de ossos ergueram-se

palácios eslavos, edifícios de dor

solúveis topázios extraíram do enxofre seiva de pedra

abismos humanos edificaram-se enquanto signos

 
POEMAS IN PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Prece açoita orelha

boca acoita reza.

Noite não tem sentido

macula a voz com jorros

 
ADVERTÊNCIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O POETA SE PROPÕE A NÃO DEIXAR

PEDRA SOBRE PEDRA DO SENTIDO

Este livro não é recomendável

para gramáticos cardíacos

 
CERNUDA VÍTIMA DO DESEJO (A REALIDADE VENCEU O DESEJO) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Cernuda foi presa fácil da consciência do desejo impossível, abandonando-se à aventura do corpo por desvãos sem rumo, tal como Kavafis às noites lascivas de Alexandria.

 
MONÓSTICO VITAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Desenvolvi, desde há 15 anos, o conceito da estrutura de uma forma poética, já existente teoricamente, taxionomicamente, como tal, porém não informada ou enformada, posto que se presume vazia, desde que não há prática do verso, tal como ela, esta forma, urdia.

 
SONETO PRIMEIRO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sibilas se alimentam de hibiscos.

E exalam profecias de acrílico.

Moiras nutrem-se de tâmaras desertas

 
ÓBVIO ULULA NO PARQUE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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ao meio-dia

Genitálias expostas

na praça púbica

 
(À primeira leitora dessa manhã feia de agosto) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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De quando vieram as quimeras?

E os surdos decretos da ilusão donde brotaram

e quem levianamente os promulgou?

 
EIS O TEMPO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Este é o poema visceral e inteiro

das prédicas mui transitivas

e do gosto ornamental, a terna veste

 
O QUE ESTÁS LENDO COMO LÊS QUANDO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Um livro chamado de poesia não é um livro (a não ser que não seja de poesia, embora colete poemas). Se algum leitor o considera livro... e de poemas é que este sucumbiu a uma ordem falsa... e não tem mais salvação literária.

 
MÚSICA SELVAGEM PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Baías se afogam no próprio estranho nitrato

musgo se engasgam com feldspatos

bombas bebem sais abstratos

perfumes endeusam átrio de narinas

 
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