Murilo Gun

Admmauro Gomes

Quem está online

Temos 75 visitantes em linha

Enquete

O que você achou do nosso site ?
 

Assista

Parceiros

Siga-nos



PoesiAbsoluta
DEZ CANÇÕES DE GIZ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Teu grito o silêncio cria

com as rondas da luz

às sílabas do escuro
 
VI PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Vi éguas galopando em vinhas de sangue

atropelando brisas ébrias

e mares copulando com lampejos

 
NÃO CREIO NA AURORA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Do útero inacreditável da aurora

rosa da claridade brota (horta de luz)

olhos da manhã cintilam, aviva-se

 
A T É PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

às rajadas do vento solar

Arcos de gás.

Líquidas linhas magnéticas

 
DE CRISTO A PÃ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Gólgota, lenho da dor, gerou a cruz

cujo destino era o Calvário ou o Amor?

Eis a última pedra, o sopro ósseo

 
POEMA CAPTADO DAS FALHAS DE UM ALFARRÁBIO NOVO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

As sombras deixavam seus esses espalhados

na palha das rimas fugitivas enquanto

o silêncio fluido dos is sem pontos

 
SONO VITAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Após cinco dias de turbulenta sociologia

sob pálio de álgebras inconsoláveis

e o desenho de um ventre impenitente

 
GUSA E VISÕES EPIFÂNICAS DA PALAVRA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

aos cajus do olhar

Amanhecer amarelo não temo

do olho ágil do crisântemo

 
POR OUTRAS RAZÕES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

“As sequências linguísticas são rebeldes”.

Esquecem “os poetas de salão” moderno que a linguagem é a mais artificial e, por isso mesmo, a mais humana de todas as criações do homem.

 
CREIO NO MERCÚRIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A melancolia realmente é de cimento. Não exagero.

Juro-o, pelos vãos exangues do céu. Sigo os ângulos

exilados e, do vértice do nojo à seda do prisma, fico

 
ELOGIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

À velha e boa ordem métrica (e eterna, ao

menos na poesia pernambucana etecéteras)

aos fanáticos da rima

 
EPISÓDIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

De pão e vinho vivem os anjos

do céu barris ocupam a mesa de Deus

lotam as dispensas mais altas.

 
LIÇÃO VCA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Mallarmé apenas quis, dispôs-se a poetizar com sons verbais significativos, silábicos vitais sem significação aparente e direta indomesticável que era.

 
LAR DE CARALHO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Ao chamamento de Vésper ao lar acorrem

ímpios e safarditas, ateus e judeus recentes

moças sem namorados e rapazes

 
INCOMENSURÁVEIS FALOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

 

PARTITURA DE VOLÚPIAS
Música que não esqueço
som extático (e purgatório)
 
ERRADIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Erro pela vida vicinal (e becos aquosos)

perobalando com Admmauro

fujo de meus amigos fantasmas e

 
O TEXTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O texto literário tem uma estrutura composta de regras de comunicação (expressão) que produzem níveis de informação não transmissíveis de outro modo.

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Seguinte > Final >>

Pág. 3 de 79

INFORMA GARANHUNS

Jornal O Monitor

Revista Urubu

Singular

Papel Jornal

Textos Agrestes