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PoesiAbsoluta
SOLIMÕES, AI PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Fúlgida pata hípica ou hínica

de cínica tão insultava o ar.

E máculas extraia do sopro

 
FRAGMENTOS VIVOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Os brincos de Ganimedes são ásperos

e o túmulo da água grega excele.

Ao sátiro de ouro do relicário de Tarento.

 
ALGUMAS POUCAS SIMPLES E MIÚDAS NOTITITAZINHAS AVULSAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Lírico é quem considere evidente

que a palavra se torne súbito poema

tal logo umbral se desmantele

 
ALGAZARRA NO BAZAR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ao rugir da azáfama do bazar (onde gazel sonâmbulo percuta)

vizir bizarro de traje azeviche surge

xerife sôfrego berra empunhando azul gazar

 
À SOMBRA DO GASÔMETRO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Nas margens das horas

debruçada sobre amêndoas

a sombra dos gasômetro se estende

 
OLHOS DO TÚMULO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quem era o morto

não pergunte à lápide

a memória do mármore é vã

 
PERDA DO ROSTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Perde o rosto

para o tempo (infinito) o homem

e para a morte (que é eterna)

 
SOBRE A MORTE E O ROSTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ao embalo de Heidegger

alicerce dos estudos poéticos (quadros)

de A Morte e o Rosto

 
TRÊS FRAGMENTOS DA POESIA MAIOR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

E UMA DEFINIÇÃO DE POETA

“Stephane Mallarmé esgotou

 
ALTO COMO VOO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Phlebas alto como um voo

ou ruína crescente (em queda rubra)

hierático e escuro

 
POEMA: VONTADE OU DESTINO DA PALAVRA? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Não me fale da vontade da palavra.

Ela vale tudo o que não seja mesmo nada.

Absoluto, é poema destituído de nervos

 
O QUE É ANTIPOEMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

É o tempo geometrizando a passagem

é o trânsito do abismo côncavo

o iníquo cone, o cínico início, a quântica vontade

 
LUZIR E AZEDO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Matina: d'imenso

m'ilumino.

G. Ungaretti

 
QUE A MORTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Que te recolha a morte (lixeira andante)

em sacos de osso e leitos de abismo te deito

com tendas de lodo te cubro

 
VERMES NÃO PERDEM TEMPO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Não perguntes (curiosa leitora)

quem foras

porque nem as areias

 
A MORTE E O ROSTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O poeta sempre perde o rosto

para o tempo

esse voraz ácido

 
ESTUDOS DE RELÂMPAGO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Relâmpago, esse relógio de fogo que Deus

esculpiu do céu, racha de luz

coivara dentada, greta celeste

 
GOZOZO GOZO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A íris selvagem, o rebelado fulgor

a volúpia do olhar incendiando o outro

maduros cios habitando o seio

 
LUZ CARDEAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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luz do leste

néctar errante

lenta épura

 
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