Murilo Gun

Admmauro Gomes

Quem está online

Temos 66 visitantes em linha

Enquete

O que você achou do nosso site ?
 

Assista

Parceiros

Siga-nos



PoesiAbsoluta
7 POEMAS CURTOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A corça e sua sombra

de ágata branca.

Imenso vômito

de claridade embebe

 
2 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Já luz prolixo ocaso

dorme o páramo montanhoso sono

pesadelo do prado para

maçãs já sonham

 
DEVIR DE SENTIDO (DEVÉM DO SIGNIFICADO) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O que a poesia produz é um certo estranhamento do leitor em relação ao conteúdo esquisito do poema, que não se entrega, não é assimilado apenas pelo hábito poético, calcado em convenções facilitadoras do entendimento. Fundado no imediatismo feroz.

 
AO BOM ALVITRE DO POENTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Do páramo donde me despeço da tarde

avisto todo o ocaso, suas nostalgias

e trêmulas cores debulham como milhos

cones vermelhos no céu distante irresistível colho

 
BREVIÁRIO DE PROVÉRBIO ADVERBIAIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

a Cioran, o gênio romeno gaulês

Sonho com concílios de tílias

em calientes assembleias de chávenas

 
POEMA SÚBITO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Sobre terra viçam

laranjas e cavalos

e lábios das mulheres pulsam

como falos úmidos

 
SACROS CÃES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Cães do púlpito gotejam prédica e saliva, em mistura mínima

à procissão gótica de seus instintos se devotam

pantanosos cães da imobilidade crua adoecem

cães odorosos de cujos lábios rebentam

 
CÍTARA ÁRTICA OU ELEUSINA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Cítara abstrata

empilha pedras

óbices arranja

acorda o caos

 
DO PROFESSOR CLÁUDIO VERAS DE HEIDELBERG SOBRE VCA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Em VCA, a arte está a serviço do absoluto, da verdade... e sua poesia estranha revela mais uma funda inquietação verbal do que uma firme convicção estética... uma preferência por vária transgressão do que submissão a convenções senis.

 
FLUXO NOTURNO DE INCONSCIÊNCIA SEM ALMA 3 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Poemas através da noite

(Sinfonia verbal para partituras de sal)

Eis anoitecer difícil

que fogo dos anjos exalta

 
POEMA E CINZA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Dormias como maçãs macias acomodadas

em bacias de algodão e litanias

sob égide de garboso candelabro

 
ESSES CÍRCULOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Cabedal de luzes, abdul de cinzas

esses lentos círculos prologando abismos

concuspiscentes e carnívoras carolas puras

tribos de esmeraldas, dádiva de diamantes

 
V OU POEMA 99 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

V. não é poeta, falo de V., o de único-conto que morreu ontem

e de seu oco-cântico, do seu canto estreito via

pela qual lhe lançou o mundo bastas ilusões perdidas

crenças assimétricas, visões rebuscadas em uísques baratos

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Seguinte > Final >>

Pág. 7 de 72

INFORMA GARANHUNS

Jornal O Monitor

Revista Urubu

Singular

Papel Jornal

Textos Agrestes