Murilo Gun

Admmauro Gomes

Quem está online

Temos 29 visitantes em linha

Enquete

O que você achou do nosso site ?
 

Assista

Parceiros

Siga-nos



PoesiAbsoluta
DE LÁSTIMA É A PELE DOS PUSILÂNIMES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A uretra dos monges é tranquila

o avanço da úlcera severo

Atônito o futuro dos condomínios de luxo

 
A PROVA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Econômica
Há vagas
para máquinas.
 
TRIBUTO AO OSTRACISMO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Ao monte Testáccio

erguido com os cacos

das ânforas onde se colhiam

 
QUATRO POEMAS AFÍSICOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Sustento e leveza com algemas

de lírio, elos de rosa, hastes de mirro, ângulos

grossas correntezas de luz

 
AO LEITOR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Leitor faça alguma coisa, desista

de penetrar o poema, essa verbal vagina

assedie-o, leia pela beirada, salte o obstáculo

 
RAIZ DO VERBO E USURA LÍRICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Poema

moeda cansada, útero monetário da palavra

esperança que lastro de culpa espalha

 
DE FLORES, POUSO, POESIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Caracol é especialista em paciência.

Mário Benedetti

Flores relincham de volúpia quando

 
APÊNDICE AO POEMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Levante: pódio donde a luz do sal

com o arco crepuscular dardos atira no azar

e insípido rosnar de brilho

 
LÂMPADA DE HOLDERLIN PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

(A lâmpada de Holderlin desnuda a lauda

o revólver de Breton rende o poema)

Lâmpada de argila

 
POEMA E OFERTA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

“ o crepúsculo é um violento

pavão verde

delirando em ouro “. Lugones

 
K E A T S PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Tua fronte rege o lírio

a umidade da angústia baila

e o orvalho febril

 
ÚLTIMO POEMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

(declaração final ou

sopro vencido do barro)

“Que homem debruçou-se

 
POESIA APENAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Viram-me descer ao vale

(sombra parda arrulhando)

estando a pele do coração

 
A PALAVRA MARAVILHA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Chegar à noite e torrentes

de ouro noturno

como veio ou uivo correr

 
O RIO QUER MORRER PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Há tardes que sinto do âmago da tinta

do voo oblíquo das sílabas acalento a alma

há tardes em que sento no coração do rio

 
A SOLILOQUIAR VOU PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

(Confissões do poeta)

A soliloquiar voo, pássaro sutil

de canto inclinado ao levante

 
VISÃO E VERTIGEM PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Velórios aprendem a chorar desde pequenos

a solidão do féretro enriquece a dor

funerárias amam a morte

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Seguinte > Final >>

Pág. 6 de 79

INFORMA GARANHUNS

Jornal O Monitor

Revista Urubu

Singular

Papel Jornal

Textos Agrestes