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PoesiAbsoluta
A ETERNIDADE É INÚTIL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(CRIAÇÃO DO HOMEM DERROTA DE DEUS)

 

Não há porque duvidar

da severidade humana

mas porque duvidar

da humanidade do homem

 

 
A DIALÉTICA DO PLENO E DO VAZIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Entre o impensado (o que não pode ou pôde ser pensado) e o impensável (ainda) corre uma dialética precisa. A do vazio e do pleno, da imobilidade diferença.

Entre o sujeito (eu, caniço, pensante, existo logo sou porque penso, pensando sou – só pensante, ou... etc) e o outro (impensável pensando) que não é nem sujeito nem objeto (do sujeito ou sujeito do objeto) mas é um (ou outro) outro, algo oculto, não morto, que é impulso, pulsão, navalha, bisturi, punhal, elã, vital instinto, violência, energia superconcentrica, desejo imortal, em suma: id. Eros e Thanatos amando-se. O id onipotente, onipresente ubíquo, total (deus). Entre esses dois extremos o anel da poesia.

 
A POESIA DE VITAL CORRÊA DE ARAÚJO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Rozineide da Silva Lopes

Graduanda em Letras/2012

Tentar entender a poesia de Vital Corrêa de Araújo é, como afirma Rogério Generoso, estar nu para comungar o que ele desencadeia; em outras palavras, como diz o próprio Vital, é ler sem observar a mensagem, mas sim sua forma.

Iniciei a leitura da obra Ora Pro Nobis Scania Vabis, a caminho do trabalho, para onde gasto cerca de 40 minutos indo de carro (Moro em Barra de Guabiraba e exerço a função de professora numa escola do Engenho Progresso, município de Ribeirão; tenho que ler nesse trajeto porque disponho de apenas 3 horas diariamente - das 15:00 às 18:00 -  para cuidar de tudo, inclusive de um rapazinho de 5 anos que Deus me presenteou como filho e a quem devo a maior parte de todos os meus esforços.),

 
A MORTE ETERNA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A morte é um caminho impercorrido pelos vivos.

Só aos que o sopro abandona dá-se o privilégio de conhecer essa senhora sinuosa mas severa, incontível porém cuidadosa, sobretudo astuciosa.   Ou somos nós que não valorizamos essa tão velha dama impiedosa? Damos à morte muitas razões, vário motivo, facilidades sem conta, desculpas imperdoáveis, para que ela nos leve a seu reino triste, inconhecido mas possivelmente doloroso ao extremo. Se Deus, tão abnegado e propiciador audaz, nos deu a vida, foi para ser vivida, nunca desperdiçada, trocada por tostões ou biscoitos, num escambo bursátil arriscado. Em paixões amorosas idiotas liquidada a troca de lágrimas ou ciumadas sem dentes.

 

 
2. ESTRANHEZA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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2.1. ESBARRANDO NUMA ESTRANHA POESIA

Aceitei sem rodeios a proposta do professor para analisar algumas obras de Vital Corrêa de Araújo, não imaginando quais caminhos iria adentrar. Fiz uma visita ao blog de literatura e deparei-me com um dos poemas escolhidos e postados pelo nosso anfitrião virtual e fiquei estagnado e comovido. As metáforas utilizadas com muita técnica e rigores intrigantes do autor me causaram uma estranheza. Uma linguagem bastante aguçada, abstrata, densa e apesar dos poemas serem de versos livres estamos perante uma obra clássica. Quando afirmamos que não havendo imagens não pode existir poesia, então, dá-se a entender que Vital Corrêa de Araújo é abarrotado por ela. Por que seus poemas mais parecem uma mistura de Pablo Picasso, Van Gogh e até os quadros surrealistas de Salvador Dali.

 
VISÃO DO REACIONARISMO POÉTICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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VCA

Os movimentos (mais contrários que complementares) anta, corrupira, verde-amarelismo, pau-brasil e cia enfraqueceram (e vieram para isso), estreitaram ao invés de alargar o modernismo de 1922. Desviaram. Foram como que uma sorte de manobras diversionistas triunfantes. Bem urdidas, mesmo que subconscientemente. E de desvio em desvio, de gota em gota reviveram (o inativado e anacrônico, a água passada) o rio morto (mas não enterrado) do parnasianismo. Reanimado. E sem ânimo moderno. Até hoje (2013). A “evolução” ou revivescência artificiais do velho, superado e teimoso parnasianismo decorreu de uma questão ideológica. A que tinha por fórmula deter o Brasil. Que de país do futuro virou país do passado. Rico ou não.

 
NOVO PRÉ-MODERNISMO BRASILEIRO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Não sou crítico literário felizmente. E não o sendo posso trabalhar livremente meus conceitos e preconceitos (estes em número bem maior que aqueles) sobre poética, tal como a vejo, sinto dever ser. Como são parcos os críticos e mesmo parciais em sua “parquidade”. Contaminados pelo contágio parnasiano sedutor, impregnados do vírus da forma poética externa (ou mecânica) de contagens de sílabas e eclosão artificial de rimas obrigatórias e em tais e quais exatas posições, que darão ritmo metronomal ao poema etc.

 
CONTRA O MODERNISMO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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VCA

Tacham os tais reacionários atuais Mário de Andrade, chefe do modernismo radical (ora de 1922 originou-se, brotou o único modernismo), quando na realidade Mário de Andrade foi corifeu do modernismo real, ultrajado, vilipendiado, combatido, desde o início e continuamente pelos que o não aceitavam, até enfraquecê-lo, dividi-lo e a partir da Geração 45 derrotá-lo, suprimí-lo.

 
MINIENSAIOS JULHO 2013 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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ID (DAS ES)

Vital Corrêa de Araújo

Em Alemão, id é “das es” que significa isso ou aquilo. Freud e seus seguidores observavam crítico e criteriosamente a reação de pacientes que oralizavam subitamente sintomas, atos, reações, e explicavam: “aquilo foi mais forte do que eu “ou” isso me veio de repente”. Essa coisa misterioso, selvagem, irrompendo do súbito, de dentro, centrípeto, mais forte do que o eu, a pessoa consciente, o paciente. Isso ou aquilo inusitados tornaram-se, constituíram o ID, forças desconhecidas e indomáveis que nos vivem. Grande reservatório da libido ou energia pulsional (de vida e morte). (A energia usada pelo Ego é retirada desse fundo comum, dessa bacia ou reservatório de ímpetos, sombras, êxtases e dores ou êxitos e temores).

 
O QUE É POESIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quando li Elementos da linguagem, de Martinet, em 1985 (conforme datação manuscrita, não a carbono, mas a grafite), o que foi vital a mim como “curioso” de “entender poesia”, deparei-me com o polêmico problema de aplicação à poesia dos dois níveis de articulação da linguagem. Denotativo e conotativo. Primeira e segunda ou dupla articulação.

 
21 GUN ROYAL SALUTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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THE RUBY FLAGON

(Assinado por Chivas)

 

O uísque (blended, não single malt) Royal Salute, “amadurecido – e amadeirecido em toneis carvalhosos, por 21 anos (e que quando o sorvenos deverá ter a idade de 22 a 25 anos), 40% de teor A, foi desenvolvido, pela Chivas e Irmãos LTDA (fundada em 1801), na destilaria de Keith, nas Terras Altas da Escócia, exclusivamente para ser o único scotch uhisky a ser servido (e sorvido pelos lábios divos da rainha e seus convidados monárquicos ou não), durante a coroação da Rainha Elizabeth II, atual rainha octogenária e ativa, em junho de 1953.

 
TIME IS MONEY PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Viver é olhar uma flor. Com êxtase. E suficiente ardor. Viver para contemplar o néctar (que alimenta o pássaro e a alma).

E à sombra do rumor do milho e do vozerio da abelha ouvir o aroma do advir. E saber o que há nos matadouros. E nas mentes subhumanas. E sentir pássaros. Doce zunir de cortiços. Sentir como se fosse alma efervescendo. O sabor de um lírio ouvir com o espírito. Antecipar rota trêmula de borboleta. O êxtase das coisas beber. Com minúcia para ressaltar seu vão sabor. Ébrio mundo ungir (de dor ou morte por água austral).

 
POESIA E (IN)COMUNICAÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Os objetos reais (mundanos, tudo o que é reificado pelo humano) não têm sentido em si. Têm uma forma material ou mental, mas, sobretudo, função (servil quase sempre), objetividade crua (e designe maduro), utilidade direta (move-os uma práxis pragmática). São meios para o progresso (sic) material (econômico-social), para sobrevivência física (individual) e como espécie (via sexo e luxúria do homem erotizado de nossa era).

 

 
(DES)ENTENDIMENTO POÉTICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Na página, mármore, poeta cinzela (plasma sígnicos sentimentos), lança nesse pétreo mar branco sua rede de metáfora, apanha o peixe-sintagama, e do cardume de significantes içado arma o poema, objeto terreno e alado. Ou sobre o branco da página se debruça, arranja o texto como quem a tela com tino pincela, mancha gráfica que sobre é o poema.
 
REPRESENTAÇÃO POLÍTICA: LACUNA, INSUFICIÊNCIA OU IMPERFEIÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A crise política no Brasil estava sendo adiada. Estourou, não. Começou a estourar. E não é econômica ou social. Ambos os setores vão bem, obrigado. É de representação política. O nosso parlamento (nos três níveis) é elitista e corrupto. Viciado em propina, nepotismo, favorecimento (tal como o judiciário, que não fica nada atrás – e é sobretudo corporativo, preguiçoso, soberbo e falido – veja a expressão, traje , poses retóricas e rapapés dos desembargadores e ministros (em especial, do Supremo). O executivo, os cinco mil e tantos prefeitos e governadores despedem mais de 50% das receitas em obras, licitações e investimentos duvidosos, correndo por fora a corrupção mais medonha, através de operadores (secretários e servidores graduados).

 
EXPLICAÇÃO A LEITOR (OU LEITOR): PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Reúno quatro tópicos, quatro pequenas

exposições centradas no problema

da metáfora, a partir de conversas, no

Retiro das Águias (espécie de éden da Mata

Sul de Pernambuco onde se situa, num

páramo perto do céu, o Castelo do Reino

do Reencanto e a casa do rei Donzé),

com o Professor de Teoria Literária da

FAMASUL, Admmauro Gommes.

 
A NOVA MODALIDADE DE RIMA DA POESIA BRASILEIRA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Vital Corrêa de Araújo

O poeta incrementa a polissemia da palavra. Esta é sua sina e obra. A transferência de sentido é vital à poesia. Mestre da metáfora e doutor em aliteração, processo este, que provém de ritmo peculiar o poema e aquele, que embeleza a linguagem poética, impossibilitando a univocidade, graças à ênfase de plurissignificação que concede, Admmauro Gommes tem nos brindado com uma obra ensaísta e poética inavaliáveis.

 
POESIA É PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A poesia é o uso desviado da norma, distorção involuntária da gramática, transgressão constante e intensa (filológica, dicionárica ou não), em especial lexical, da palavra (ou sua desordem vital) e da ordem sintática vigente. O caos no cosmos do verbo. É o sentido alterado da palavra (ou das palavras em coito sintagmático, em pleno orgasmo metafórico). A alteração vexaminosa do sentido ordinário e plenamente estabelecido pela instituição (conservadora e mesmo reacionária) da gramática.

 
LEITOR ABSOLUTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O leitor de Poesia Absoluta (como o temos às dezenas, no Curso de Letras da FAMASUL) tende a reconhecer nele, em si (dentro do si) qualidades extraordinárias, que estavam adormecidas no berço esplêndido da página da alma, aprisionadas como a poesia.

 
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