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PoesiAbsoluta
POR QUÊ? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Por que no Brasil as formas poéticas se eternizam como se a eternidade fosse fácil, ou mesmo brasileira? Aqui, nesse solo gentil, a poesia se deita esplêndida e terminal. Nesse rincão estranho, as formas da poesia se evadem, não se enquadram na lei geral (orgânica e mineral) da decadência ou do desgaste (das formas) pelo ato do tempo, esse senhor – se não tão ágil, imperdoável.

 

 
A PALAVRA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O ofício do poeta é o que de mais sagrado restou ao homem. Ele move a hóstia da palavra até que a saliva do verbo a envolva. E a traga a boca do mundo. O ato do poeta reflete-se a cada hora no corpo de sua alma. Ou no espelho indizível da palavra.

O ânimo poético é transformador. Aquém dele tudo torna-se prosaico, mera ou demasiadamente prosaico.

A palavra desafia o tempo rude que nos ronda. Ela já foi de barro em forma de lajota seca ao sol, o forno primitivo. Já foi talhada no papiro, árvore do Nilo. Já foi pergaminho e couro. Já foi velino, quase seda, quase etérea. Pele de feto de carneiro. Hoje é digital. Amanhã, prensas metafísicas a imprimirão no papel do espírito.

 
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