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A poesia de Vital um enigma a ser decifrado PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A poesia de Vital

um enigma a ser decifrado

 
VERTENTES EM ALTA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Envolta em matilha de brilho, com níveos dedos-rosa, em riste a cor que Febo semeia, a manhã avança e junca de claridade a terra (a treva desanca); das aves o coro de arrulhos acorda o mundo todo, do mar ao sertão o agreste incêndio do sol benzendo o vivo; o ruído dos arroios (incluindo o córrego dos Coqueiros, que do balde do açude eleva a harmonia aquática ao ouvido das nuvens) brota com o  rosto da aurora; a flora, o zéfiro, a água, o vento, a voz, o céu bradam, e as cores do grito, e o vôo da luz, inundam ruas e jasmins; a latada de cidreira, o abraço da malva, os gerúndios de mostarda, batalhões de camomila, alfarrábios de lírio, bálsamos de alfazema, tulhas de ervas doces ,redondilhas de flores, dançante zumbir de abelhas, néctares voando, pólens sorrindo, tudo une e anuncia a manhã que desponta, pressurosa e ridente, em Vertentes, terra da palavra e do coração, seiva e lume, corça e gume, leito e sono, sonho e nume, graça sem sombra, silêncio que fulge, aroma armazenado no ar montanhoso, respiração de pássaro, Vertentes, onde a lua vem dormir e onde o sol acampado espera, noturno lince, o sono lunar, para seu rosto  vertentense exibir à vida, abrir ao mundo o sorriso lúcido, o cintilante esgar do céu jogar em ímpetos quânticos; enquanto o cântico dos regatos sobe, raios certeiros do Júpiter agrestino acertam o peito da cidade-mãe.

 
Separar o poeta do leitor ou do não poeta PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Separar o poeta do leitor ou do não poeta

é difícil, porém necessário.

 

O poema começa finito, relativo

situado, datado... e vai além

da caneta ou do teclado

(poeta absoluto é triste. E íngreme).

Poeta que inventa o que não cessa de ser

o que não teme o relativo

ou a fronteira, ou o limite falso (fácil

que é o mesmo)

que excele, excede até

que reste o absoluto.

 
TABU FINDO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Jacques Ribemboim, presidente da CIVITATE, entidade com sede na Rua Velha que se dedica a recuperar e preservar a riqueza urbana daquela área depois da Ponte Velha, teve a idéia mais do que brilhante de desmistificar a velhice – ou idosidade, como chamo – recolhendo depoimentos, relatos, contos, poemas, narrativas sobre a “boa idade”, vista sob ângulo vário, de modo a estraçalhar o tabu que a cerca e destituí-la dos aspectos negativos e das características de fraqueza e desambição de que a acoimam velhos e jovens. Já no prelo, o livro “O fim da velhice” representará um documento contundente, literário, esclarecedor e definitivo sobre as benesses, os recursos, as “facilidades” da época “após os sessenta”.

 

 
PROJETO BORGES 100 ANOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Labirintos são tigres no espelho

Há exatos noventa anos, um tal de Jorge Borges H., em Buenos Aires, publicou uma tradução do conto O Príncipe Feliz, de Oscar Wilde. Todos os amigos cumprimentaram o professor de Psicologia e Inglês, Jorge Borges Haslan, pelo feito.

 
POR QUÊ? SUAMOS AO COMER E FARTOS APELAMOS PRÁ SOBREMESAS DOCES. E QUANTO MAIS COMEMOS MUITO E DEPRESSA MAIS HIPOGLICEMIAMOS? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O fator insulina, hormônio vital secreto pelo pâncreas, afeta o organismo, sendo, tanto seu excesso quanto sua falta (estado diabético), causa de graves prejuízos à saúde.

Glicose, gasolina do corpo, com lactose, açúcar do leite e frutose, das frutas, é carboidrato simples, de uma só molécula (monossacarídeo).

 

 
POESIA COISA: NÃO SENTIMENTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A poesia coisifica e humaniza. Liberta. É a potência da vontade da palavra em liberdade. Rilke, Sartre, Jakobson têm a poesia como coisa. E não mensagem. Mero papel de contrato ou recado, tipo bilhete romântico ou aplauso. A ela só interessa o lado sensível, palpável do signo linguístico: o significante. Com eles se faz (cria) poesia (criadora). A poesia não é meio nem mensagem. É fim. Em si mesma. No poema. Que é ser da linguagem.

 

 
SOBRE UM POEMA PERFEITO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Poema conjetural é um poema com 44 versos, distribuídos em 2 estrofes (uma, com 38, outra, com 6 versos), vazado em endecassílabos, em métrica espanhola.

O poema pode ser dividido em 10 blocos nítidos, constituídos pelos versos 1/5, 6/12, 13/17, 18/21, 22/24, 25/27, 28/31, 31/35, 36/38 e, última e segunda estrofe, versos 39/44.

 

 
REFLEXÃO DE DENTRO PARA FORA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(A nova natureza do homem)

 

Compomos uma sociedade tecnologizada, cuja característica aparente principal situa-se no âmbito da difusão e produção de imagens e informações.

De ídolos e simulacros somos férteis. Leibniz amaria viver essa hora de intempéries do homem.

 

 
O QUE HAVIA NO MEIO DO CAMINHO (?) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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No poema que abriu seu primeiro livro – Alguma Poesia (1930), título já prenunciando a arguta ironia drummondiana – Carlos Drummond de Andrade afirmou: “Quando nasci, um anjo torto/desses que vivem na sombra, disse:/ vai, Carlos, ser gauche na vida”. Gauche, de origem francesa, equivale em português a “esquerdo ou acanhado”. Anunciava assim de modo doloroso, mas claro, o poeta que estava chegando, um ser avesso, inadaptado à realidade comum, como sóe de ser o poeta.

 

 
PRÉLIO DO ID LÍRICO COM A RAZÃO PROSAICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Através do lápis (da caneta, não do teclado), o poeta fisga o inconsciente, farpeia, disseca e publica o íntimo; pesca com o anzol do verbo os elementos do texto (ou o fogoterramarear). Como um bisturi psíquico, a poesia vai e abre, bebe da bacia (equivalente a mil mares)  do id, e dela traz a tona da palavra irrevelada, o texto vivo, a matriz do real úmida da origem. É através dessas sensações associadas que o poeta compõe. É lá nesse imo do id que se desdobra, que se cerra, extravaga o prélio decisivo da poesia da razão com o irracional, o embate do sentido da imaginação com o da razão. A razão é prosaica. O instinto, lírico.

 
POESIA: INÚTIL E NECESSÁRIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Vital Corrêa de Araújo

Poesia inútil e necessária. Necessária, por sua inutilidade prática, imediata, num mundo – ou estádio da vida humana – em que o valor mercantil é fundante e o estético, quase nulo (ou subordinado, a reboque da política do sentimento, do humor dos poderosos, da banalidade do imoral, de tudo que esteja à flor da pele, não à flor da alma).

 

 
POEMA E POESIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Há uma certa (ou incerta) confusão entre poema e poesia.

Desde o romantismo e do aparecimento do poema em prosa, modalidade poética (legítima) que adquiriu consistência e qualidade, em especial, no simbolismo (Rimbaud, Baudelaire, Mallarmé, Valéry - entre nós Cruz e Souza), fez-se necessário diferenciar poema de poesia.

 

 
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