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PoesiAbsoluta
DIVOVINO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A deuses tintos

habitantes dos céus dos tonéis.

 
BRINDE À TAÇA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A essa forma de prece e alvorada

a esse continente de sede e sonho

o mais puro brinde ergo

 
DESTE MOSTEIRO SILO DE SILÊNCIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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SILÊNCIO QUE É O CEREAL DA ALMA

PAIOL LOTADO DE INTEIRA SOLIDÃO

DA LENTA JANELA DE QUE ME DEBRUÇO

LUGAR DESTE POEMA

 

 
DE BULIMIA E ... PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Messe do abismo obtenho

das colheitas noturnas

(e do britânico fruto da treva)

 
VITAL E DIÓGENES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Marcondes Torres Calazans

Certo dia na Grécia Antiga, numa certa rua de Atenas, o filosofo Diógenes foi flagrado por seus conterrâneos atônitos com o que viam, o citado pensador com uma lanterna acesa em plena luz do dia, o que os levou a exclamar: "o que busca o velho Diógenes! O que procura! Diógenes, imperturbavelmente como quem quisera responder a uma pergunta não feita disse-lhes: "busco homens e mulheres; homens que tenham denodo, coragem de assumir as coisas em que acreditam".

 
PALAVRAS AZUIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sylvia Beltrão/São José da Coroa Grande (PE)

As palavras azuis quase sempre são breves, mas se atraem de forma magnífica, provocando significados surpreendentes. Em apenas uma frase dá conta de todo o recado. É uma incansável luz no vale da sombra que conduz a acendedora de lampiões quando está sem luz própria. Mostram a saída do cruel labirinto humano. Provocam o mais sincero e intenso sorriso: o interno.

 
VOCAÇÃO ABSOLUTA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Meus últimos quinze livros de poemas publicados, não os lancei. Nenhum. E nenhuns deles coloquei em empoeiradas, esquecidas, esqueléticas prateleiras de livrarias. Mesmo proibi minha editora, a BAGAÇO, de distribuí-los.

 
UISGA BETA: ÁGUA DA VIDA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(UISQUE EM GAÉLICO)

VCA

Costumo dizer que passei metade de minha vida em bares. Até casar, digamos, 48%, descontando horas de estudos e diversões viris, a seco. Reportagem de página inteira da capa do JC – Caderno C. (S. Carpegiani) comprova. Solteiro, dos 16 aos 23 anos, frequentava diariamente (ou noitamente) o Tony’s Drinks, Boite Mauá.

 
EQUÍVOCA UNIVOCIDADE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quanto mais unívoca a ligação entre significante (parte fônica ou imagem acústica do fonema) e significado (conceito ou noção convencionada para representar o sentido), menos poética será.

 

 
COMENTÁRIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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VCA

“A mão designa e assinala

porque o homem é um sinal”.

“É a ambiguidade da linguagem

fonte da poesia”.

 
MINHA POESIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Minha poesia é desconforto impune, o desvario da palavra nela se instala sem trégua e com toda a infâmia que a hesitação e o ignoto destilam.

A página é o etéreo mármor onde desgraço o branco, com garatujas e algaravias incontáveis, inconcebíveis, e insucessivas, seja como for, não é recomendável para não-crianças (a cativam – crianças – pelo frescor da mente ainda não contaminada de perversas convenções e obrigações ou dogmas vérsicos, lamentáveis).

 
BÚSSOLA DO VERBO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Beleza é Verdade. Verdade é Beleza. Poesia é verdade. Goethe e Keats. Quanto mais se adentre na beleza, mais faça sua, mais submirja a vida e a veia na beleza, mais se acerca da realidade real – e se afasta da mera aparência. Fuja do simulacro das coisas e dos homens (nunca desmascarados), mergulhe na Poesia Absoluta.

 
EM DEFESA DA MINHA POESIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Esse pressuposto frívolo e falho (ou fressuposto) de que o poema necessariamente – e por definição ou natureza – tenha um sentido prévio, dado e depois mecanicamente construído e adornado por palavras, quantificável, anterior, apodítico destino da jóia palavrosa, poesia, sob pena do poema não ter sentido, se este não for óbvio e ulular, como escrínio verbalizado incólume. E dai vem o sem-sentido da poesia, que está-sempre-além- e-aquém de todos os falíveis sentidos, de que se impregnem as coisas comuns (e os homens idem, como Joyce previu), cotidianas, transitórias, etc.

 
OLHOS ESTRELADOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O sopro já exilado da criatura, pela gravata que o semelhante lhe aplicara pendurado, balança de nó cego o corpo sem ânimo oscilando, pêndulo crasso, logo desceram o enforcado do patíbulo e sobre o peito de madeira (estrado) da melhor lei do homem, inane, o depuseram, os olhos já mortos, apagados, não tinham ainda perdido o brilho antigo, vital.

 
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