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A TRISTEZA DE DEUS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Deus deve estar triste. Com o mundo dos homens. Sua principal criação. Com certas criaturas, que se revelam novos e atilados átilas e se deliciam com jogos de guerra, invasão real de países, esmagamento literal de nações, à força de bombas e fuzis automáticos, granadas, reides aéreos, razias bombardeiras. Após o fim da guerra fria, com a rendição de um dos oponentes, o que sobrevieu reinventou a guerra quente preventiva, sem declaração, para tumultuar, fabricar armas, renovar o parque e o estabelecimento industrial-militar, rendoso e sanguinário, em que petrodólar e usura dão-se as mãos.

 

 
A POESIA BRASILEIRA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A poesia é o verbo (de barro) com presente, passado e futuro. Que vive o tempo da palavra. No Brasil, hic et nunc, a poesia não tem futuro. É relativa ao passado.

Nesse contexto, a poesia absoluta (a neoposmoderna) é anacrônica. O anacronismo se refere ao tempo presente. Pois o verbo da poesia brasileira de agora conjuga-se no passado (é cônjuge do passado a poesia brasileira de hoje).

A poesia neoposmoderna é a do futuro. Embora que, nós, poetas absolutos, já esgotamo-la e já investimos na poesia posneoposmoderna.

 
GRACIALIANO SEMPRE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Atribuiu-se o apodo de vanguarda às várias correntes artístico-literárias iniciadas na Europa no começo do século 20, lançadas atravésde manifestos, como o da literatura futurista de Marinetti, o da escultura, de Boccioni, o santeliano, dos arquitetos (Sant’Elia), o manifesto do teatro sintético, o dos músicos e da arte dos ruídos, entre tantos.

 
Tudo é e nada é. PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Tudo é e nada é. Heráclito

O inferno são os outros. Sartre

O nada é tudo que eu tenho. V.

Tudo é ilusão e a ilusão é uma ilusão.  Fernando Pessoa

 
INVERSÃO (NO LEITOR) NA RECEPÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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ao leitor futuro da poesia absoluta

aos leitores presentes (presenciais)

da FAMASUL: a universidade da

poesia absoluta.

 

É preciso investir (inversão real e concreta) na recepção da obra poética neoposmoderna. Preparar o leitor bem. Assediá-lo sempre. Militar nesse futuro leitor. Fazer o trabalho de alistá-lo nas hostes velozes e promissoras da poesia absoluta. No âmbito de um processo aberto de proselitismo (largo e insistente).

 

 
DEUS NÃO MORREU PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Há 130 anos atrás, Nietzsche decretou sem pena (com seu cálamo em riste) a morte de Deus, fato que desencadeou o medo (de morrer também) e a necessidade (urgente) de substituí-lo logo (e Logos) antes que as coisas se complicassem por demais... e esse vácuo primo ( o locus vazio) fosse ocupado (porque o vácuo não dura) por velhos e obstinados demos. E também porque: Deus morto, tudo seria (ou nada seria) permitido. A velha questão, antes meramente jogo abstrato, agora se afiguraria prática... após....

 

 
A TRISTEZA DE DEUS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Vital Corrêa de Araújo

Deus deve estar triste. Com o mundo dos homens. Sua principal criação. Com certas criaturas, que se revelam novos e atilados átilas e se deliciam com jogos de guerra, invasão real de países, esmagamento literal de nações, à força de bombas e fuzis automáticos, granadas, reides aéreos, razias bombardeiras. Após o fim da guerra fria, com a rendição de um dos oponentes, o que sobrevieu reinventou a guerra quente preventiva, sem declaração, para tumultuar, fabricar armas, renovar o parque e o estabelecimento industrial-militar, rendoso e sanguinário, em que petrodólar e usura dão-se as mãos.

A tristeza de Deus se estende a muitas regiões. Aqui, no Brasil, vivemos dias tumultuosos, sacudidos por violência desmedida, apavorante, rendidos ou sitiados por bandidos, presa da mais infame situação de instabilidade psicológica e insegurança física, como em meio a uma guerra não declarada, mas muito mais perversa do que qualquer outra.

Batem em nossas almas, espremem nosso espírito. A carne, não se fala, rasgam.

Ante tanta ferocidade, tanto desencanto, não se pode ficar alheio, como se estivéssemos no melhor dos mundos panglossianos. A postura passiva e alienada nos será cobrada pelo futuro. A impassibilidade tornar-se-á irresponsabilidade.

E foi com essa visão e esse sentimento que o escritor Alexandre Santos- atual presidente do Clube de Engenharia de Pernambuco, da Academia de Letras e Artes do Nordeste e Diretor Geral da UBE – reagiu, coerente com sua trajetória de vida que mostra seu constante humanismo solidário e essencial. Autor de obra extensa, cerca de 30 livros publicados, entre estudos técnicos, crônicas e dois romances – um, o Moinho, traduzido em espanhol, Alexandre Santos lançará, no próximo dia 8 de junho, às 19 h, na Academia Pernambucana de Letras, o G____________, poema polifônico, livro total-objeto que privilegia o moderno em lugar de temas eternos. O modo de civilização em cheque e choque, a modernidade jogada aos cães, a desumanidade vigente, a desumanização do homem são os assuntos do poema, simbolizados na trágica situação do Iraque.

G___________ é um livro com iluminuras a cargo do imenso artista plástico – Wilton de Souza – que ilustra magistralmente cada poema. O professor universitário de pós-graduação, Bezerra de Lemos, analisa, desnuda cada poema e oferece ao leitor um quadro crítico da obra.

A plasticização artística, a iluminura literária enriquecem o significado, são significantes como os versos. G__________ é um livro total e humano, um livro dentro de outro, pois traz um CD em cada exemplar. Como obra gráfica é ímpar e traz a marca de grife CEPE.

Em suma, é um livro oportuno e desejado. Não se justifica o silêncio literário, a tirada do corpo, o dar de ombros ante uma realidade tão forte que nos devora: as guerras de hoje, em ato ou em potência, e batalhas, como a de São Paulo, bem como outras guerras civis ocultas ou declaradas que se desenrolam ante nossos olhos arregalados e estupefatos, sem que ao menos surgissem poema para marcar nosso tempo e nossa alma.

Montado em quatro partes, com cenas que representam desde uma situação de paz até a invasão demoníaca, a reação, a resistência, a derrota do demônio até a glória da nova paz.

G__________ também é peça teatral, a ser encenada no lançamento do livro. Também há versão em DVD e uma belíssima música de fundo, criada para a teatralização, composição do próprio poeta.

G___________ é, portanto, um poema marcado por profundo humanismo, fruto da inquietação e mesmo da insatisfação mais profunda ainda de um poeta com a situação humana do mundo, que assim coloca sua palavra e a arte, teatro, crítica literária, música, canto, artes plásticas, a serviço da esperança, contra o desespero. Ferido pela ferocidade do mundo, Alexandre Santos reage – em nome de todos os escritores e artistas - artisticamente. Seu símbolo é o drama diário vivido há três anos pelos iraquianos, uma situação que apontava mil caminhos de solução prática, mas um governante que se considera dono do mundo escolhe a via bélica, a agressão, a invasão, a força, como se um povo fosse um objeto do qual se apropria qualquer um, gado em porteira trancada, trapo que se incendeia, bonecas de carne para o pasto das bombas.

O 11 de setembro foi muito trágico, mais não representou uma declaração de guerra ao mundo. Foi fruto de uma política desajustada e injusta dos USA em relação ao Oriente Médio, em clara oposição à de Clinton. Cabia à ONU liderar a reação e nunca um país-membro tomar as decisões pelo resto do mundo e criar guerras, onde civis são vítimas inocentes. É imperialismo fanático, redivivo, tipo Stalin.

Alexandre Santos mostrou que isso é uma anomalia e que há sintonia entre a literatura e a realidade.

 
MORTE E VERME (IRMÃOS) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Nada transcende, nada resiste, nada sobrevive

ao verme. A larva (eterna) roe-nos (até

aos ossos) corpo e alma. Pois suas

mandíbulas (atras e macias) são igualmente metafísicas.

 

A morte é uma esfinge a devorar-nos

decifrêmo-la ou não.

 
Vida Simples (Ou Trágico prélio de irmãos) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Hermeticamente profundos.

Os fossos da depressão são escuros, largos, circulares e atentos. Estreitas só as portas do céu da normalidade.

 

Se, ao menos, eu fosse escritor poderia curar-me por alguns dias,

aqueles em que mergulhasse no interior caudaloso do processo criador:

enterrado nos ungüentos vivos da palavra, libertaria o mal que me alucina os

dias, evitaria, sei-o, suas garras antigas e precisas, aduncas como as de um lobo que voasse.

 
POESIA: INÚTIL E NECESSÁRIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Vital Corrêa de Araújo

 

Poesia inútil e necessária. Necessária, por sua inutilidade prática, imediata, num mundo – ou estádio da vida humana – em que o valor mercantil é fundante e o estético, quase nulo (ou subordinado, a reboque da política do sentimento, do humor dos poderosos, da banalidade do imoral, de tudo que esteja à flor da pele, não à flor da alma).

Estético, o que é isso, companheira? É algo ligado à cosmética? Estético é a silhueta, o perfil da moda, a forma especial do corpo (jovem ou não) que resulta da malhação e da bulimia? Estética é elegância, beleza corporal. Ou seja, estético é algo que dinamiza a economia. Fora disso, é invenção de poeta metido a filósofo. Baboseira, conversa mole, papo furado, inutilaria barata.

 
ILUMINURAS LITERÁRIAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(Notas de um leitor fiel)

 

Por VITAL CORRÊA DE ARAÚJO

“Primeiro encontrar, buscar depois”. Jean Cocteau.

Magníficos a atitude, o programa de vida, a visão existencial contidos nesta síntese de Cocteau.

A volúpia reside no estado ou na construção? Para o autor de BACCHUS, vale mais o dado do q

 

 
COLUNA POLÊMICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Desde o Monitor anterior, foi criada a coluna polêmica, cujo primeira matemática foi a crônica O que é poesia?

O objetivo é publicações tais que serem polêmicas situações de debate, questionamentos meio radicais porém instalados em temas eminentes como poesia moderna, crepúsculo (normal, temporal, histórica) do soneto, autossuficiência e oportunidade do versalibrismo (que cem anos após sua instalação ainda assusta e estremece ou confunde o leitor). Enfim, uma das funções (pedagógicas elevadas) da coluna polêmica é contribuir para a recepção da poesia moderna entre nós.

A coluna está aberta a réplicas. Enviadas por e-mail ( Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar ) ou ( Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar ), serão apreciadas e selecionadas pelo editor. E encaminhadas à publicação, se for o caso.

 
A Marginal Recife 5 e o Movimento dos Escritores Independentes de Pernambuco PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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À Dama da Epifania - Cida Pedrosa e aos Cavaleiros da Terceira Margem

Chico Espinhara e Eduardo Martins

Vital Corrêa de Araújo

 

Findava o violento governo Geisel, e Figueiredo, alérgico ao cheiro do povo, já coreografava, com uma gestão grosseira e delirante, as últimas e grotescas cenas dos estertores da ditadura, ameaçando escoicear praças e transformar o que restou da pátria em haras.

A agonia, artificial e irresponsavelmente estendida, da ditadura brasileira - por todos os títulos e aspectos prejudiciais a todos - era apenas uma doentia satisfação a meia dúzia de generais golpistas e renitentes, antidemocráticos por natureza e formação, nos bunkers didáticos do Pentágono, onde epistemólogos belicistas da guerra fria ofereciam a cabeça das pátrias na bandeja geopolítica, cercados de Salomés dolarizadas. Tudo sustentado pelo estabelecimento industrial-militar (que a linhagem Bush teima em reproduzir), e que no Brasil teve sua versão cabocla, simbolizada pela cerimônia de iniciação, em que as madames davam as jóias e poupavam os dedos e as mãos dos maridos, habilitadas assim, para a faina corrupta da busca do ouro fácil, que por 20 anos aflorou por estas plagas sem lei nem rei (os tentáculos da corrupção civil gerada pós-64) e, sob o manto militar, mesmo podados, resistem e lutam.

 

 
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