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MEDITAÇÕES ALQUÍMICAS, REFLEXÕES ÁLMICAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

ELA

Ela trajava quimono célere

bem ajustado na cintura fêmea

o que era estranho (não inerente ao traje)

cor de abacate com florinhas murchas

estampadas do ombro para o lascivo braço

andar húngaro, riso escarlate

pintado de açafrão e baunilha

nos cabelos duas orquídeas

lua na mão esquerda

pendurada pela colméia

abelhas belas nos olhos

ar de rumor na fronte

na pálpebra grito escuro

fêmur de sabiá no seio

corpo clavícula de flor

com primores amarelos a boca

embriagada de lírio e magia nasal.

LUA SOBRE ESCOMBRO

(11 monósticos vitais)

Ao cuidado de si mesmo.

 

Pedra para sede da alma.

 

Nada sabia sobre luas nômades.

 

Amo lavabos e sacras pias.

Verme ama cadáver.

Beira de água sou.

 

Cão de orvalho colho com exata ração de paciência.

Alpiste para bentiví comemoro.

Adoro limbos absurdos.

Almas não se entendem.

Acres pântanos úmidos vãos agrimenso.

 

 

 

CINCO POEMAS DE 26 DE AGOSTO 2011

Pânicos certezas atravessou todas

com garrulice e cobardia

com galardia e desinência

nomeou o que lhe atribulava

com ternura de frade abstêmio.

 

Odor cálido de malte e cevada mitrada

(além de trunfas viçosas de cambriano latido)

exalava barcos atracados do Tâmisa.

 

Fedor defumado subia

dos coches pânicos (cascos

latindo aleluia das ruas londrinas).

 

Estreitos que Gilbratar cavara

bêbados barcos alastravam.

 

Índices índios revelam fumaça

despedidas das chaminés selvagens.

Fumegantes mensagens que luziam,

laudas de fumo do céu sem graça.

 

POEMA DE AMOR (8)

para José Gálaxy

 

 

Aroma vermelho de sangue velho pálido subia

do canteiro de mênstruo da aurora

delicioso jorro de abelhas se ouvia

da varanda dos pássaros de setembro

rumor de lua nascia dos odres

que a sede abandonara pendia

odor de teu sorriso espírito satisfazia

com indumentária viçosa de tua boca minha.

 

ROL E LUPA

A Paulo Bandeira da Cruz

Açafrão microscópico, ávida lamparina

(lume de ovelha, brasa de baunilha)

salmoura redonda, invasão muçulmana

de preces ajoelhadas, altos salmos a  Alá

salgando o céu ardoroso da mesquita

corações repousando em potes de vinagre

vísceras incendiadas de carmim suave

cadáver de filósofo na pia (metafísica)

lançados estão os cálculos da alma

e os dados da carne já ardiam.

(Que Pitágoras há de recolhê-los?).

(Que Mallarmé há de aboli-los?)

O ESTILO É O HOMEM

Astrônomo estrábico

cego céu esquadrinha

com precisão ferina

(escandalosa perícia

abominava sua retina).

 

Estrídulos cegavam-lhe o tímpano

sons de galáxias escapavam do lume

telescópico de sua alma escrutinadora

dos céus de Deus e dos homens (vãos)

elementos celestes cósmicos portulanos

luzes do infinito maralto revelavam

do estribo da eternidade cavalos

da vara de Deus disparados

alimentavam o mistério vivo.

 

Os dados estão lacrados ainda

que chave de DNA, que clave

de partículas elementares

hão de abri-los?

 

EU

Anatomia da alma melancólica dissecada

minuciosamente com espátulas microscópicas

(cada átomo do espírito posto a olho nu da luneta)

por ímpios cachetes inibidores da bile

negra circunvolucionando pelo crânio e arredores

bisturis de fagulhas alumiando o íntimo

afiadas sombras auscultando

sulcos do espírito expostos a lume de abelha

na colméia da nuca seccionada

por cirurgiões do id acostumados

à faina analítica do lodo melancólico, esgotos

do ventre do imo abertos ao céu da escuta

escatológica acicatando questiúnculas da alma

em busca de respostas inesperadas ou imprecisas.

 

(símbolos do ego dejetados como mísseis da carne)

 

CARÓTIDA DE PRÍNCIPE

(com rimas em ia e ava)

Era desenhista de catástrofes venais

agrimensor de auroras intestinas

areado nos labirintos dos fidalgos lodos

secções de carótidas de príncipes colecionava

com paciência paciente e pinças esmeraldas

além de pilhas de incenso puritano

atulhado na sala junto a pântanos de ânimo

bebidos com copos do absinto de Funchal.

 

Curvas do crânio anotava

ossos da nuca na vasilha destra juntava

com esboços de lampejo do coração cortado

em fatias seccionadas com destreza bisturística

com alicates e navalhas de bom fio, férrea presa

do estábulo do esterno, muro, recolhia

com pinças vermelhas testículos de Áugias

e tenazes para apêndices de Broca.

 

Cartilagens verticais, vértebras serviçais

amontoava círculos dissecava

enquanto mortos em Trípoli se amontoavam

ou ratos devoravam o fígado do tirano

(que nem Siracusa perdoava).

 

CÍRCULO ACCIÓLYCO

Círculos vermelhos reunia Gálaxy em 1962

estriando lóbulos cerebrais de coelhos

da intrincada tela de neurônios inumeráveis

da lebre, labirinto químico elétrico, extraia

tutano e redondilhas de miolos rimados

consciência, ânsia, esperância acciólyca

elementos da alma reflexos

do íntimo homem encéfalo animal.

 

Que insólita luz guia navalha

pelos entroncamentos do id, labirintos

elétricos, paixões químicas desencadeadas

átomos acasalando com lampejos em leito de losango

que escapam da rede neuronial acesa?

Por fagulhas geométricas luzes da ribalta da vida.

 

ALMA DE PAPEL

Sede de poema tenho

que não sacia a palavra

jorro, revolto rio de imagem, catadupa

de figuras mentais, esboços flutuantes

do Siloé e do Averno

escaneio o verbo, extraio

positrônio brilho (galáxicos)

dos neurônios da poesia reunidos

na praça de barro do verbo acantonado

no limbo da palavra margem

bilhões de feixes, redes de trilhões de sinais

trocados entre sílabas e almas

comungadas como demônios agrestes

sina em curso eu curto

na página da alma de papel, o poema.

 

Amoniaco cozinhado com maníaco fogo

de rito agrário em pedra boticária de moer.

 

Aroma de brejo subia de teu lábio.

 

Voz de arnica, gesto de mimosa, drágea

de efemerina-da-virgínia e pose de miosótis

era tudo que eu tinha.

 

Posto de incenso seguia minha narina

clamor da ágora espírito alimentava.

 

Mescla de fétido terebinto

e lúbrico aroma de mulher no cio se misturavam.

 

Como velha podre dissecada e menisco de ervilha.

 

Vozes dos nuezins comemoraram bravo tiranocídio.

 

DESCARTES / NASSAU

Existo porque penso.

Descartes passeava por Paris à tarde a Berkeley

com roupas de vistoso tafetá

chapéu emplumado (como um não-cão de João Cabral)

uma espada de cobre pendondo do cinto

e dúvidas penduradas da algibeira (filosófica).

 

Em 1622 embarcara numa nau flamenga

para servir de cabo de guerra ao Príncipe

Maurício de Orange contra espanhas.

 

Através das fecundas lentes de Kepler leu a realidade vívida.

 

Descartes ponderoso medira

todo o fluxo do espírito através dos ventrículos da lua.

 

Moléculas de sal soluto sorvia

já cogitando do ego são.

 

René pesava almas e átomos de tempo

René media e dissecava a alma do átomo

(desconfiado que Deus habitasse o núcleo).

 

Descartes fazia escambo de almas por máquinas

trocava fé por certeza, capelos por elmos

palha por fogo, silos de luz por eitos de sombra.

 

Dizia: há uma alma em cada relógio

criando hora.

 

Quantos átomos tem a lousa?

Quantas partículas o movimento.

(com luneta espinoza espichava o tempo).

 

René era como uma vela acesa ao vento

ia-se, via-se.

 

Descartes descerebrava bezerras holandesas

buscando acomodar a alma

no leito minúsculo da glândula pineal.

 

FUTURO FEITO

Não resta ao futuro

nada fazer

tudo está feito

e bem feito.

 

Deus criou DNA e átomos.

O resto foi combinação do acaso

E cálculos das combinações genemas.

 

Pasto de mosca

banquete de furúnculos

em travessas de pus

panarícios e guloseimas podres.

O mistério da decomposição

em pratos (ou páginas) limpos

fruto da crua dissecação do tempo.

 

Reis devoradores de escrófulas

sob miseráveis muros de crenças sépticas.

 

Pinças e perícias para lancetar mazelas.

Com fios de suturas restaurar o mundo.

 

VISÃO 7

Do velho monastério restaram sombras

e passos de vésperas, além de obesas laudes

alastrados de vozes dolorosas

que acossavam escadas e mirraram.

Do altar das rainhas estupradas

nasceram flores e azinhavres.

Varre velho claustro vento vão

espadas do relâmpago alumiam o chão

ciprestes agonizam na sacristia escura

vulto de cavalo esporeia o vão.

Esporos de horas enxameiam cada desvão.

Cupins do púlpito oram ao cerne arbóreo.

Puas se acasalam com patenas no átrio.

Do píncaro da aurora saltam sombras marmóreas.

 

 

EPISÓDIO

A galopes de machado feriram o pálido eu

sulcos vermelhos arrancaram do alvo empíreo

baunilhas e abelhas deixaram ao leu

carcaças de nuvens abandonaram na relva

espumas de corcéis espalharam na página

das vísceras abertas do céu caíram

anjos inoculando o chão.

 

 

ENCONTROS VERMELHOS (1)

Encontrei-me com Algirdas Greimas

num pátio branco perto

de um hospício semiótico

deixei CS Peirce na sala o livro

aberto na página

junto a um molhe de alface

recém colhido de uma gôndola

de supermercado.

Acompanhava-me Eco, o do mistério rosa.

Tratava-me como Vital Narciso.

 

 

INTERPRÓLOGO

O sentido (em poesia) existe.

Apenas não é (nem deva o ser) fácil encontrá-lo.

O mais cenhidamente sonegado a leitor fácil.

Deixe-o ralar à procura do sentido perdido

(como idiota Indiana Jones).

 

Por isso é preciso dar à mensagem (texto)

O formato a mais hermético possível e

(para valoriza-la).

Criar ressignos.

Prosseguir com ressignificações intermitentes

Capazes de tempestuar (de peste e ímpeto)

O pobre cérebro leitor acabrunhado

De tanta poesia difícil.

 

Pois o poeta confronta (e revela) o sentido

oculto na túnica e dobras da palavra

(mantos consúteis e probros)

Digladia com a aparência da realidade

Com as armas reais da palavra poética.

 
DIVA ODE AO VINHO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(à moda de Anacreonte)

“vinho da palavra, metáfora

sua embriagues, poesia!

Aos vinhos, esta ode-quase-ditirambo,

e à memória das noites brancas

dos anjos roses, dos evoés desvarios

e da unção de nossos lábios

pela dádiva do vinho, esse bem do espírito,

metafísica líquida, odre de alegria

para a alma, tua e minha!

 

 
BARES AMAM ÉBRIOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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a Edgard, à tarde, a ébrios

 

Ébrios amam bares, neles

sede imortal derramam

 

sob atônita emanação

de hinos atonais

 
ALTIVA SERVIDÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ama o doce macio e a sombra fresca

do milho (a bonecar o brilho)

devoto da mística inconsciência

e do rumor branco do bocejo rude

e franco, do olhar secreto

 
A poesia de Vital um enigma a ser decifrado PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A poesia de Vital

um enigma a ser decifrado

 
SOBRE UM POEMA PERFEITO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Poema conjetural é um poema com 44 versos, distribuídos em 2 estrofes (uma, com 38, outra, com 6 versos), vazado em endecassílabos, em métrica espanhola.

O poema pode ser dividido em 10 blocos nítidos, constituídos pelos versos 1/5, 6/12, 13/17, 18/21, 22/24, 25/27, 28/31, 31/35, 36/38 e, última e segunda estrofe, versos 39/44.

 

 
REFLEXÃO DE DENTRO PARA FORA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(A nova natureza do homem)

 

Compomos uma sociedade tecnologizada, cuja característica aparente principal situa-se no âmbito da difusão e produção de imagens e informações.

De ídolos e simulacros somos férteis. Leibniz amaria viver essa hora de intempéries do homem.

 

 
O QUE HAVIA NO MEIO DO CAMINHO (?) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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No poema que abriu seu primeiro livro – Alguma Poesia (1930), título já prenunciando a arguta ironia drummondiana – Carlos Drummond de Andrade afirmou: “Quando nasci, um anjo torto/desses que vivem na sombra, disse:/ vai, Carlos, ser gauche na vida”. Gauche, de origem francesa, equivale em português a “esquerdo ou acanhado”. Anunciava assim de modo doloroso, mas claro, o poeta que estava chegando, um ser avesso, inadaptado à realidade comum, como sóe de ser o poeta.

 

 
PRÉLIO DO ID LÍRICO COM A RAZÃO PROSAICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Através do lápis (da caneta, não do teclado), o poeta fisga o inconsciente, farpeia, disseca e publica o íntimo; pesca com o anzol do verbo os elementos do texto (ou o fogoterramarear). Como um bisturi psíquico, a poesia vai e abre, bebe da bacia (equivalente a mil mares)  do id, e dela traz a tona da palavra irrevelada, o texto vivo, a matriz do real úmida da origem. É através dessas sensações associadas que o poeta compõe. É lá nesse imo do id que se desdobra, que se cerra, extravaga o prélio decisivo da poesia da razão com o irracional, o embate do sentido da imaginação com o da razão. A razão é prosaica. O instinto, lírico.

 
POESIA: INÚTIL E NECESSÁRIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Vital Corrêa de Araújo

Poesia inútil e necessária. Necessária, por sua inutilidade prática, imediata, num mundo – ou estádio da vida humana – em que o valor mercantil é fundante e o estético, quase nulo (ou subordinado, a reboque da política do sentimento, do humor dos poderosos, da banalidade do imoral, de tudo que esteja à flor da pele, não à flor da alma).

 

 
BRINDE À TAÇA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A essa forma de prece e alvorada

a esse continente de sede e sonho

o mais puro brinde ergo

brando o trago mais profundo.

 

 
ANÍBAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A destruição de Cartago

fogo cartaginês virando cinza

foi-se como nuvem do céu vadio

crepitou o túmulo de Aníbal

seus ossos tornaram-se pássaros

 
TRINTA E CINCO POEMAS PARA ALBERTO E CYANE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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TÁBULA DEDICATORIAL

Aos sais cerimoniais e às rimas fáceis

ao zênite que sorri das alturas

ao oriente noturno, ao norte da treva

ao nadir do nada, ao devoto da dúvida

 
VERTENTES EM ALTA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Envolta em matilha de brilho, com níveos dedos-rosa, em riste a cor que Febo semeia, a manhã avança e junca de claridade a terra (a treva desanca); das aves o coro de arrulhos acorda o mundo todo, do mar ao sertão o agreste incêndio do sol benzendo o vivo; o ruído dos arroios (incluindo o córrego dos Coqueiros, que do balde do açude eleva a harmonia aquática ao ouvido das nuvens) brota com o  rosto da aurora; a flora, o zéfiro, a água, o vento, a voz, o céu bradam, e as cores do grito, e o vôo da luz, inundam ruas e jasmins; a latada de cidreira, o abraço da malva, os gerúndios de mostarda, batalhões de camomila, alfarrábios de lírio, bálsamos de alfazema, tulhas de ervas doces ,redondilhas de flores, dançante zumbir de abelhas, néctares voando, pólens sorrindo, tudo une e anuncia a manhã que desponta, pressurosa e ridente, em Vertentes, terra da palavra e do coração, seiva e lume, corça e gume, leito e sono, sonho e nume, graça sem sombra, silêncio que fulge, aroma armazenado no ar montanhoso, respiração de pássaro, Vertentes, onde a lua vem dormir e onde o sol acampado espera, noturno lince, o sono lunar, para seu rosto  vertentense exibir à vida, abrir ao mundo o sorriso lúcido, o cintilante esgar do céu jogar em ímpetos quânticos; enquanto o cântico dos regatos sobe, raios certeiros do Júpiter agrestino acertam o peito da cidade-mãe.

 
Separar o poeta do leitor ou do não poeta PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Separar o poeta do leitor ou do não poeta

é difícil, porém necessário.

 

O poema começa finito, relativo

situado, datado... e vai além

da caneta ou do teclado

(poeta absoluto é triste. E íngreme).

Poeta que inventa o que não cessa de ser

o que não teme o relativo

ou a fronteira, ou o limite falso (fácil

que é o mesmo)

que excele, excede até

que reste o absoluto.

 
TABU FINDO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Jacques Ribemboim, presidente da CIVITATE, entidade com sede na Rua Velha que se dedica a recuperar e preservar a riqueza urbana daquela área depois da Ponte Velha, teve a idéia mais do que brilhante de desmistificar a velhice – ou idosidade, como chamo – recolhendo depoimentos, relatos, contos, poemas, narrativas sobre a “boa idade”, vista sob ângulo vário, de modo a estraçalhar o tabu que a cerca e destituí-la dos aspectos negativos e das características de fraqueza e desambição de que a acoimam velhos e jovens. Já no prelo, o livro “O fim da velhice” representará um documento contundente, literário, esclarecedor e definitivo sobre as benesses, os recursos, as “facilidades” da época “após os sessenta”.

 

 
PROJETO BORGES 100 ANOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Labirintos são tigres no espelho

Há exatos noventa anos, um tal de Jorge Borges H., em Buenos Aires, publicou uma tradução do conto O Príncipe Feliz, de Oscar Wilde. Todos os amigos cumprimentaram o professor de Psicologia e Inglês, Jorge Borges Haslan, pelo feito.

 
POR QUÊ? SUAMOS AO COMER E FARTOS APELAMOS PRÁ SOBREMESAS DOCES. E QUANTO MAIS COMEMOS MUITO E DEPRESSA MAIS HIPOGLICEMIAMOS? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O fator insulina, hormônio vital secreto pelo pâncreas, afeta o organismo, sendo, tanto seu excesso quanto sua falta (estado diabético), causa de graves prejuízos à saúde.

Glicose, gasolina do corpo, com lactose, açúcar do leite e frutose, das frutas, é carboidrato simples, de uma só molécula (monossacarídeo).

 

 
POESIA COISA: NÃO SENTIMENTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A poesia coisifica e humaniza. Liberta. É a potência da vontade da palavra em liberdade. Rilke, Sartre, Jakobson têm a poesia como coisa. E não mensagem. Mero papel de contrato ou recado, tipo bilhete romântico ou aplauso. A ela só interessa o lado sensível, palpável do signo linguístico: o significante. Com eles se faz (cria) poesia (criadora). A poesia não é meio nem mensagem. É fim. Em si mesma. No poema. Que é ser da linguagem.

 

 
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