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PoesiAbsoluta
DE BULIMIA E ... PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Messe do abismo obtenho

das colheitas noturnas

(e do britânico fruto da treva)

 
VITAL E DIÓGENES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Marcondes Torres Calazans

Certo dia na Grécia Antiga, numa certa rua de Atenas, o filosofo Diógenes foi flagrado por seus conterrâneos atônitos com o que viam, o citado pensador com uma lanterna acesa em plena luz do dia, o que os levou a exclamar: "o que busca o velho Diógenes! O que procura! Diógenes, imperturbavelmente como quem quisera responder a uma pergunta não feita disse-lhes: "busco homens e mulheres; homens que tenham denodo, coragem de assumir as coisas em que acreditam".

 
VOCAÇÃO ABSOLUTA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Meus últimos quinze livros de poemas publicados, não os lancei. Nenhum. E nenhuns deles coloquei em empoeiradas, esquecidas, esqueléticas prateleiras de livrarias. Mesmo proibi minha editora, a BAGAÇO, de distribuí-los.

 
EQUÍVOCA UNIVOCIDADE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quanto mais unívoca a ligação entre significante (parte fônica ou imagem acústica do fonema) e significado (conceito ou noção convencionada para representar o sentido), menos poética será.

 

 
MINHA POESIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Minha poesia é desconforto impune, o desvario da palavra nela se instala sem trégua e com toda a infâmia que a hesitação e o ignoto destilam.

A página é o etéreo mármor onde desgraço o branco, com garatujas e algaravias incontáveis, inconcebíveis, e insucessivas, seja como for, não é recomendável para não-crianças (a cativam – crianças – pelo frescor da mente ainda não contaminada de perversas convenções e obrigações ou dogmas vérsicos, lamentáveis).

 
EM DEFESA DA MINHA POESIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Esse pressuposto frívolo e falho (ou fressuposto) de que o poema necessariamente – e por definição ou natureza – tenha um sentido prévio, dado e depois mecanicamente construído e adornado por palavras, quantificável, anterior, apodítico destino da jóia palavrosa, poesia, sob pena do poema não ter sentido, se este não for óbvio e ulular, como escrínio verbalizado incólume. E dai vem o sem-sentido da poesia, que está-sempre-além- e-aquém de todos os falíveis sentidos, de que se impregnem as coisas comuns (e os homens idem, como Joyce previu), cotidianas, transitórias, etc.

 
A SOMBRA DE CARONTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ao barqueiro Caronte e alfandegário banqueiro de óbolos sublinguais

moeda sombria que ele extraía

da boca não mais úmida dos mortos

como dente, passaporte, pagamento

 
A CRÔNICA HOJE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A crônica é um gênero do jornalismo contemporâneo, cuja origem localiza-se na história e na literatura, ou mesmo, na comunhão das duas disciplinas radicais do conhecimento humano.

 
POEMA A ESMO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(por que quiabos

e não alfaces?)

Quanto pó no campanário

sem sino ou osso de som

 
PALAVRAS AZUIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sylvia Beltrão/São José da Coroa Grande (PE)

As palavras azuis quase sempre são breves, mas se atraem de forma magnífica, provocando significados surpreendentes. Em apenas uma frase dá conta de todo o recado. É uma incansável luz no vale da sombra que conduz a acendedora de lampiões quando está sem luz própria. Mostram a saída do cruel labirinto humano. Provocam o mais sincero e intenso sorriso: o interno.

 
UISGA BETA: ÁGUA DA VIDA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(UISQUE EM GAÉLICO)

VCA

Costumo dizer que passei metade de minha vida em bares. Até casar, digamos, 48%, descontando horas de estudos e diversões viris, a seco. Reportagem de página inteira da capa do JC – Caderno C. (S. Carpegiani) comprova. Solteiro, dos 16 aos 23 anos, frequentava diariamente (ou noitamente) o Tony’s Drinks, Boite Mauá.

 
COMENTÁRIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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VCA

“A mão designa e assinala

porque o homem é um sinal”.

“É a ambiguidade da linguagem

fonte da poesia”.

 
BÚSSOLA DO VERBO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Beleza é Verdade. Verdade é Beleza. Poesia é verdade. Goethe e Keats. Quanto mais se adentre na beleza, mais faça sua, mais submirja a vida e a veia na beleza, mais se acerca da realidade real – e se afasta da mera aparência. Fuja do simulacro das coisas e dos homens (nunca desmascarados), mergulhe na Poesia Absoluta.

 
OLHOS ESTRELADOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O sopro já exilado da criatura, pela gravata que o semelhante lhe aplicara pendurado, balança de nó cego o corpo sem ânimo oscilando, pêndulo crasso, logo desceram o enforcado do patíbulo e sobre o peito de madeira (estrado) da melhor lei do homem, inane, o depuseram, os olhos já mortos, apagados, não tinham ainda perdido o brilho antigo, vital.

 
A MORTE DE CRUZ E SOUZA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Perto do fim, sentido a hora glacial a bafejar-lhe alma, abeirando-lhe ossos, Cruz e Souza canta: “Fecha os olhos e morre calmamente/ morre com a alma leal, clarividente/ da crença errando no vergel florido/ e o pensamento pelos céus brandindo/ como um gládio soberbo e refulgente”.

 
DO SENTIDO DESCONHECENDO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Se o pensamento (poema) fosse uma substância consciente

mantida no interior de si mesma (imanente).

Se o sujeito (leitor) fosse uma substância estranha

 
A PESANDELAR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O peso de uma pluma de chumbo

o da pena de níquel da mão escritora

o peso penso da Torre de Pisa

o do punho de Galileu a mover sol

 
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