Murilo Gun

Admmauro Gomes

Quem está online

Temos 11 visitantes em linha

Enquete

O que você achou do nosso site ?
 

Assista

Parceiros

Siga-nos



PoesiAbsoluta
POESIA É PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A poesia é o uso desviado da norma, distorção involuntária da gramática, transgressão constante e intensa (filológica, dicionárica ou não), em especial lexical, da palavra (ou sua desordem vital) e da ordem sintática vigente. O caos no cosmos do verbo. É o sentido alterado da palavra (ou das palavras em coito sintagmático, em pleno orgasmo metafórico). A alteração vexaminosa do sentido ordinário e plenamente estabelecido pela instituição (conservadora e mesmo reacionária) da gramática.

 
O QUE É POESIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Quando li Elementos da linguagem, de Martinet, em 1985 (conforme datação manuscrita, não a carbono, mas a grafite), o que foi vital a mim como “curioso” de “entender poesia”, deparei-me com o polêmico problema de aplicação à poesia dos dois níveis de articulação da linguagem. Denotativo e conotativo. Primeira e segunda ou dupla articulação.

 
DESAUTOMATIZAÇÃO DA LINGUAGEM: LITERATURA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

VCA

O uso comum, normal, ordinário, habitual da língua faz-se com que a usemos automaticamente, por hábito. E mesmo inconscientemente, no sentido de reflexo e condicionamento. Facilidade. Aptidão. Habilidade. O que seja comum é geral, fácil. De entender, responder, comunicar.

 
A UMA NOVA POESIA A UM NOVO FRISSON PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Uma nova poesia acende a dúvida

(ergue-se qual fênix moderna

das cinzas das palavras velhas

de sentido curto ou unívoco)

e declara a morte possível da velha

 
SÉBASTIEN JOACHIM E A POÉTICA HOJE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Antônio Campos

O catedrático da Universidade Federal de Pernambuco, professor titular da disciplina Teoria da Literatura, Doutor em Letras pela Universidade de Quebec (Canadá), crítico literário e especialista em semiótica do texto, canadense naturalizado brasileiro, há 30 anos ensinando em Pernambuco e na Paraíba, Sébastien Joachim, é um scholar, um poliglota e erudito na acepção mais moderna do termo.

 

 

 
OS CINQÜENTA POEMAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O poeta Vital Corrêa de Araújo publicou, pela editora Galo Branco (nome que homenageia Afonso Frederico Schimidt, título de um de seus livros), o livro "50 Poemas Escolhidos Pelo Autor", dentro de uma série editorial que contempla Mauro Salles, Elisa Lucinda, Antonio Olinto, Carlos Nejar, Lêdo lvo, entre outros.

Essa importante editora do Rio de Janeiro, sob direção de Waldir Ribeiro do Vai - que também edita a revista Poesia, homenageia com essa série a José Simeão Leal, criador dos Cadernos de Cultura, do MEC, na década de 50, que contemplava edições de livros com 50 poemas escolhidos, como o caso de Manuel Bandeira e Carlos Drummond.

 
O DESTINO POÉTICO DE VITAL CORRÊA DE ARAÚJO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Sébastien Joachim

Existem poetas cuja obra desenha uma curva parabólica, com um período de tentativas medíocres, o período de apogeu e um de desistência de suas possibilidades criativas: sobreviverão nas antologias pelos feitos da segunda etapa.

Outras pessoas que reivindicam o título de poetas, mas que em vão cortejaram a musa, desaparecerão do cenário mundano onde evoluem, uma vez extintas e/ou privadas dos apoio “políticos” que as sustentaram.

 
A PERVERSÃO POÉTICA: entre a Tradição e a Invenção PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Sébastien Joachim

 

 

Depois de esclarecer o conceito de perversão, apresentaremos a razão por que o poeta é um ser cujo trabalho de mundificação invalida o comparatismo crítico. Exemplificarei essas considerações preliminares pela breve leitura mito-poética de um poema.

 

 
VENCE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

a um ocaso cujo escarlate perdura num vaso em Creta.

 

para os ridículos literários, artísticos,

sociais e políticos do nosso tempo.

 

“um homem pode viver três dias sem pão

mas não sobrevive um dia sequer sem poesia”

Baudelaire

 
QUATRO POEMAS PESSOAIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

ULISSES

Só as paredes confesso: meu nome é Ninguém.

 

IR-SE

Vai-se rosto num vórtice supremo

(fica máscara vazia ao relento).

 
LEITOR ABSOLUTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O leitor de Poesia Absoluta (como o temos às dezenas, no Curso de Letras da FAMASUL) tende a reconhecer nele, em si (dentro do si) qualidades extraordinárias, que estavam adormecidas no berço esplêndido da página da alma, aprisionadas como a poesia.

 
ACONSELHOS A POETA QUE SE QUEIRA NEOPOSMODERNO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

(NOTAS A ESMO)

 

  1. Se na leitura literária deseje

coisas certas, ordem, clareza incontestável

das palavras, não leia poemas neoposmoderno

leia gramáticas (normativas, expositivas e tal).

 
A literatura PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A literatura – parte da totalidade da cultura, é um fenômeno específico, não do âmbito da razão, porém do campo da sensibilidade, isto é, do espírito, característico do espírito humano, em sua plena evolução. Não evolução geológica, ou seja, meramente temporal, mas produto de um processo do desenvolvimento cultural (isto é, não técnico ou científico). Cerca de 100 anos antes de Cristo, em especial no século V a.C. e nos começos dos tempos históricos, 100 anos antes e 100 anos pós-Cristo; a literatura (em particular, a poesia) alcançou seu apogeu, em Grécia e Roma.

 
POETA HERMÉTICO, E DAÍ? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Cláudio Veras

Há décadas persigo a trajetória de Vital Corrêa de Araújo, em especial, no rastro dos livros Só às Paredes Confesso e Palpo a Quimera e o Tremor, além de parte de Simulacro seguido de Escuras, cujos originais pertencem ao Professor Sébastien  Joachim. Também compulso Atanor e O Sal contempla o Atlântico, além deste e de Estou.

 
O QUE PENSAS E SENTES, ISSO AINDA NÃO É POESIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Admmauro Gommes

 

ANTES que alguém pense que estou inventando moda, confesso que a frase que intitula este comentário, não é minha. É de Carlos Drummond de Andrade, retirada de um poema (Procura da Poesia), publicado em 1945. Depois que o escritor mineiro adverte sobre as armadilhas que envolvem a criação poética, indicando que não se deve fazer versos sobre acontecimentos, definitivamente, aponta o caminho: “Penetra surdamente no reino das palavras.” De outro modo, é o mesmo que disse Manoel de Barros: “a radiância de um verso (...) vem das radiâncias letrais.” Ou seja, do confronto da palavra pela palavra com a palavra. Assim, “o que pensas e sentes, isso ainda não é poesia.”

 
Ludismo transcendente PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Hildeberto Barbosa Filho (*)

Vital Corrêa de Araújo, poeta pernambucano, pública, pelas Edições Galo Branco, seus 50 poemas escolhidos pelo autor. Posso ter, enfim, uma visão de conjunto e uma percepção mais seletiva acerca de sua poética individual que se expressa em títulos importantes, como A cimitarra e o lume (1981), Burocracial (1983) e Canção de Areia (1996), entre outros.

 
O TEMPO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O tempo é uma rua de Paris

cheia de pacíficos murmúrios

e rumores de serpente persa

dos vândalos gozos

das usinas de absinto estrelado

com uivos verdes de anis

e tédio cintilante

 
RECIFE DE MINHA COMOÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Recife, cidade adiada

submersa em sua mágoa

espaço sem corpo

só pedra, rio e goivo

trapo de sono

ventre de cio

 
POEMAS DA ALAMEDA JURUPIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

 

NA RETORTA DO TEMPO

 

Na textura do sal a pele da palavra

úmido atravessando a alma

 

 

(a travessia do sentido, a barca

da metáfora endiabrada, o mar

 

 
<< Início < Anterior 51 52 53 54 55 56 Seguinte > Final >>

Pág. 52 de 56

INFORMA GARANHUNS

Jornal O Monitor

Revista Urubu

Singular

Papel Jornal

Textos Agrestes