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POEMA CONCLUSO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Quinta, 13 Julho 2017 23:38

Do musgoso  silêncio da Floresta Negra colho

ávidos instantes, réstia de sal entre

copas impiedosas da altitude das árvores

pelos olhos sonoros dos pássaros coadas

alado esplendor, demônios

do êxtase possuem-me, som da vida sou.

Êmulos da luz cativamos o escuro

júbilo e jugo gozamos juntos

cada ângulo do êmbolo do tempo de pó polimos

com catraca do esmero e ânimo de prata.

Em nome da noite (e urgência do acaso)

e do que se atreva a vencê-la

em nome do ermo que me assola

a alma avulsa concluo este terceiro poema.

 

 

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