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DOIS POEMAS DE JANEIRO (2010) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Quarta, 11 Outubro 2017 00:33

Rompi, cortei mares com o tênue da mão

levantei o sol dos círios amarelos

(abri suas pálpebras ígneas, líquidas coivaras pardas

para que a manhã brotasse

de teus olhos vãos inutilmente

balbuciasse mel à tarde

de teu corpo

que o naufrágio dos desejos preservou).

Inventei para tua nudez ímpia

sedas resplandecendo

(macias mãos atentas à luz sediciosa dos mamilos)

roubadas da túnica imortal das estrelas

para o poema.

 

 

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