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Orações sonoras tecendo cônegos verbais PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Segunda, 13 Novembro 2017 22:34

e orações sonoras tecendo cônegos verbais

e ladaínhas nuas escapando do ventre

obrigatório dos monges.

Enraizadas numa árvore de goradas

poesias frutícolas e símiles nus.

 

Nos aléns dos jardins estocásticos

gerúndios chorando

lágrimas gramaticais escorrendo

das pálpebras de cada instante nu.

E rosas alquímicas florindo como abelhas

enxameando colmeia de doces ruídos.

 

Brotando em forma de buquês automáticos

de jarro ambíguos jorrando

como ácidos de estômagos quiabos

sobre sombras de glebas derramados

e descrevendo como claridade

a dor das epistemologias debruçadas na tarde

(enquanto a ortodôntica quântica

em esmeris cônicos desenhava a límpida

lápide do pânico).