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ONDE QUANDO COMO PORQUÊ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Segunda, 08 Janeiro 2018 22:13

Onde o verde das distâncias invencidas?

E o azul longevo dos longes de mim?

 

 

Quando Paulo Mendes Campos vê laranjais

de infindáveis doçuras geométricas...

 

Como demiurgos siderurgindo versos

na usina das palavras (moendo rimas)...

 

Porque Drummond diuturnamente estampa

noticias de sua luta (diária pugna do verbo na hara

veloz da página) com as panteras bruscas do invisível

que são a alma das palavras...

curvos corvos do nunca mais da lauda

postados assistindo ao poema.

 

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