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NADA MAIS OU MENOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 12 Junho 2018 23:22

Tenho por hábito bem arraigado imaginar algo (sem dentes até) bem real que não aconteceu ainda e buscar o equivalente verbal disso.

Algo inexistente, como delírio de abelhas ou fruto de vidro, que vou dizê-lo em palavras escuras, palavras que reproduziram nada exatamente os sulcos da imaginação. Só a realidade que ainda não aconteceu dispõe de especial potência para causar o poema. Para começar, basta uma sílaba. Nada mais. Porém, nada menos.

 

É que a real realidade está escondida de nós. O que lemos nos jornais e revistas, o que vemos em TVs e ouvimos no rádio é o irreal em devemos acreditar piamente.

Somos meros idiotas plugados. Obediente a tablets. Vítimas da mídia, o primeiro poder desde 1884. Coitados proseando poemas. Plumas de cão, o quê? As rãs de Bandeira é doidice.

É preciso criar uma metáfora que desmude tudo, uma metáfora absoluta. E fabricar alhures e barômetros. 99,99% dos brasileiros nunca tiveram um barômetro. Ganhei o meu aos 6 anos. E desde então sei bem o peso sobre meus ombros ao acordar. Que o novo Ministro da Educação, filósofo, Janine, que sempre lá em livros e jornais, não deixe de mais fabricarem professores medíocres. O problema não está no currículo, não reside no alunato. É o professor malformado no passado, muitos analfabetos funcionais (ensinando engenharia etc), todos dedicados a empresa de evitar que o brasileiro pense (desde os acordos MEC/USAID).

 

 

 

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