Murilo Gun

Admmauro Gomes

Quem está online

Temos 101 visitantes em linha

Assista

Siga-nos



LÓGICA FANTÁSTICA (CRÔNICA) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Quinta, 14 Junho 2018 19:12

Jamais esquecerão minhas retinas fatigadas

do quando encontrei na rua nova

(indo eu em direção da ponte da Boa Vista

num sábado esquecido à tarde defronte)

uma geometria bêbada (talvez viesse do

bar octogonal a esquina). Era um quando

escuro, mal vestido, por acaso, inapto

sem cronologia aparente e relógio surdo

e um pouco revoltado – percebia-se bem

e com as superfícies adustas do tempo.

A esse quando (soube-o por um como amigo)

Não interessavam horas ou fatos avulsos.

 

(Dedico este texto à eterna

fugacidade das coisas e do si).

 

Pois a linguagem é maior que a realidade.

 

A poesia a. é a mídia que media o mundo.

 

Comentar


Código de segurança
Actualizar