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Escrito por Administrator   
Terça, 07 Março 2017 14:46

Empampanoado Alcebíades adentra

o receptáculo do ébrio banquete

simpósio da náusea, envelope aberto

flautistas o cercam, o palavrório agita

e Sócrates imperecível olha-o

num soslaio filosófico, parto dos olhos

e frio clamor percorre o mundo.

 

[FREYRE PREVIRA]

É preciso fazer um poema para a morte

(para que esta amara Senhora

venha a nós docemente, pouse

com candura negra em nossos lábios.)

 

Aqui na Terra e lá no Céu

anjos punjam e torçam

pela ascensão de nossas gargantas

ao pódio agonizante do pescoço.

 

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