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CINZA DA LUZ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Quinta, 13 Julho 2017 23:29

Eis que a palavra

à pura insânia me arrasta

abeiro cinzas da luz

do extinto lume comungo.

O candelabro estandarte.

 

Insone como deserto

assolo o sal, o sol se levanta

sobre meu olhar desolado.

 

Durmo sono vasto do tempo

horas pressagas sangro

avaros instantes demulo como papoulas lentas.

O sono não tem sexo, a vida não é bela

hipnótico tempo sem data ou honra

hora que nada revela

velo sem luz, convexo olho.

 

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