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DECIBÉIS DE ROSAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(Ou noturno do jasmim)

Voz de mirra ergue-se além dos endoendros e da canela

um violino lambe madressilvas árduas

 
IR AO VOO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Até ao longe azul voo.

À umbilical altura vou. Sem que

nenhuma claridade me capture o espírito curvo.

 
AVISO: PARAÍSO FECHADO (NÃO PARA REFORMAS) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Saibas, leitora ínvia, que Deus (hábil sábio) fechou o paraíso

 
POEMA AMANHÃ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Em torno do átimo redondo nos reunimos

o sítio das conversas em cestas e redes reunido

do convés das gavetas gravatas ancoradas

 
ELA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Eu e tu vamos juntos à cena original

buscar o verbo do êxtase, tocar o primevo

penetrar o íntimo do universo

 
O RIO LENTO E VORAZ DO TEMPO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A água ou não horária (o rio ou não cavalo)

solta-la para que não assole a aura

(de lento) a sala intemporal da alma

 
A SOLILOQUIAR VOU PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(Confissões do poeta)

A soliloquiar voo, pássaro sutil

de canto inclinado ao levante

 
POMAR DO APOCALIPSE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Tratos primários, rios intestinos

atmosfera em fúria, decibéis úmidos

elementos revoltos, céus desatados

 
NOTURNA MÚSICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O lume mensageiro

luz dilúcida, oblonga seiva

olhar de lua, breve redondo

 
SITUAÇÕES NUAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Teu mármore imaturo

tornou-se areia branca, Lorca

Valham-me nesgas, frinchas, grotas, gruas

 
CINCO POEMAS EM PROSA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Venenosos incensos esparges na pele e olhos da alma

de Lídia, colhes síncopes, hematomas íntimos intentas

e com mosaico de uivos constróis inteiros

 
POR QUÊ ESCREVO POEMAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Faço poemas porque acredito em Deus

sei que Ele é inacessível

como o rosto da minha poesia

 
POIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Pois tudo está escrito (desde Malba Tahan)

ato a ato contabilizado

pecado a pecado, maléfico e maléfico maiêutico

 
OVÁRIO DO VERBO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ao relento branco da página

poema ovula palavras.

Do pólen da estrela vem

 
É PRECISO CONJUGAR TUDO COM NADA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A Auschwitz, chão

apinhado de mortos ossos.

Do útero do amanhã

 
SALMOS PÁSSAROS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Estábulo e demiurgo, exegese de

pedra, corcel espumando entre cardumes

de rochas ancestrais, expressão e

 
FIDUCIÁRIAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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destino é carnívoro

É dos postigos fechados, das cornijas sem ventre

dos tímpanos dopados e do ubre dos abismos

 
POR OUTRAS RAZÕES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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“As sequências linguísticas são rebeldes”.

 
ÓS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ó tênue lingerie de Messalina!

Empodera-te-me.

Nenhum homem é nu.

 
SOMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Da fratura da linguagem

de sua cisão e nudez

do sulco que a escava na página

 
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