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O JUÍZO FINAL DOS OLHOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Constatando:

 

a seiva da morte não é noturna.

Mas parece um meio-dia sem norte.

 
TARDE CEMITERIAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A tarde era um cemitério. Lento. Os pássaros lapidados do

céu plúmbeo (moldados a um tipo de surdez argentear) intrusos

e o grito vespertino parecia pedras amontoadas

 
TRIPOEMA DOIS Às peripécias da reflexão PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A navalha, o corte, a insânia

como centros do ser

ou emblemas da razão.

 
ÔNTICO VITAL DEPOIMENTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Vital e seu périplo

bando de palavras, mônadas de verbo

pela passagem do banal ao poético.

 
DEPOIMENTO DO POETA (E DO HOMEM) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Não sou.

Febril ser sem si.

Breve. Comparável a ínfimo

 
SÍNTESE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Tudo se resumia na estranha

partitura de todos os sonhos

em especial os ensandecidos ou impróprios

 
DERRAMES DO TEMPO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Amanhecer cálice lento

que esplendor percorre

como sombra

 
À PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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À escrita poética simulacro do sonho

grifada da alma à tinta lábil

da pele rústica do homem impregnada.

 
OFÍCIO CEGO (OU EGO) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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À luz das lâmpadas vazias

à luz  de metano dos pântanos

assim que céu enlouqueça

 
A MIM PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Epifânico e vil o poema. Caixa de incertezas crônicas. A ressoar impureza. Ninho de canto bursátil.

 
O PÓ DO PRESENTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Das artérias da náusea corre

volumoso tédio

melancolia branca

 
À ruidosa dissidência PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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à crua querela

à luta sem ventre

á revolta vazia

 
TRITERCETO (E APOLÍNEO VERSO) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Demiurgo forje

do alquímico forno

barítonos precipícios.

 
À ÓSSEA MÚSICA DA FLAUTA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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De uma vértebra alada de Maiakóvsky fiz este poema

A melancolia do horizonte.

A voz rugosa do nada

 
VAGALHÕES SÃO ALPES ESPUMANTES ROSA, CÁLICE DE RUBI (MARINO) BORBOLETA , FLOR FLUTUANDO (VITAL) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Até sombras apodrecem

quanto mais claridade do homem

Imagética vertiginosa

 
CAIS RIMBAUD PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Esquivo poeta ronda

ébria pálpebra do barco

(de barro) enquanto

 
ÚNICA VERDADE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Id tudo sabe.

E pelo sonho torce.

À encarnação

ao logos feito carne

 
(DOIS SEXTETOS) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Às fugas, traços, máscaras,

matéria-prima dos espelhos

verdades do rosto.

 
EX NIHILO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Todo sabor é putrefato.

Todo saber é simulacro.

Um pouco de sono ainda

 
MÚSICA (como expressão do mundo) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Do silêncio das estrelas calmas

caindo de um céu aberto a perdão

estendido sobre páramo urbano (recolho)

 
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