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ESTRELAS DESCALSAS DA CALÇADA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Gumes agrários.

Vasilhas de sal dissolvidas.

Limites são impotentes.

 
PELAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Poeta é pastor da palavra.

Ser ou eu, tu ou outro: palavras.

Escutar não é sentir.

 
ERMO RUMO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Colunas de basiliscos

(filas de centopeias, razias de lacraus

luz de aço arregimentada em covas de veneno)

 
AO PESO DO CÁLICE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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À escura morada, ímpia casa, lar extremo

dos pobres pecadores não entram

preces para desesperados

 
A PESADELAR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O peso de uma pluma de chumbo

o da pena de níquel da mão escritora

o peso penso da Torre de Pisa

 
DESPOJOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Dias são espessos insanos tempos

noites tênues onde desvairadas luas vagam

sem leme ou data

 
CIÊNCIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Descubro rumores de cadáver

a meu lado e primícias

de escombros em outubro.

 
POEMA. COMO? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Consecusão de um indesejo

Realizado de involuntariedade.

Não ver poema com sentimento

 
NOVA SULAMITA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Erro pelas colinas de Sennir e Hermom

cego do amor que me negas

em cada gramo da luz do sol te vejo

 
VIDA VALE PENA VIVER? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Para navegar no rio das veias

(com ajuda do gajeiro coração)

e pelas artérias de fogo descambar

 
POR VER PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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...Até que se amaram entre parênteses

(o hífen com a aspa) numa fricção virtual bem prendrível.

O por ou vir do verbo é vital.

 
VÉUS CIÚMES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Véus tinham ciúmes, linhos inveja.

Morte surpreende o dia

brota do corpo da tarde, invade

 
A POÉTICA HUMANIZA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(desde Homero ou da Bíblia)

A poética é em si um ato participante (e criador) da linguagem.

 
POEMA A ESMO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(por que quiabos

e não alfaces?)

Quanto pó no campanário

 
AVENTURA DE ESPÍRITO - VCA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sírius, o cão de Órion

acena do casulo das estrelas

para o bosque noturno

 
FRAGMENTOS VIVOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Os brincos de Ganimedes são ásperos

e o túmulo da água grega excele.

Ao sátiro de ouro do relicário de Tarento.

 
SOBRE POESIA E DEUS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Poesia, límpida fonte de desespero

modo de disfarçar a alegria, cobrí-la

de gestos cegos, sumos cavos, uivos servos

 
NOVALEI PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Só podemos ser justos

se não formos humanos.

A solidão tende ao absoluto.

 
DOBLEU PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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DO 12º andar náufrago do Bleu de France

visito com olhos assombrados

peixes voadores e a meio da onda

 
SONO VITAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Após cinco dias de turbulenta sociologia

sob pálio de álgebras inconsoláveis

e o desenho de um ventre impenitente

 
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