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ABETOS FUNGÍVEIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrevo poesia porque vou morrer.

E se fosse eterno

como um esporo vital?

 
QUALIDADES DO POEMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Poço de lama, espelho da alma.

Rima Brasil com azul falho.

Sublime  desordem lírica vital.

 
POIS É PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O infinito é longe. É além

da eternidade sem fim.

Poção inútil, ser de Deus!

 
LUA VAI, NAUVEM PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A nave da lua singrava

céu francês

estava ébria com Rimbaud bebendo

 
CONFISSÃO MOLHADA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Enquanto te ensaboava vi a espuma

lasciva descer sobre tua bendita racha

e os flocos de sabão pendurados nos

 
ÍGNEA ÁGUA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Fogos fugiram como ralos de ratos

a nave do corpo abandonaram.

Cálamo imóvel vai ao mistério

 
FALAVRA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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E o que tenho além

do inferno de cada dia

céu enlutado, famélica garoa

 
DESEXERCÍCIOS POÉTICOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Se poesia se faz, faz-se com o mínimo de palavras mínimas de sentido máximo, então... viva a filosofia do irracional absoluto,

 
MEU SONHO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sonho sempre comigo incógnito

no rosto da esfinge noturna

a devorar ávidos axiomas

 
VERDADE: TODO PÓS COITO É DEPLORÁVEL E EXAUSTIVO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Os teares morreram.

O páramo também.

O etério está à mingua.

 
SIBILAS COMO CHOPINS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sibilas e profetas arquitetam o futuro.

O verbo prospera a poesia.

As palavras trancadas no poema.

 
O PRINCÍPIO DA IMAGINAÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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E para sempre se amaram

(entre parênteses).

A preocupação (ou ocupação)

 
TRÊS POEMAS DE SETEMBRO/2002 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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CEGAS DESCULPAS

A alegria de meus olhos cega diante de ímpios entardeceras

esses seres que saem do peito do Senhor

 
A UMA NOVA POESIA A UM NOVO FRISSON PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Uma nova poesia acende a dúvida

(ergue-se qual fênix moderna

das cinzas das palavras velhas

 
A HORA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Eis que é chegada a hora

de executar rosas

trucidar flores.

 
ADVERTÂNCIA (SEM ADVENTO) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Tanto o mundo sublunar

quanto a existência solar

são mais precários do que Deus

 
LANCE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ornatos bélicos

adereços de sangue

coalhado de olhos de estrelas

 
PAPEL DE MORTALHA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Primo: devia ser preta como a morte.

Nus langorosos e dubitáveis, adoro.

Se a eternidade é de palha

 
ÂNSIAS IMUNDAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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I

Não basta narrar a morte

nem romanticamente sentí-la

 
AOS ELEMENTOS DA ÁGUA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sombra de ervas.

Sonâmbula noite absurda.

Músicas abandonadas no bemol.

 
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