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À MORTE, MULHER PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Se a morte for bela mulher jovem porque eterna

fêmea negra e poderosa

de ancas escuras e atentas agudas

 
NU (TRÂNSITO) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Nu saí do ventre mãe

nu vim do úmido útero

para o trânsito (engarrafado

 
EI-LA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Mulher alta de cílios loquazes

(com pilão da cintura e delta do seio

ou seios silentes, quem sabe?)

 
ASSIM ISSO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Assim que sol

fere olhos do cedro

manhã se expõe

 
QUAL HORA DA MORTE AMÉM? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A hora da nossa morte sem amém.

Marias desgraçadas

misóginos em vitória e tesos.

 
BRETON TIMBRE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Proclama a rebelião da palavra.

Auroras de cimento armam-se.

Sons acesos.

 
LÍMPIDO FEROCE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O que há no olhar dos cães? Não vejo.

Niilismo era seu nome oculto.

Falso tudo brilhando.

 
DIAS A NOITES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Dias de granito e orvalho

e de licores nefastos.

Dias sem grandil ou celeuma

 
À EFUSÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Frieza a rigor, exige poesia. Secura e implosão.

Concisão e efusão descomedidas.

A metamorfose do poema ocorre

 
DEFINIÇÃO DE POESIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Poesia: máquina de moer ângulos

esmagar catetos das hipotenusas azuis

e reviver pó a partir das cinzas do espírito

 
DIDO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Dido é aurora feita de fumo e dor

é ardência de treva, injustiça de longe

impuro fruto do amor (sem pena).

 
SITUAÇÃO NÃO SARTREANA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Com teus grandes olhos abertos

colhes o sol, extrais luz do avaro

inauguras o pleno (magnésio válido)

 
SILÊNCIO DE LUZ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Silêncio da luz perpétua desperta túmulo

assalta pássaro melancólico ou metálico

sobre lápide (com duas fatais datas)

 
CIOS DO HELENO PARAÍSO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Platão é cioso do princípio turvo.

Se satisfaz bem com sombras ou sobras

da obra pré-socrática

 
ESTRELAS DESCALÇAS DA CALÇADA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Gumes agrários.

Vasilhas de sal dissolvidas.

Limites são impotentes.

 
A TODAS AS NÁUSEAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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a Sartre

Ao limbo do silêncio branco.

Silêncio  não é impotência.

 
POEMA ÀS VEZES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Às minhas concupiscências todas, dedico-me.

É apropriado que faleçamos quando

despenca uma vertigem e a alma embote.

 
OSTINATO RIGORE VITAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(LIBERAÇÃO TOTAL DA FORÇA EXPRESSÃO)

Preciso atentar que o substrato imagético

é naufrago, oculta-se nas sombras do verbo

 
CÉU ABERTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A cada saliência do silêncio

a cada caliça que do grito escorria

a cada lento alicerce pulsando

 
E TUDO FOI NAUFRÁGIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Estendida das redes célicas estavas

lançando-me a teus olhos

como sinfonias de gladíolos aproximando-se.

 
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