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ALTO ESPETÁCULO PARA OS OLHOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ante leva das rústicas hostes do ocaso hipnotizados

ante sólido, inevitável, incruento

e alto crepúsculo

 
ONDE? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Onde orvalho é branco como anjo

e afaga face crua de cada humano

onde flores alimentam borboletas

 
CREPÚSCULO DE GARANHUNS ÓTICO ALTO ESPETÁCULO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Do meu silo de silêncio

silêncio que é o cereal da alma

da cela (com cilício) do Mosteiro

 
A MODERNIDADE MATA TANTO QUANTO A MONOTONIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A modernidade do imenso me cansa

a monotonia do cansaço é imensa

a calmaria da água contamina a alma

 
O POEMA DECLINA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O poema declina

de toda responsabilidade

com leitor casto, inocente, imediato

 
LÓGICA FANTÁSTICA (CRÔNICA) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Jamais esquecerão minhas retinas fatigadas

do quando encontrei na rua nova

(indo eu em direção da ponte da Boa Vista

 
INIMIGO AMOR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Inimigo amor, a hora

de prosa acabou.

Soeu a pedra, voo não sou

 
PEQUENAS AURORAS E GEOGRAFIA DO VENTRE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Pequenas auroras teus olhos

neles habitando lento cisnes perdidos

deles lua nascente brota do inocentes

 
A MUNDANÇA É NOCIVA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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No poema, as palavras não são separadas das coisas, não substituem ou representam.

 
POEMA É PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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“A poesia é o verdadeiro real absoluto. 

Quanto mais poético mais verdadeiro”

Novalis

 
COLINA SOL ENGOLE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Engole sol colina

ruidoso crepúsculo fina

cores ficam escuras

 
SILO DE SOLIDÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Do paiol de solidão do Mosteiro

da janela do monacal jardim e selvagem

de todas as rosas convocadas

 
FORMOSURA DO CREPÚSCULO DE GARANHUNS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Saio de Recife movido pela ânsia

invicta de galgar o planalto dos unhanhuns

e lá do bem alto ver o chão incendiado

 
MÁ MÚSICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Deus seria feito de monoaminas

é o que conclui cientista ianque meio ímpio.

A má música cria catarata no ouvido.

 
DÍSTICOS EXATOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Calcanhares de cadáveres são frágeis

como os de tolo Aquiles.

Como são ágeis e furiosas as sombras

 
LEITOR NOVO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O poema absoluto constitui o leitor. Porque é algo novo no caminho (acidentado) da palavra. O que qualquer leitor relativo faça é seguir passos já dados, repetí-los.

 
NOTURNO RUMOR DE MILHO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Pascem em ti jornada e rebanhos

de  manhãs debruçadas dos sais dos seios

passam sobre almas anos descontínuos

 
RECEITA DE POEMA (NÃO DE MULHER) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A poesia pagã (antes do Deus único e que se tornou cristão, óbvio, quântico, ubíquo, ecumênico, embora mecânico) era absoluta.

 
POESIA ABSOLUTA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Só a palavra poética (nem mesmo a palavra religiosa) salva-o da permanente ameaça da indeterminação absoluta (ou fracasso do espírito).

 
QUINZE TERCETOS SEM NOME PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Barco sóbrio singra

entre linces adormecidos

e panteras ameríndias.

 
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