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REVEL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Do ápice deserto sinal de Ihwh voa

revela-se o Ser. Aliança fomenta-se

sob cimento inesquecível da Revelação

 
O FUTURO NÃO É ASSÍRIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Isaías, filho de Amós, orou ao Senhor

prédicas vazaram do seu coração altivo

voaram de sua garganta diatribes duras

 
O SUBLIME E O HORROR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O sublime e o horror são irmãos (em Alberto Lins Caldas). Em comum, têm o assombro.

 
DIAS A NOITES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Dias de granito e orvalho

e de licores nefastos.

Dias sem grandil ou celeuma

 
LÍMPIDO FEROCE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O que há no olhar dos cães? Não vejo.

Niilismo era seu nome oculto

falso tudo brilhando.

 
FORMA DA MORTE DO TEMPO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A morte do tempo ocorrerá quando?

Entre os quatro e doze meses, Maria manuseará

os objetos mais queridos.

 
CONTO LÍRICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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As referências e os sentidos (tais e quais) dos poemas absolutos estão não nos textos (poemas), mas nos leitores (também absolutos).

 
EX-POSITIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ao se ler Vital, vê-se a necessidade do uso da palavra não como forma mas substância.

 
DECIBÉIS DE ROSAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(Ou noturno do jasmim)

Voz de mirra ergue-se além dos endoendros e da canela

um violino lambe madressilvas árduas

 
NÃO HÁ PORQUE SER MAIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A duração da ânsia estrangula ervas.

 

Todo interior é puro como cobras.

 

A eternidade é uma mulher infinita

 
NOTÍCIA DA MORTE DE SENAQUERIBE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Em incerta manhã da nevoenta Nínive

enquanto adorava Hisroque

Senaqueribe foi morto, cortado, lacerado

 
POEMA NÃO É VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quanto maior a densidade e diversidade da forma e complexidade da substância poética condizentes a uma expressão não raro obscura, de teor esfingético alto, mesmo hieroglífica deveras

 
TUDO FRAGMENTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A ruptura de toda concórdia.

Assembleias noturnas e perfumadas.

A incredulidade patente do racional sereno.

 
DÍSTICOS DE ABELHA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Vazio urra

silêncio empilha o pleno.

Um pêsame e dois prantos

 
CAUDA PERDIDA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quantos anos, já, desde que perdemos a cauda?

Propalar um simulacro é acertar.

Curso de especulação superiora.

 
NOVE POEMAS MENOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Minha irmã, a Morte.

Poesia: a insurreição do verbo.

Poesia parteira do poeta.

 
A MORTE DE CRUZ E SOUZA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Perto do fim, sentido a hora glacial a bafejar-lhe alma, abeirando-lhe ossos, Cruz e Souza canta:

 
MANUEL FLORENTINO CORRÊA DE ARAÚJO, POETA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Dupla homenagem à memória de meu avô e meu pai. Homens inteligentes – e cultos – que marcaram seu tempo e deixaram –

 
G20 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ao lume fálico das cimitarras

ao excremento, alma das metrópoles

aos homens probos, que temem a metáfora:

 
SALTO IMORTAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Álgebra de pedra emusgo

canção de cacto e papoula

alma do homem sem comunhão

 
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