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PoesiAbsoluta
INQUÉRITO LÍRICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Interroga as grades, editais de nervuras de ferro

espalha nos átrios das últimas catedrais

notícias de blasfemas sevícias

 
LUZES DOENTES LUME DO ENTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Vestíbulos cegos, vocábulos loucos.

Caminho pela beira octogonal de água

e a tarde estival afrouxa as arruelas.

 
COMOS SÓ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Como ser cinza, se a cor morreu ontem?

Como ser escuro, se o sol suicidou-se cedo?

Como ser branco, se o sal sumiu de mim?

 
SEQUELAS DE PALAVRAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quantas sílabas têm duas sibilas?

Meus condados são segredos. Não os degrado.

E minha cólera secreta. Como uma mulher.

 
TEMPO MOLE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O tempo dos relógios dos teólogos é mole.

Sobraram da festa místicas dobras de silêncio

partido em quatro eneágonos azuis

 
TODO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Todos os segredos do fogo

todos os 29 de dezembro

todo o irremediável bulindo

 
DIDÁTICA PROFANA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(ladainhas de bordel)

Crio demanda

e me oferto

 
CERTEZA CORRENTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Vivo a margear

o armagedon tenaz.

Só de seu uivo, vivo.

 
SOBRE O SAL DA SEDE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Poema prepara alma para

completa intransição.

Espírito já não transa com a carne.

 
TRANSFORMADA EM FESTA SEM PERDÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Na profana ágora, adro castanho

praça em que poreja  multidão

a um crucifixo de metal fidelizada

 
ESSES CÍRCULOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Cabedal de luzes, abdul de cinzas

esses lentos círculos prologando abismos

concuspiscentes e carnívoras carolas puras

 
TEMPO TRÔPEGO (O MEU) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O passado do tempo: curvo, curto, longo, puro?

Tempo é uma convenção mental.

Manipulas meus olhos.

 
BACANTE SONHO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sonhei bacante pura

em leito de papoula nua

do lábio ébrio desprendia-se

 
RASANTE PASSAGEM DO VOO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Todo eco é oco. Todo ouro impuro. Ou tolo.

Nem hímen de aço resiste à dança do falo.

A virilha do geômetra é piedosa como um declive.

 
PÓ VITAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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quem dele escapa?

que homem ou coisa!

A meus livros, quita-os pó vital.

 
LIAME PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Peras do perpendicular templo Ezra contempla

sente mirra e olíbano ares de pássaro cobrindo

visão esparramando-se como uivos na planície

 
TEMER PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Temíamos

que voz da claridade

despertasse nosso êxtase

 
BORGES JAGUAR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Veia jugular do jaguar

Borges orienta o fluxo

imperturbável do sangue mineral

 
ABSOLUTO OFÍCIO DA PALAVRA POÉTICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Todo vazio é hiante.

Todo uivo viável.

Todo abismo vê.

 
ERMO RUMO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Colunas de basiliscos

(filas de centopeias, razias de lacraus

luz de aço arregimentada em covas de veneno)

 
O ANTIPROFETA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Em todo homem dorme um profeta, e quando ele acorda há um pouco mais de mal no mundo...

 
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