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ÍLION DE JOELHOS - ANTE IRA EQUILÁTERA DE AQUILES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ilíada fortaleza ajoelhada

aos irados velozes pés de Aquiles

de olhos endiabrados

 
OLHOS DE AQUILES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A luz do elmo e a gota de fúria

que escapam dos olhos de Aquiles cintilam

no trêmulo céu de Tróia

 
POÉTICA MEDICINAL VITAL UNIVERSAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Xenócrates curava com música

mordeduras de cães danados.

Demônios temem harmonias.

 
AO TEMPO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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I

O tempo tem dentes afiados

e fome infinita

 
VAGO POEMA DE SABOR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Morto

apodreço com cerejas

céu decompondo-se

 
POEMA À ROSA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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a Rosa que morreu sozinha

À Rosa, rosa que jamais murcha

Rosa que ressurge da tênue

 
RÁPIDA ETERNIDADE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Por alguns íntimos

(e pífios) segundos

somos (ou fomos) eternos

 
NÚMERO DO SILÊNCIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O silêncio de Pitágoras é da estirpe do infinito

e se faz ouvir nu e preciso

na geografia dos abeto

 
A TUA INSÔNIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Insônia não tem úmero, sexo, data, forma, tempo

é estéril, indocumentada, insistente, pastosa

criada por ímpetos disfarçados de pesadelos

 
POEMA AO CORPO DA MULHER NEGRA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Tez cinabra ventre azeviche

velo que noite rasga descobrindo

nos campos árduos do teu corpo

 
DA FARMÁCIA DE DELEUZE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O signo significante (de Deleuze) é algo completo. Não é só face da moeda da comunicação.

 
EDIFÍCIO DE RUÍNAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ruínas erguem-se dos leitos de trastes

do enorme e curvo acervo de detritos e gnomos desdentados.

Cães turbulentos do espírito

 
DE NÓS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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De ti conheço o rumo ausente

o silêncio

a vertigem imóvel

 
POEMA A ESMO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(Por que quiabos

e não alfaces?)

Quanto pó no campanário

 
POEMAS SENTIDOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Vai, querida margarida

puelame, pupila

ao som do zéfiro entardecente

 
NOTAS VCA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Toda moral é comerciável.

Justiça é necessidade.

 
PASSOS EM CRUZ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Passos  ébrios, cruzados em varas

passos de um peregrino errante

são também errantes

 
FAZÊMO-LA (NOVAS CONFISSÕES) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Minha vida é uma busca

meio que borgeana porém cruciante

busca o único espelho que reflita

 
A MORTE É GEOMÉTRICA (SIMÉTRIA À VIDA) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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a Murilo Mendes, um dos gênios da raça, com CDA.

 
CÓDIGO PARNASIANO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O código parnasiano (forma de fazer o poema) neorreparnasianado tornou-se velho, dialeticamente superado, mas não mudou, se manteve firme...

 
VOU AO PAÍS DA MARAVILHA SER FELIZ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Todos os machos perderão as virgindades (todas)

defrontarão suas ágeis esfinges

e voltando a dormir com as inocentes mães.

 
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