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PoesiAbsoluta
POEMA CAPTADO DAS FALHAS DE UM ALFARRÁBIO NOVO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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As sombras deixavam seus esses espalhados

na palha das rimas fugitivas enquanto

o silêncio fluido dos is sem pontos

 
SITUAÇÕES POÉTICA (DIZ ABAFO) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O ato de comprar é universal, metafísico, direto.

O ato de produção é ontológico.

Vende-se antimorte garantido

 
OPINIÕES ABSOLUTAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Velório não precisa ser belo

basta ser triste

(embora a beleza do fúnebre

 
EPISÓDIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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De pão e vinho vivem os anjos

do céu barris ocupam a mesa de Deus

lotam as dispensas mais altas.

 
A MEIO DE DECLARAÇÃO SINCERA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Creio no papiro e no escuro (sou poeta)

fluxo de lágrima movediça do pranto

lírico (e irremediável) não aceito.

 
LUZ DÚPLICE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O semblante líquido ou não resta.

num retrato esquecido na distância

teu rosto antigo está espalhado na sala

 
O RETÁBULO E SEUS ÂNGULOS FLÁCIDOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Onde se cruzam cinzas começa

o drama ingente da vida. Como o nada termina.

Se vives à imagem do verbo, és.

 
VERSETES ET NUEZAS DO VERBO VITAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Tua pele arte, teus ângulos de carne

curvas ósseas, estruturas ávidas lascivas, linhas

retas, rotas, certas, espertas

 
INVALIDADE POÉTICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Uma virgem maculada

(como tantas brasileiras).

Flores estilhaçadas por granadas verdes

 
QUAL HORA DA MORTE AMÉM? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A hora da nossa morte sem amém.

Marias desgraçadas

misóginos em vitória e tesos.

 
DE CRISTO A PÃ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Gólgota, lenho da dor, gerou a cruz

cujo destino era o Calvário ou o Amor?

Eis a última pedra, o sopro ósseo

 
ACONSELHO LEITORAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Por encruzilhadas, não se deixe esganar

leitora tola. Mas, as vergue, desmanche.

Não dê as costas a escombros.

 
GRODEK PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Pelo eco da tarde e baixinho

soam nos juncos flautas do outono

sombras de bosques vermelhos ressoam

 
PELO ORCO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Pelo Orco abisso se esgueiram

sombras e sombras de sombras

as pobres sombras dos homens.

 
ARTE DA FUGA OU DEUS FAZ-SE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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De que sopro, de que FIAT Deus faz-se?

De fragmentos do fogo roubado veio o homem.

Cavalos frios atropelam o inverno.

 
APELO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Não me entendam, por favor.

Se não me entedio.

Meus poemas não são pour épater... e nada mais.

 
CAIS AÉREO PARA PÁSSAROS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Mãos sepultas como portos

entre mares de porcas pérolas

ânsias afagando-se

 
O QUE NÃO É POEMA? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O poema é e não é.

Os cavalos trotam pelas ruas (veia páramo).

Os cabelos trotam pelas cabeças (calva hara).

 
PULSÃO DE TIGRE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Em cada raia tigre pulsava.

A cada pele a alma mudava.

Rugas e dobras se disputavam.

 
MÍNIMO HUMANO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Entre a manada urbana de autos

e o rebanho de cólera metropolitana

diviso sinal transitório

 
HÁS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Há melindres, no codiário do acaso?

Há madames bêbadas de absintos e sábados

há comendas de dilúvios e tâmaras bastardas brotando

 
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