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PoesiAbsoluta
DE VENENOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A alba é venenosa. Ofídica, nada pressurosa.

E como rosa se vai

como rosto corrompe-se

 
PERSEGUIÇÃO DO SER PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O ser, raramente dado sempre conquistado

aterra CIORAN, merece a honra de uma

maiúscula... não por sua máscula

 
VARIEDADE DE VERDADE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(DA HORTA FILOSÓFICO – POÉTICA)

Manhãs de porcelana meio-dia despedaçou

em trastes de tarde

 
SÍLABA DE ESTRELA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Atravessei celibatos de abelha

o cálcio do coração demoli

no périplo sem limite de palavras

 
CIO DO SONO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Aquele mamilo adolescente

que eu manipulava com apreço

não me sai da rima

 
VERDADES DIURNAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O etéreo (e seu empório distante)

não se digna de inclinar-se a nós.

Pobres humanos, criaturas da penúria.

 
O PERMANENTE PODRE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O rosto já não resiste

à hora que o sulca como trator.

O pranto já não umidifica

 
PERGUNTANTIGA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Que fonte pressente a face

ou sol se amoita no peito

entre urzes das lágrimas?

 
A LÁBIOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Os lábios espessos do outono

perdem o viço

acrisolam o corpo

 
IR E SER PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Fui a todas as sombras (da vida)

interrogar moedas. A fontes renunciei.

Vivi de deságios. E de usura morri.

 
ABETOS FUNGÍVEIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrevo poesia porque vou morrer.

E se fosse eterno

como um esporo vital?

 
O SÃO JOÃO DA CRUZ ARDENTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Amor cala. Não amordaça.

Luz invisível e silenciosa contenta.

Da ardente iluminação do silêncio

 
POÉTICO MYSTICHE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A poesia independe de linguagem pública.

Vez que não é oficial. E ela vela o íntimo.

Do ser e do sendo.

 
TEMPO: ILUSÃO MEDIDA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Noite esparramada contra o céu

“como um paciente anestesiado sobre a mesa”.

T.S. Eliot

 

 
VIVA A PENÚRIA E O DESODOR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Toda a sequidão do ser serve (a quem?).

O árido é furioso. Funesta face seca.

A crueza da luz. Não impede a sombra.

 
POESIA DE SI PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sou o fim só o fim do começo?

A poesia de VCA cria sua própria

(e vária) forma. Rejeita fórmulas.

 
ALTIVA SERVIDÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ama o doce macio e a sombra fresca

do milho (a bonecar o brilho)

devoto da mística inconsciência

 
BODAS DE ADÔNIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ao conúbio de Adônis

touro de açafrão vieram

e éguas lusas com selas de madrepérolas

 
COLÓQUIOS ESQUECIDOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quem abriu (e não fechou mais)

as veias (sórdidas) da cidade sem sal?

Por que caminhos?

 
VAZIO (OU VOO ALÉM DAS ASAS) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Exercício de imaginaria ou engenho do id vital.

Pressupostos do poema:

a poesia absoluta é um ponto de chegada

 
SIBILAS COMO CHOPINS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sibilas e profetas arquitetam o futuro.

O verbo prospera a poesia.

As palavras trancadas no poema.

 
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