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PoesiAbsoluta
LABIRINTO (DESCRIÇÃO) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Cinzas (ou pós) caíam

ao limbo da manhã engaroada

da porta do ínvio elemento.

 
VIVER OU MORRER PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Viver é simples. O problema é se manter vivo. Precisamos ingerir nutrientes sãos, expelir excrementos mais ar inalar sempre (lógico que com oxigênio O),

 
O POEMA VITAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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VITAL CORRÊA DE ARAÚJO É COMPLETAMENTE LOUCO

Alberto Lins Caldas

 
POETAS E ROMANCISTAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Poetas e romancistas são mestres, conhecem

de fundo a alma humana. Pois bebem direto dela

da fonte do id se embriagam. Poço que não

 
TRÊS TROVAS ERÓTICAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Com tão minúscula tanga

toma cuidado, Mônica

pois não cobre nem a banda

 
DOR VIVE DE RESISTÊNCIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Há morrido o amor

que havia tanto em mim

que em mim tanto havia

 
POÉTICA E APORIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Cláudio Veras

Na escritura poética de VCA é preciso renunciar a toda aborrecida montra teórica academicamente disponibilizada (criadora de críticos mecânicos)

 
CONVERSA COM LEITOR (DE PA) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Não permita leitor

que a poesia o colonize

ou impeça a morte.

 
SEPARAR O POETA DO LEITOR OU DO NÃO POETA É DIFÍCIL, PORÉM NECESSÁRIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O poema começa finito, relativo

situado, datado... e vai além

da caneta ou do teclado

 
A LEITORAS (NÃO OU TOLAS) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O que debilita o brio

acende desânimo

ilumina descaso

 
AMORES MORRERAM PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Meu condado não é de pedra nem lata

é do alumínio da alma.

Verbos perderam entranhas.

 
OBSCESSÃO DA POESIA ABSOLUTA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A Poesia Absoluta recusa – e é peremptória (abomina o conteudismo como finalidade da linguagem como ideologia que faz veículo da palavra)

 
O RENGA DO CINQUENTENÁRIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Na corte imperial japonesa da era Heian, nos já tão idos aos 800, era praticada, e com freqüência, a forma poética renga (poema encadeado),

 
CLARIDADE MORTA (UTOPIA MECÂNICA) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

À rubra claridade de outubro

junte-se clamor pelo escuro

que alma dividida habita

 
CONFISSÃO DE ODISSEU PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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À terrível e longa, à naúfraga Ítaca sigo

no barco enlouquecido do rumo ermo e divo

não busco devasso corpo da lúbrica Penélope

 
PRECISO É LEVAR O CAOS (TRAZÊ-LO A NOSSOS SENTIDOS) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Só máculas reinarão

caiam a cruz e o zelo

Preciso elevar o caos

à potência do cosmos

 
PERSE VITAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O frade Bruno Palma, o maior e melhor tradutor e crítico de Saint-John Perse no Brasil, o Prêmio Nobel francês alcançado graças à obra poética,

 
TODO POEMA É INACABADO (POR NATUREZA E DEFINIÇÃO) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O inacabamento (a fragmentação

polícroma e recrudescedora) do poema

é vital e decorre de que só se escreve

 
ORAÇÕES DE LOUÇA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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à Igreja nova de Francisco

Monges de seda rezam

nos palácios de louça

 
LÁGRIMAS DE CAFAREU PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Lágrimas de Cafareu descem

caudais que à encosta dirigem

o rosto acolhe

 
INDAGAÇÃO METAFÍSICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Perdi ontem minha adorada sombra

ó pobre sombra (e vital) onde estás
em que mundo, em que obra, em que terra
árida perambulas

 
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