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PoesiAbsoluta
POESIA: MULHER INTERIOR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Creio que a poesia é o melhor meio de você confessar-se a si mesmo perante os outros.

 
EU AFORIZO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Além das circunstâncias e adjacências

além dos subúrbios rebelados

e das sombras comatosas

 
A FORMA DE MENSAGEM PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A questão da comunicação poética (que dizem torna-se mais fácil, por tem ritmo rímico e métrico – nemônico) é algo em que todos (até poetas cultos) tropeçam.

 
MORTO OFÍCIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Pulo e aligeiro a dor

com estames feridos

e lembranças de sangue opacas

 
QUANDO TRIGONOMETRO A VERTIGEM PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ângulos noturnos escavo

do barro dos fragmentos

com esquadros de tempestades

 
DO NOME VITAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sei que meu nome não dura

uma geração de brilhos mortos.

Antes que tempo o dissolva

 
PERCURSO DO VERÃO NO ROSTO E A MORTE DO CORAÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Verão perambula no corpo

sepulturas cercam o coração.

Peregrina lágrima ao olho consola

 
NOVES POEMAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Até quando, ninguém me quer?

Hasta quando me quererão.

Cacho triste e côncava sombra

 
POEMA: VONTADE OU DESTINO DA PALAVRA? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Não me fale da vontade da palavra.

Ela vale tudo o que não seja mesmo nada.

Absoluto, é poema destituído de nervos

 
HECATOMBES MARINHEIRAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Humanidade extraída da dor

que humanitários conspurcam.

Energias telúricas ociosas

 
RESISTA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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“Eu anotava silêncios (passeando pelo acaso).

Noites e sensações cinzentas, fixava (no ocaso).

 
NADA MAIS OU MENOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Tenho por hábito bem arraigado imaginar algo (sem dentes até) bem real que não aconteceu ainda e buscar o equivalente verbal disso.

 
SALVAÇÃO PELA POESIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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a Alberto da Cunha Melo

Brotam gritos da boca

da garganta abrem-se sílabas

 
POEMA FRENTE E VERSO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Do limiar de pássaro projeto

meu vou ao Averno

minha lídima vinda do rosto acordo

 
DA MORTE DO NOME PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Das vagas do incógnito, de inúteis nadas

de cifras vazias e teoremas esquálidos

de álgebras destroçadas do abdome do exato

 
POEMA FAZ-SE COMO A LUZ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Da queda ou da peida

do horizonte se faz o poema

da melancolia da lua também

 
QUASE SONETO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Um cão abunda no mundo só

entre aparas e arestas de lixo

enquanto jorra alto odor de calmo licor

 
RUMOR DE PALAVRA: METÁFORA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A metáfora busca a alteridade do signo.

A decuplicar o significado.

Tem a metáfora intenção de fraudar a palavra.

 
MEDITAÇÕES OCEÂNICAS DE VCA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Meio-dia de água. Tarde de pedra.

A cada declive do mar melhor se afoga.

VCA empresa de desconstrução

 
CONTRANAVEGAÇÃO DE CABO A RABO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A burrice imaginal estanca a poesia.

Sempre perto dos sentidos, longe da poesia.

Não faço pose de incompreendido

 
V OU POEMA 99 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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V. não é poeta, falo de V., o de único-conto que morreu ontem

e de seu oco-cântico, do seu canto estreito via

pela qual lhe lançou o mundo bastas ilusões perdidas

 
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