Murilo Gun

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PoesiAbsoluta
POEMA A ESMO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(por que quiabos

e não alfaces?)

Quanto pó o campanário

 
TEATRO ALQUÍMICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A cena do atanor filosófico, em conjunção explícita com a metafísica do fogo e do uivo, ante toda a glória da água plena, se desenrola no teatro da página química da alma.

 
O ENCONTRO COMIGO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quando digo que realizei votos de solidão não estou sendo retórico ou a fazer blague meramente. Tive um insight – daqueles que Murilo Gun explica, não Freud.

 
FILOSOFOPOEMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O conhecimento do que virá

será o teu martírio, leitora curial curiosa

a hora não mais chegará a ti

 
O QUE É POESIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quando li Elementos da linguagem, de Martinet, em 1985 (conforme datação manuscrita, não a carbono, mas a grafite),

 
IRREVELAÇÕES VITAIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Não tenho revelações (senis, juvenis, afetivas)

nem guardo candeeiros de lembranças

se cultivo o pó ou observo a cinza

 
NOTÍCIA DA MORTE DE SENAQUERIBE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Em incerta manhã da nevoenta Nínive

enquanto adorava Hisroque

Senaqueribe foi morto, cortado, lacerado

 
POEMA NÃO É VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quanto maior a densidade e diversidade da forma e complexidade da substância poética condizentes a uma expressão não raro obscura, de teor esfingético alto, mesmo hieroglífica deveras

 
TUDO FRAGMENTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A ruptura de toda concórdia.

Assembleias noturnas e perfumadas.

A incredulidade patente do racional sereno.

 
DÍSTICOS DE ABELHA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Vazio urra

silêncio empilha o pleno.

Um pêsame e dois prantos

 
CAUDA PERDIDA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quantos anos, já, desde que perdemos a cauda?

Propalar um simulacro é acertar.

Curso de especulação superiora.

 
INSIGHTS POÉTICOS DO DIA 13.10.2015 (DO RETIRO DAS ÁGUIAS) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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As pílulas da noites são avaras

em seu severo olhar a luz esmaga

fetos de aurora e larga

 
O POR VIR VINDO DO POEMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O tempo, que é impiedoso, mesmo cruel, além de irrepetível, irretratável; o tempo literário, como qualquer outro, passa... e no Brasil não se percebe.

 
COMO A POESIA NASCEU PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Na poesia, estabelece-se uma relação (ou compenetração íntima, cálida, complexa) quase sexual, porém inusitada, com os objetos (do mundo e da vida).

 
IMAGO MUNDI E A IMPOSSIBILIDADE DA POESIA ABSOLUTA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O burguês clássico (e o Brasil de hoje tem milhões dessa “espécime”) não gosta de nada conotativo.

 
REVEL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Do ápice deserto sinal de Ihwh voa

revela-se o Ser. Aliança fomenta-se

sob cimento inesquecível da Revelação

 
O FUTURO NÃO É ASSÍRIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Isaías, filho de Amós, orou ao Senhor

prédicas vazaram do seu coração altivo

voaram de sua garganta diatribes duras

 
O SUBLIME E O HORROR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O sublime e o horror são irmãos (em Alberto Lins Caldas). Em comum, têm o assombro.

 
DIAS A NOITES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Dias de granito e orvalho

e de licores nefastos.

Dias sem grandil ou celeuma

 
LÍMPIDO FEROCE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O que há no olhar dos cães? Não vejo.

Niilismo era seu nome oculto

falso tudo brilhando.

 
FORMA DA MORTE DO TEMPO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A morte do tempo ocorrerá quando?

Entre os quatro e doze meses, Maria manuseará

os objetos mais queridos.

 
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