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PoesiAbsoluta
POR QUE NÃO SOU POETA? OU UM GESTO ANTE DA GESTAÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Não sou poeta por quê? Por ser.

Não sou poeta porque não quero o ser

tal o qual não sou poeta por principio.

 
FACEOUTDOORS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

NÃO SOMO MOVIMENTO DE SALÃO

MOVIDO A BOMBOM VERBAL

NEM SIMPLES ENGRENAGEM

 
PÉRIPLO ANIMAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Aquele vale fértil cimitarra de terras lavradas

agricolizadas e úmidas cortando o desalento

do desolado sertão

 
VERTIGEM DO ABSOLUTO (3) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O modo emocional de ver o absoluto

veio do sono aflorando dos olhos vagos

ouro sonâmbulo pendurado da pálpebra

 
CREIO QUE A POESIA SALVA A ALMA DO ROMANCE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Creio no nada que salva.

Ou na salvação do nada.

Ná laia e na parafernália

 
22 DÍSTICOS VITAIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Das aljavas zens saem setas

armadas de lentos lilases.

Das ogivas vãs potes saltam

 
CREIO NO MERCÚRIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A melancolia realmente é de cimento. Não exagero.

Juro-o, pelos vãos exangues do céu. Sigo os ângulos

exilados e, do vértice do nojo à seda do prisma, fico

 
SITUAÇÕES POÉTICA (DIZ ABAFO) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O ato de comprar é universal, metafísico, direto.

O ato de produção é ontológico.

Vende-se antimorte garantido

 
OPINIÕES ABSOLUTAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Velório não precisa ser belo

basta ser triste

(embora a beleza do fúnebre

 
EPISÓDIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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De pão e vinho vivem os anjos

do céu barris ocupam a mesa de Deus

lotam as dispensas mais altas.

 
A MEIO DE DECLARAÇÃO SINCERA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Creio no papiro e no escuro (sou poeta)

fluxo de lágrima movediça do pranto

lírico (e irremediável) não aceito.

 
POESIA ABSOLUTA (DESARGUMENTOS) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Poesia é expressão de imagens objetiva. E não produção de sentidos (íntimos, púbicos, pessoais, públicos, gerais).

 
RESPONDA INTRIGANTE LEITORA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Que véu não ilude

ou fonte nunca seca

que barro amolda

 
ESTRIBILHO BRILHO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Se o brilho do abismo te atraia

leitora implícita e cúmplice

não decepciones esse irmão

 
SE... SÓ OU PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Impenitências soam solidamente

como cubos de sonante mental mau...

penitentes suam.

 
SUBLIME PESADELO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Pesadelos sublimes da palavra

ruptura e menoscabo.

Ruptura dos nexos da gramática

 
POEMA CAPTADO DAS FALHAS DE UM ALFARRÁBIO NOVO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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As sombras deixavam seus esses espalhados

na palha das rimas fugitivas enquanto

o silêncio fluido dos is sem pontos

 
ACONSELHO LEITORAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Por encruzilhadas, não se deixe esganar

leitora tola. Mas, as vergue, desmanche.

Não dê as costas a escombros.

 
GRODEK PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Pelo eco da tarde e baixinho

soam nos juncos flautas do outono

sombras de bosques vermelhos ressoam

 
PELO ORCO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Pelo Orco abisso se esgueiram

sombras e sombras de sombras

as pobres sombras dos homens.

 
ARTE DA FUGA OU DEUS FAZ-SE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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De que sopro, de que FIAT Deus faz-se?

De fragmentos do fogo roubado veio o homem.

Cavalos frios atropelam o inverno.

 
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