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PoesiAbsoluta
LÍMPIDO FEROCE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O que há no olhar dos cães? Não vejo.

Niilismo era seu nome oculto

falso tudo brilhando.

 
CAUDA PERDIDA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quantos anos, já, desde que perdemos a cauda?

Propalar um simulacro é acertar.

Curso de especulação superiora.

 
NOVE POEMAS MENOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Minha irmã, a Morte.

Poesia: a insurreição do verbo.

Poesia parteira do poeta.

 
A MORTE DE CRUZ E SOUZA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Perto do fim, sentido a hora glacial a bafejar-lhe alma, abeirando-lhe ossos, Cruz e Souza canta:

 
MANUEL FLORENTINO CORRÊA DE ARAÚJO, POETA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Dupla homenagem à memória de meu avô e meu pai. Homens inteligentes – e cultos – que marcaram seu tempo e deixaram –

 
G20 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ao lume fálico das cimitarras

ao excremento, alma das metrópoles

aos homens probos, que temem a metáfora:

 
SALTO IMORTAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Álgebra de pedra emusgo

canção de cacto e papoula

alma do homem sem comunhão

 
PORQUE NÃO HOJE? PORQUE SIM AGORA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Indago do íntimo poético ou do duvidoso id

vital ou não ainda por que hoje tanto se

anuncia a morte da palavra, tórridos

 
ORDENS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Poesia em “in” novação.

Insistência: Só a entranha sabe se

vc tem fome

 
SE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Se em minhas mãos estremecer mamilos.

E seios parecerem palpitações de pássaros.

E cópulas, tentáculos.

 
O TEXTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O texto literário tem uma estrutura composta de regras de comunicação (expressão) que produzem níveis de informação não transmissíveis de outro modo.

 
FORMA DA MORTE DO TEMPO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A morte do tempo ocorrerá quando?

Entre os quatro e doze meses, Maria manuseará

os objetos mais queridos.

 
CONTO LÍRICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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As referências e os sentidos (tais e quais) dos poemas absolutos estão não nos textos (poemas), mas nos leitores (também absolutos).

 
EX-POSITIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ao se ler Vital, vê-se a necessidade do uso da palavra não como forma mas substância.

 
DECIBÉIS DE ROSAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(Ou noturno do jasmim)

Voz de mirra ergue-se além dos endoendros e da canela

um violino lambe madressilvas árduas

 
NÃO HÁ PORQUE SER MAIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A duração da ânsia estrangula ervas.

 

Todo interior é puro como cobras.

 

A eternidade é uma mulher infinita

 
PESADELO LÍRICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Pesadelo lírico, trêmulos sonhos adverbiais

demoníacas dionisíacas nada espartanas

visões de verbos delirando na clínica da página

 
SURREALIDADE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A realidade deve ser idolatrada.

A realidade é vital. E aparentemente indelével.

Nunca desconfie da realidade.

 
TEM TRAZIDO PROSTITUTAS PARA ELÊUSIS A USURA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Somente o difícil

estimula a mente

Resisti-lo é vencer

 
A T É PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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às rajadas do vento solar

Arcos de gás.

Líquidas linhas magnéticas

 
SONETO PRIMEIRO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Sibilas se alimentam de hibiscos.

E exalam profecias de acrílico.

Moiras nutrem-se de tâmaras desertas

 
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