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PoesiAbsoluta
GOZE! É UMA ORDEM PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Para Zizek, o superego que imperava na sociedade ocidental que pressionava pela qualidade das pessoas para ser bom cidadão,

 
CRENÇA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Creio nas maçãs furunculosas do éden

nas intempéries do espírito

nas cárceres céleres

 
POEMA A UMA CATEDRAL VIVA ETERNA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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FEITA DA MELHOR PEDRA (DE PEDRO) ENCALIÇADA DE FÉ EM ATO

Quem plantou a primeira pedra desta catedral?

Quem mudou suor em monumento e tornou o mármore imortal?

 
TÓPICOS VITAIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sou adepto pleno, absoluto, destro

servo filosófico, amo aporias dessocráticas

e incertezas platônicas.

 
SER VEJA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Leveduras de ser, vargens, vozes, veludos

vozerio de gafanhoto e navio

primaveras adiadas, lacustres andorinhas

 
POESIA ABERRANTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Vital Corrêa de Araújo

A resultante da filosofia americana do século XX, a vertente pragmatista, que privilegia o senso comum, a vida prática, a ação técnica,

 
NOSTALGIA LÓGICA (ANTIDIÁLOGOS COMIGO MESMO) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Tudo leva à expiação do sangue.

Nada conduz à consolação do sonho.

Penetre na secreta veia do rio

 
NÃO SEMPRE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Não quero sombra nem domo

nem os gânglios dos centuriões romanos

busco íngreme aprumo

 
EM 1983, AS EPIFANIAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Nunca me imaginei poeta, até os 25 anos. Era um técnico, burocrata fazendário (como o fora meu pai – Cláudio Corrêa de Araújo, carreira que empolgou a mim e a meu irmão Pedro Cavalcanti de Albuquerque) e,

 
ONTEM MORRI PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Morri ontem. Ao raiar do (odiado) dia.

A manhã ainda sem pássaro dentro. Vazia.

Sol apenas anunciado por nesgas de luz

 
HORTA INRUINOSA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sempre plantei joio

e... sempre colhi joio

sem medo ou ficta perspectiva

 
TEMPO MARÍTIMO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Corre escuma, nau escoa

em ímpetos e pulsões úmidas

popa golpeada por côncavas ondas

 
O TEMPO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O tempo é uma rua em Paris

cheia de pacíficos ruídos

e tédio cintilando

 
PAPEL LEITOR OU POESIA E SENTIMENTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A página poética (na acepção de algo escrito e irrecitável) exige do leitor certo papel e não outro.

 
POEMA INCOMPLETO DOIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(DA HORA DO ÂNGELUS DE UM ADRO DE 2000)

ao cruel abril da página

Vocábulos de cavalo (e ternura) me chegaram

 
O QUE É POESIA, SEM AFINAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Poesia é a introdução da palavra na causa escuras

o objeto como meio do fim iniciado

do fim apenas começando o intervalo branco

 
VERBO E MUNDO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Grito de pedra, unguento

de aço e musgo: como o gozo.

Pedra, grito, muro, uivo

 
PALAVRA INDIZÍVEL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Pausa de cetáceos

silêncio que se autoproclama flauta

de onde advém pássaros.

 
DIATRIBE (VELHO LIVRO) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Núcleos de hélio quebrando-se

como bancos americanos

as fianças do céu atômico em fúria fiscal.

 
SEDE DO SOL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sol enlouque terra

brilhos, fulgores, cânceres aponta.

Aridez ostenta sal

 
POEMAS SÃO GESTAS DO ESPÍRITO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Poema é palavra

posta em cheque

desova de multissentido

 
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