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PoesiAbsoluta
A MORTE DO AMOR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A ânsia do barro da vida avança

sobre rosto arroga sua substância:

de medo e certeza mescla

 
PORQUE O POEMA É INCREU CRIA SOB PESO INVISÍVEL DA VIDA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

à sublime dissonância da palavra

Forças passionais urdem na página

debacle da alma expõem

 
PASSAM ESPERANÇAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Passam esperanças como baronesas

na roda lenta da enchente

como nomes cravados nas lápides urgentes

 
O QUE ESTÁS LENDO COMO LÊS QUANDO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Um livro chamado de poesia não é um livro (a não ser que não seja de poesia, embora colete poemas).

 
MÚSICA SELVAGEM PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Baías se afogam no próprio estranho nitrato

musgo se engasgam com feldspatos

bombas bebem sais abstratos

 
A ARROGÂNCIA DA ORAÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

E.M. Cioran

Quando se chega ao limite do monólogo, aos confins da solidão, inventa-se — na falta de outro interlocutor — Deus, pretexto supremo de diálogo.

 
POEMA EM TORNO DA CELERADA INFÂNICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

(Primeiro dos onze capítulos)

Turbas urbanas abandono.

Em busca das agrárias nascentes

 
PAPEL DO LEITOR DA POESIA ABSOLUTA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Só a imaginação (do leitor, em ato) permite a compreensão do poema (à revelia ou às expensas do poeta). Entendimento que em nada depende de poeta.

 
A OLHOS LEITORES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O poema absoluto, em termos de significado, em face dos significantes que espalha na página, oferece, aos olhos leitores e à mente de quem os percorra,

 
UM POEMA ESCURO E UMA DECLARAÇÃO LETAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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À luz de féretros calmos apodero-me

de uivos físseis pias volúpias

feridas púrpuras, vaticanos noturnos

 
ANÔNIMO NOME PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A quem pergunte meu nome diga

dele resistem algumas sílabas

silêncio o aroma.

 
BÚSSOLA DO VERBO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Beleza é Verdade. Verdade é Beleza. Poesia é verdade. Goethe e Keats. Quanto mais se adentre na beleza, mais faça sua, mais submirja a vida e a veia na beleza,

 
SALTO QUÂNTICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

DO ACASO DE UM SINTAGMA À NECESSIDADE DO POEMA ABSOLUTO

 
DO QUE VIRÁ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Do coração agreste das estrelas vem cor cósmica

eco cristalino da luz se esgueira

vem a sílaba da última ladainha

 
ID (DAS ES) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Em Alemão, id é “das es” que significa isso ou aquilo.

 
A BEIRA DA LOUCURA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A beira da loucura

é áspera, úmida, portentosa.

Toda loucura é poética.

 
POETA (ABSOLUTO OU NÃO) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Poeta não é uma blasfêmia

nem um cordeiro.

Poeta é imóvel como tigre que dorme.

 
PERDIDAS LUZES DE FUNCHAL - O PARAÍSO PERDIDO VITAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Luzes já amorteciam dos olhos

a monte já iludia a luz

como seu troféu de sombra dura

 
EURYALO DIXIT PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O inteligente filósofo e crítico (que Deus o teve) Euryalo Cannabrava (com quem sonhei degustar cana maneira) é eloquente quando conceitua a poesia.

 
BASHÔ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Súbito estanco esta crônica, que manuscrevo de minha escrivaninha de cedro do Mosteiro

 
O POETA PELEJA COM O ANJO (COMO RILKE) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A peleja com o anjo

se dá no ringue da página

teatro onde as letras

 
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