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PoesiAbsoluta
DIXIT VCA FINALMENTE EM RESUMÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A bordo do abismo sigo

cego e vital destino insido

e à poesia crucial sacrifico.

 
INEXPLICAÇÃO NECESSÁRIA - (parte do introito) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Isso não é um romance, um romance meio que instantâneo e sem causalidade física, psíquica, emocional,

 
DE ONDE VENHO? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Essa filosófica pergunta

tento responder desta página.

Venho de obstruções do instinto

 
LEITOR VITAL (E O MELHOR VERSO) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Sou um leitor cansável de poesia. Comecei aos 7 anos, com os sonetos do meu avô Manuel Florentino Corrêa de Araújo, juiz de direito e viúvo,

 
SITUAÇÕES POÉTICAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O ato de compra é universal, metafísico, direto.

O ato de produção é ontológico.

Vende-se antimorte garantido

 
(A) REALIDADE (É BRASILEIRA) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Até que os ossos nus falem

e escórias é sábia

e a morte rural.

 
ENQUANTO CREPÚSCULO AFIE NOITES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Côncava sombra alimenta

crepúsculo mais fugidio

alicia céu

 
SOBRE VCA OU SOBRE O QUE SOBRE DE SUA SOMBRA NA OBRA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Ele, VCA, continua desintacto demais.

Acordei hoje novamente impotente

Cristalino, incrédulo, desconformado.

 
ADJETIVO E UIVO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Rios inaudíveis, tempestades febris

à iluminação dos enxames e do azul

incêndios de vigília e magnólias

 
ALGARAVIA PRÓSPERA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A algaravia prosperava

ao ventre da palavra elastecia

o dom ignoto, a esfinge se devorara

 
VITAIS IRREFLEXÕES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Não há oriente mais. Tudo é puído

posto, definido, alienado, ótimo.

A língua da poesia nova não cessa

 
TEMPO EM FRAGMENTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

(do manual absoluto de autoajuda poética)

Às ruminações do louváveis do verbo ambíguo

à palavra escatológica do poema. Em sua

 
O SILÊNCIO DO CLAUSTRO É BRANCO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Embora inacabada a brancura dos claustros

extasia o ser e afasta e penúria de si.

Alto ou baixo o sol se atira sobre o vasto

 
ROSTO DA NOITE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Mostra teu rosto, noite derrotada

de ambiguidade percorrida e de sendas sinuosas farta

cheia de rotas ermas e mortas a noite rosna

 
ATRO EPISÓDIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Corte rotundo

da árvore de veia desprende-se

folha cortante de navalha

 
MULTIDÕES SEM PERDÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Multidões consumidas

nas fábricas nos gabinetes

nas porteiras nas borboletas

 
SOMBRA VCA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Graças a sua ofegante pureza

a obra BUROCRACIAL é severa.

Ao longo da rua da vida

 
SEXO ABSOLUTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O sexo é absoluto e tem variáveis quase infinitas... e é vital, pois vimos todos dele.

 
LÂMPADA CEGA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Lâmpadas de cetim e alfombra

cegavam os vieses e amapolas riam.

As reentrâncias do rosto se acumularam

 
Perguntam alguns leitores qual o rumo da poesia, afinal? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A nau do verbo vaga no mar que é morrer e ser novo, na infinita água furiosamente verbal,

 
CÁLCULO DE BORBOLETA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

No cálculo da borboleta Deus ousou.

Sua geometria alada, a leveza do traço

quase aéreo, a cor pudica e voraz

 
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