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PoesiAbsoluta
ANTE A MORTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Na igreja esquerda do verbo

no resto  da página o peso

dos sinos, a náufraga nave

 
NADA TUDO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Tudo o que oblitera o frio

tudo o que desteça ou retorça o frio

tudo o que não principie sem o verso

 
SOBRE POESIA NOVA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Não se trata da busca do sentido perdido (ou abrir a vital arca do significado),

 
VIDA DO VERBO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Vive de fantasias o verbo.

E detesta o óbvio.

O verbo sonha o poema.

 
OSSOS DO SILÊNCIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Côncavos ecos brotam de búzios cristalinos

infinitesimais delírios aliados a náuseas

do espírito com lapsos de loucura se irmanam

 
CADÁVER ADIADO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Perfure fragmentos de brilho

com ótica clava sonâmbula e obtenha

diafragmas noturnos para o coração da lua.

 
TEXTO DE 28.04.2016 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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São três da manhã, desde as uma procuro o sono (até debaixo da cama),

 
DECLARAÇÃO IMORTAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Não desprezo teus prazeres, sou servo

de teus mais senis favores

tu me lambuzas de lascivos suores

 
ROMANCE LÍRICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Tudo dependia de um fio expressivo

de uma catilinária precisa e indolor

ou mero assédio de horror... para

 
LEITURA E POESIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O leitor retém o sentido, dá-lhe roupagem nova, adequada até, orna-o, acerta.

 
GUME VELOZ DA SEIVA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Arrebatados meandros de seivas

zorros insanáveis de lumes alvos

luz ignorada em riste

 
TODO TODA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Toda mordaça de grito

todo pecúlio de silêncio

e a saliência do infinito

 
POEMAS INGENTES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O desejo nunca morre, nem o poema.

Aprenda geometria lírica

com os instintos urbanos de cimento arquitetado.

 
A REGRA DE RIMBAUD PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A mãe de Rimbaud, indagou do jovem poeta, assustada com as incompreensões que ele escrevia: o que você quis dizer, filho, num determinado poema?

 
UTOPIAS ESGOTADAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Amiga, ao dares costas ao mundo, instala-se

a pústula e o verme se achega ao espírito

atraído pelo odor a santidades breves ávidas

 
UM OLHAR DE PALAVRAS SOBRE OS SEVENTIES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Quarenta anos nos separam de um tempo em que os signos dominantes eram os BEATLES,

 
CONSIDERAÇÕES ABSOLUTAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

ao farmacêutico Derrida

Para o poeta, desde Rimbaud, Valéry, Pound, Perse, Octavio Paz, Guillén (Jorge) etc,

 
ELEGIAS DE DUÍNO PURA EXPRESSÃO DA LÍRICA HUMANA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

São 17 elegias, longas, complexas divinas, noturnas. Escritas em duas fases, a primeira nos anos 1909/1910,

 
HAVER E RUMOR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Havia o verão e o morder.

A mudança e o viver.

A trama, a corda, a teoria e a insônia.

 
POEMA E POESIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Há uma certa (ou incerta) confusão entre poema e poesia.

 
MAKE IT NEWS TOO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Um crepúsculo meio imáculo

pendurado numa a tarde cansada

de dentro do poema noturno.

 
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