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PoesiAbsoluta
NOVALEI PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Só podemos ser justos

se não formos humanos.

A solidão tende ao absoluto.

 
NOVA SULAMITA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Erro pelas colinas de Sennir e Hermom

cego do amor que me negas

em cada gramo da luz do sol te vejo

 
VIDA VALE PENA VIVER? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Para navegar no rio das veias

(com ajuda do gajeiro coração)

e pelas artérias de fogo descambar

 
A NOVA POESIA OU FEÉRIES EPISTÊMICAS PERIFÉRICAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Profetas extravagantes percorrem versos

isolam solidões, eremitizam-se

e anistiam culpas

 
CULTO RURAL À VIDA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Cultivo a noite, cultuo a solidão: sou poeta.

A noite me conduz a verso claro.

A nitidez da noite lúcida me leva a mim.

 
REFLEXO DO TEMPO CONDICIONADO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ó velhos espelhos

por que me estampais?

Fruto e inútil

 
DO SENTIDO DESCONHECENDO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Se o pensamento (poema) fosse uma substância consciente

mantida no interior de si mesma (imanente).

Se o sujeito (leitor) fosse uma substância estranha

 
ELEGIAS GRAVATAENSES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(Meditações de cacto)

À ineptude da palavra poética ergo brado

trânsfugo grito côncavo brando

 
ACASO NARCISO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quando Narciso olha

seu olhar, nele, vê-se

a si mesmo e a outro

 
POESIA NÃO É COISA SÉRIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Não poetizamos jamais o mundo ou as pessoas

gestos, ações ou encantos do corpo

poetizam-se palavras

 
APÓS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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aos pós

Depois de inúteis milênios

de rastros, soledades, estações

 
DOBLEU PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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DO 12º andar náufrago do Bleu de France

visito com olhos assombrados

peixes voadores e a meio da onda

 
SONO VITAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Após cinco dias de turbulenta sociologia

sob pálio de álgebras inconsoláveis

e o desenho de um ventre impenitente

 
POESIA SINGULARMENTE PLURAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quando Barthes determina que o texto seja fruto de um práxis significante (e não almeje mero significado), que se isente de obrigações de comunicar coisas a pessoas,

 
INTERMEZZO DANZKA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Olho o copo de vodka e sigo o caminho do lábio

ávido linhas afora inumerável e uno, vital

e sempre desrumo em frente.

 
IDENTIDADE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sou o açafrão e a grua

supuram o húmus e a maleita

o extrato e a costura

 
DA RETORTA DO TEMPO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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a textura do sal a pele da palavra

úmido atravessando a alma

(a travessia do sentido, a barca

 
PERGUNTE A POUND PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Rumor de túnica e cântaro

votivo fogo de lares escuros

serpenteando nas fauces de Deus

 
COLHEITANDO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escombros azuis colho

dos arrecifes escolho o rosto da página

a cor da indumentária marinha das algas

 
AINDA DEPONDO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Vital tem o propósito (irrecusável) corrosivo

deliberado, mesmo apodítico, ou torturante

de obrigar a palavra (no poema) a

 
PÁGINA OCULTA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sou irmão das coisas fugidias

a poesia é familiar do caos

(do âmbito do obsceno e da verdade)

 
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