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PoesiAbsoluta
DESASTRE GRÁFICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A edição princeps de minha obra incompleta

não saiu do prelo, ficou presa, imprensada

na moenda tinta. Prelos se desentenderam

 
SEM TÍTULO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Na cabana de bambu sobre um pântano onde vivo metade do mês, ouço claramente o chilrear das rosas e o alado odor dos pássaros que aromam a ceva.

 
NADA MAIS OU MENOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Tenho por hábito bem arraigado imaginar algo (sem dentes até) bem real que não aconteceu ainda e buscar o equivalente verbal disso.

 
(ESTE POEMA PROPÕE OU SUGERE QUE CADA FORMA CONTENHA UMA ALMA) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Luzes se alvoroçam contra céus escampos

ângulos de vidro e transparentes épuras

submetem o espírito à tortura lúcida.

 
EQUINÓCIO E NANQUIM PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

a Perse

Arde jasmim, foges de mim

porque uivam figueiras

 
ABSTRATO TIGRE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Não há o que dizer ou escutar

Vagam pelo olhar

sombras honestas.

 
À MORTE, MULHER PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Se a morte for bela mulher jovem porque eterna

fêmea negra e poderosa

de ancas escuras e atentas agudas

 
NU (TRÂNSITO) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Nu saí do ventre mãe

nu vim do úmido útero

para o trânsito (engarrafado

 
EI-LA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Mulher alta de cílios loquazes

(com pilão da cintura e delta do seio

ou seios silentes, quem sabe?)

 
ASSIM ISSO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Assim que sol

fere olhos do cedro

manhã se expõe

 
QUAL HORA DA MORTE AMÉM? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A hora da nossa morte sem amém.

Marias desgraçadas

misóginos em vitória e tesos.

 
EGO VITAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Meu ego vital nunca poetou. Ele é um idiota egocêntrico e incompetente de nascença. E analfabeto poético.

 
ESCREVO POR QUÊ? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrevo para quem? Não é para mim, pois detesto ler-me, desprezo o que escrevo, em poesia.

 
DOS OLHOS ABORTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Lastro espúrio, estalão desmoronando

como areia desenraizada

tolo ouro olho da quilha avara

 
SIM PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A claridade do cancro é abrupta.

E solene, talvez.

Em ruas submersas apodo

 
TEMPESTADE URGENTE LUZ ESCOANDO COMO ÁGUA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O inexorável olhar do sol tardio ardia

é que só então a nuvem desistiu

de embotá-lo conscientemente.

 
DIDO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Dido é aurora feita de fumo e dor

é ardência de treva, injustiça de longe

impuro fruto do amor (sem pena).

 
SITUAÇÃO NÃO SARTREANA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Com teus grandes olhos abertos

colhes o sol, extrais luz do avaro

inauguras o pleno (magnésio válido)

 
SILÊNCIO DE LUZ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Silêncio da luz perpétua desperta túmulo

assalta pássaro melancólico ou metálico

sobre lápide (com duas fatais datas)

 
CIOS DO HELENO PARAÍSO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Platão é cioso do princípio turvo.

Se satisfaz bem com sombras ou sobras

da obra pré-socrática

 
ESTRELAS DESCALÇAS DA CALÇADA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Gumes agrários.

Vasilhas de sal dissolvidas.

Limites são impotentes.

 
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