Murilo Gun

Quem está online

Temos 11 visitantes em linha

Enquete

O que você achou do nosso site ?
 

Assista

Parceiros

Admmauro Gomes

Siga-nos

Textos Agrestes



PoesiAbsoluta
POEMA A ESMO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

(Por que quiabos

e não alfaces?)

Quanto pó no campanário

 
VAGO POEMA DE SABOR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Morto

apodreço com cerejas

céu decompondo-se

 
POEMA À ROSA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

a Rosa que morreu sozinha

À Rosa, rosa que jamais murcha

Rosa que ressurge da tênue

 
RÁPIDA ETERNIDADE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Por alguns íntimos

(e pífios) segundos

somos (ou fomos) eternos

 
NÚMERO DO SILÊNCIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O silêncio de Pitágoras é da estirpe do infinito

e se faz ouvir nu e preciso

na geografia dos abeto

 
A TUA INSÔNIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Insônia não tem úmero, sexo, data, forma, tempo

é estéril, indocumentada, insistente, pastosa

criada por ímpetos disfarçados de pesadelos

 
POEMA AO CORPO DA MULHER NEGRA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Tez cinabra ventre azeviche

velo que noite rasga descobrindo

nos campos árduos do teu corpo

 
DA FARMÁCIA DE DELEUZE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O signo significante (de Deleuze) é algo completo. Não é só face da moeda da comunicação.

 
HALOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Os halos, alguns ritos, auras de rosas

e um tipo de auréola roxa

nos olhavam da escada

 
ENTERRO DO TÍTERE RICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Assembleia oblonga de lágrimas

abria-se no aquário

À falta de lenços decentes do velório.

 
MAKTUIB PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

De súbito, subreptícia e abruptamente, vi

um eletrodo de capacete (meio azulado)

e gravata borboleta atravessando apressado

 
POEMAS SENTIDOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Vai, querida margarida

puelame, pupila

ao som do zéfiro entardecente

 
NOTAS VCA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Toda moral é comerciável.

Justiça é necessidade.

 
PASSOS EM CRUZ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Passos  ébrios, cruzados em varas

passos de um peregrino errante

são também errantes

 
FAZÊMO-LA (NOVAS CONFISSÕES) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Minha vida é uma busca

meio que borgeana porém cruciante

busca o único espelho que reflita

 
A MORTE É GEOMÉTRICA (SIMÉTRIA À VIDA) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

a Murilo Mendes, um dos gênios da raça, com CDA.

 
CÓDIGO PARNASIANO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

O código parnasiano (forma de fazer o poema) neorreparnasianado tornou-se velho, dialeticamente superado, mas não mudou, se manteve firme...

 
VOU AO PAÍS DA MARAVILHA SER FELIZ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Todos os machos perderão as virgindades (todas)

defrontarão suas ágeis esfinges

e voltando a dormir com as inocentes mães.

 
TECER, IRRESPIRAR E AMARO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Os policromos músculos dos vitrais

as túnicas pegajosas de anjos rebelados

os estribus da demanda (além dos alicates de usura)

 
SOBRE VCA OU SOBRE O QUE SOBRE DE SUA SOMBRA NA OBRA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Ele, VCA, continua desintacto demais.

Acordei hoje novamente impotente

Cristalino, incrédulo, desconformado.

 
DE SERVENTIA POÉTICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Perfeitamente, sabe-se que poema VCA serve mais para repelir que atrair leitor. Porém, são poemas com vida e sopro de solidão.

 
<< Início < Anterior 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 Seguinte > Final >>

Pág. 25 de 62

INFORMA DIGITAL

Revista Urubu

Singular

Papel Jornal

Jornal O Monitor

Instagran Usina VCA