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PoesiAbsoluta
DESPEDIR-SE É CULTIVAR UM ORVALHO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Lezama Lima

O homem oco de Eliot

e o homem cheio de desejo de José

 
ERA AZUL... PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Era um azul provisório

roubado de algum olhar. Quem sabe, vesgo?

Um pátio frio que (o) rodeariam negros

 
CLARA CALIGRAFIA DO DIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Já é caligrafia o dia e sementa

palavra fruto que plasme a tarde

já ébria a bares solitários recolhida.

 
MÓ DO ESPÍRITO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Homem, microsser perdido sem piedade

num macrocosmo inumano sem direção

entrega a traças, vermes e aedes.

 
OLHOS DE COIVARA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ah, que tu escapes

do insumo e da catraca

e que o instante de tua vitória arraste-se

 
OLHOS DO ABISMO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(luz do poço, sala

de (mal) estar da alma

falso aposento de anjo

 
LUZES DOENTES LUME DO ENTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Vestíbulos cegos, vocábulos loucos.

Caminho pela beira octogonal de água

e a tarde estival afrouxa as arruelas.

 
COMOS SÓ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Como ser cinza, se a cor morreu ontem?

Como ser escuro, se o sol suicidou-se cedo?

Como ser branco, se o sal sumiu de mim?

 
SEQUELAS DE PALAVRAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quantas sílabas têm duas sibilas?

Meus condados são segredos. Não os degrado.

E minha cólera secreta. Como uma mulher.

 
TEMPO MOLE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O tempo dos relógios dos teólogos é mole.

Sobraram da festa místicas dobras de silêncio

partido em quatro eneágonos azuis

 
TODO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Todos os segredos do fogo

todos os 29 de dezembro

todo o irremediável bulindo

 
AO PEZ EM JORRO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Maneira de encarar o pez.

E seu arpejo de treva pura.

A cinza última arderá jamais.

 
DÉBIL SER OU MÓS DA MENTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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À implacável debilidade de ser

vital, talvez.

O moimento da palavra cabe à mor-imaginação.

 
RATOS DE FILOSOFISMOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O que é amor ou aparência?

Ilusione-se... e seja feliz.

A verdade sempre dói. Ou não o é.

 
AVE, CARONTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Caronte, a sombra

dos que se vão conduz

diligente – com apuro mecânico

 
INQUÉRITO LÍRICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Interroga as grades, editais de nervuras de ferro

espalha nos átrios das últimas catedrais

notícias de blasfemas sevícias

 
TEMPO TRÔPEGO (O MEU) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O passado do tempo: curvo, curto, longo, puro?

Tempo é uma convenção mental.

Manipulas meus olhos.

 
BACANTE SONHO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sonhei bacante pura

em leito de papoula nua

do lábio ébrio desprendia-se

 
RASANTE PASSAGEM DO VOO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Todo eco é oco. Todo ouro impuro. Ou tolo.

Nem hímen de aço resiste à dança do falo.

A virilha do geômetra é piedosa como um declive.

 
PÓ VITAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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quem dele escapa?

que homem ou coisa!

A meus livros, quita-os pó vital.

 
LIAME PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Peras do perpendicular templo Ezra contempla

sente mirra e olíbano ares de pássaro cobrindo

visão esparramando-se como uivos na planície

 
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