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PoesiAbsoluta
SALTO IMORTAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Álgebra de pedra emusgo

canção de cacto e papoula

alma do homem sem comunhão

 
PESADELO LÍRICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Pesadelo lírico, trêmulos sonhos adverbiais

demoníacas dionisíacas nada espartanas

visões de verbos delirando na clínica da página

 
SURREALIDADE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A realidade deve ser idolatrada.

A realidade é vital. E aparentemente indelével.

Nunca desconfie da realidade.

 
TEM TRAZIDO PROSTITUTAS PARA ELÊUSIS A USURA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Somente o difícil

estimula a mente

Resisti-lo é vencer

 
A T É PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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às rajadas do vento solar

Arcos de gás.

Líquidas linhas magnéticas

 
SONETO PRIMEIRO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sibilas se alimentam de hibiscos.

E exalam profecias de acrílico.

Moiras nutrem-se de tâmaras desertas

 
À primeira leitora dessa manhã feia de agosto PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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De quando vieram as quimeras?

E os surdos decretos da ilusão donde brotaram

e quem levianamente os promulgou?

 
NOVOS TEMPOS NUS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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I

Os mortos amontoando-se apressados

e incontínuos prejudicam a vista da guerra

 
LENTA ETERNIDADE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Essa lenta e íntima eternidade me exaspera, me deleita trânsito das coisas

passageiras, superficial transitoriedade do supérfluo,

do meramente epidérmico, me

 
DILUIÇÃO E CINZA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Não diluído nem árido, a dor bem o dia, a dor

não me consegue ou comove, a seio escuro

da mãe irei à força sublime do hermético

 
MÍNIMO HUMANO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Entre a manada urbana de autos

e o rebanho de cólera metropolitana

diviso sinal transitório

 
PORQUE NÃO HOJE? PORQUE SIM AGORA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Indago do íntimo poético ou do duvidoso id

vital ou não ainda por que hoje tanto se

anuncia a morte da palavra, tórridos

 
ORDENS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Poesia em “in” novação.

Insistência: Só a entranha sabe se

vc tem fome

 
SE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Se em minhas mãos estremecer mamilos.

E seios parecerem palpitações de pássaros.

E cópulas, tentáculos.

 
O TEXTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O texto literário tem uma estrutura composta de regras de comunicação (expressão) que produzem níveis de informação não transmissíveis de outro modo.

 
ALIENAÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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a St-John Perse

de iniludível expressão

 
O QUE É ANTIPOEMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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É o tempo geometrizando a passagem

é o trânsito do abismo côncavo

o iníquo cone, o cínico início, a quântica vontade

 
ASSIM ISSO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Assim que sol

fere olhos do cedro

manhã se expõe

 
ERA UM QUARTO EM LISBOA AINDA EM NOVEMBRO E CHOVIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Acordei quando o quarto anjo vomitou

em meu rosto esquerdo exalando

biles apocalíptica em meu tétrico leito

 
ELOGIO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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À velha e boa ordem métrica (e eterna, ao

menos na poesia pernambucana etecéteras)

aos fanáticos da rima

 
LAR DE CARALHO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ao chamamento de Vésper ao lar acorrem

ímpios e safarditas, ateus e judeus recentes

moças sem namorados e rapazes

 
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