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PoesiAbsoluta
MÍNIMO HUMANO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Entre a manada urbana de autos

e o rebanho de cólera metropolitana

diviso sinal transitório

 
LAR DE CARALHO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ao chamamento de Vésper ao lar acorrem

ímpios e safarditas, ateus e judeus recentes

moças sem namorados e rapazes

 
QUERER PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Como Anacreonte

quisera ser sandália

para viver a teus pés

 
DIDO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Dido é aurora feita de fumo e dor

é ardência de treva, injustiça de longe

impuro fruto do amor (sem pena)

 
DESEXERCÍCIOS POÉTICOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Se poesia se faz, faz-se com o mínimo de palavras mínimas de sentido máximo, então... viva a filosofia do irracional absoluto,

 
DOIS PUMAS DE POEMAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Dois rebanhos de brilhos turvos

e lobos ávidos

me atravessam

 
SETEMBRO MORREU. PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Suicídio dos meses se repete

com minúcia e destino

seus funerais

 
ACONSELHO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Use os dados do acaso exato

para fazer o poema

(em composição fractal descontínua).

 
A SONÂMBULOS OLHOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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De príncipes noite sonda insônia anual

espreita  escombros azuis da pálpebra que descamba

sobre sono que não vela olho.

 
A ÉBRIOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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a Edgard, à tarde, aos bares

Ébrios amam bares sede

neles imortal derramam

 
VOGÁLIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A.Embriões verbais nus

E.Omoplatas e testículos à mostra.

I.Maremotos em cálice silenciosos. Ou profundos.

 
VERBO AMOR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Soluto fogo em água avulta

dissolvido em chama saúda a cinza

cautério do ser, elemento do sim

 
RITOS E SER DO VERBO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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ASTÚCIA DE TEIA E TATO

Só o além dos limites indica

ou indicia o instante do poema

 
VÉUS CIÚMES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Véus tinham ciúme, linhos inveja.

Morte surpreende o dia

brota do corpo da tarde, invade

 
A TI PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Do silêncio das vértebras sonoras extraias

tutanos do grito ou fêmur do rumor.

Encaçapes em ti o intento de mim.

 
DE MÚSICA DE ABISMO E BRILHO DE PÁSSARO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Arpa de abismos

solitários  ventos dedilham.

A estrelas secretas do coração

 
OLHAR DO DESEJO DE SETEMBRO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Olhos buscam cada matiz (ou veste de luz)

nuance ou sombra do vazio

rumor de aroma insolente aberto no corpo

cada pausa do ser, sua

nudez absoluta (não precária) ou fronteira

(linde, limite, alma, superfície) buscam

desmaios, dores enjeitadas, doces estuprados

buscam abandonos, alegrias desesperadas

açucares desemparados, náufragos noturnos

metropolitanos rosnares dos homens, coisas sem nome

do corpo qualquer alento amarelo

do lábio todo rubor

que escape ao seu redor.

 
SOBRE POESIA E DEUS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Poesia, límpida fonte de desespero

modo de disfarçar a alegria, cobrí-la

de gestos cegos, sumos cavos, uivos servos

 
CANTO ÍTICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(Do ciclo Cambriano)

DE HOLDERLIN

Estrelas caiam-lhe no rosto

do rosto brilhos pulsavam

 
TEM TRAZIDO PROSTITUTAS PARA ELÊUSIS A USURA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Somente o difícil

estimula a mente

Resisti-lo é vencer

 
DECIBÉIS DE ROSAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(Ou noturno do jasmim)

Voz de mirra ergue-se além dos endoendros e da canela

um violino lambe madressilvas árduas

 
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