Murilo Gun

Quem está online

Temos 25 visitantes em linha

Enquete

O que você achou do nosso site ?
 

Assista

Parceiros

Admmauro Gomes

Siga-nos



PoesiAbsoluta
OLHAR DO DESEJO DE SETEMBRO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Olhos buscam cada matiz (ou veste de luz)

nuance ou sombra do vazio

rumor de aroma insolente aberto no corpo

cada pausa do ser, sua

nudez absoluta (não precária) ou fronteira

(linde, limite, alma, superfície) buscam

desmaios, dores enjeitadas, doces estuprados

buscam abandonos, alegrias desesperadas

açucares desemparados, náufragos noturnos

metropolitanos rosnares dos homens, coisas sem nome

do corpo qualquer alento amarelo

do lábio todo rubor

que escape ao seu redor.

 
ACONSELHO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Use os dados do acaso exato

para fazer o poema

(em composição fractal descontínua).

 
A SONÂMBULOS OLHOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

De príncipes noite sonda insônia anual

espreita  escombros azuis da pálpebra que descamba

sobre sono que não vela olho.

 
A ÉBRIOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

a Edgard, à tarde, aos bares

Ébrios amam bares sede

neles imortal derramam

 
VOGÁLIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A.Embriões verbais nus

E.Omoplatas e testículos à mostra.

I.Maremotos em cálice silenciosos. Ou profundos.

 
CINCO POEMAS EM PROSA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Venenosos incensos esparges na pele e olhos da alma

de Lídia, colhes síncopes, hematomas íntimos intentas

e com mosaico de uivos constróis inteiros

 
POR QUÊ ESCREVO POEMAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Faço poemas porque acredito em Deus

sei que Ele é inacessível

como o rosto da minha poesia

 
POIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Pois tudo está escrito (desde Malba Tahan)

ato a ato contabilizado

pecado a pecado, maléfico e maléfico maiêutico

 
OVÁRIO DO VERBO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Ao relento branco da página

poema ovula palavras.

Do pólen da estrela vem

 
É PRECISO CONJUGAR TUDO COM NADA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A Auschwitz, chão

apinhado de mortos ossos.

Do útero do amanhã

 
SALMOS PÁSSAROS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Estábulo e demiurgo, exegese de

pedra, corcel espumando entre cardumes

de rochas ancestrais, expressão e

 
SOBRE POESIA E DEUS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Poesia, límpida fonte de desespero

modo de disfarçar a alegria, cobrí-la

de gestos cegos, sumos cavos, uivos servos

 
CANTO ÍTICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

(Do ciclo Cambriano)

DE HOLDERLIN

Estrelas caiam-lhe no rosto

do rosto brilhos pulsavam

 
TEM TRAZIDO PROSTITUTAS PARA ELÊUSIS A USURA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Somente o difícil

estimula a mente

Resisti-lo é vencer

 
DECIBÉIS DE ROSAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

(Ou noturno do jasmim)

Voz de mirra ergue-se além dos endoendros e da canela

um violino lambe madressilvas árduas

 
IR AO VOO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Até ao longe azul voo.

À umbilical altura vou. Sem que

nenhuma claridade me capture o espírito curvo.

 
AVISO: PARAÍSO FECHADO (NÃO PARA REFORMAS) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Saibas, leitora ínvia, que Deus (hábil sábio) fechou o paraíso

 
POEMA AMANHÃ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Em torno do átimo redondo nos reunimos

o sítio das conversas em cestas e redes reunido

do convés das gavetas gravatas ancoradas

 
ELA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

Eu e tu vamos juntos à cena original

buscar o verbo do êxtase, tocar o primevo

penetrar o íntimo do universo

 
O RIO LENTO E VORAZ DO TEMPO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

A água ou não horária (o rio ou não cavalo)

solta-la para que não assole a aura

(de lento) a sala intemporal da alma

 
A SOLILOQUIAR VOU PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   

(Confissões do poeta)

A soliloquiar voo, pássaro sutil

de canto inclinado ao levante

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Seguinte > Final >>

Pág. 4 de 35

INFORMA DIGITAL

Revista Urubu

Singular

Papel Jornal

Jornal O Monitor

Textos Agrestes