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PoesiAbsoluta
A POESIA MODERNA COMO REFLEXO DO ID PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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É isenta de forma (fixa), é metamorfose ou disforme, tem a forma por vir, é protêutica (como Proteu, adquire forma que lhe sirva).

 
OLHOMÉRICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Nada escapa do certeiro olhar de Homero

nem o bruto javali de Erimanto

(com seus dentes hercúleos desiguais)

 
CIÊNCIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Descubro rumores de cadáver

a meu lado e primícias

de escombros em outubro.

 
SOBRE POESIA E DEUS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Poesia, límpida fonte de desespero

modo de disfarçar a alegria, cobrí-la

de gestos cegos, sumos cavos, uivos servos

 
VERDADES (QUASE VERDADEIRAS) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Uma andorinha não faz inverno

verão.

Já duas andorinhas trazem

 
NÃO-EU PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Chego a ser belamente acrimonioso

e ferino sorrateiro

quando a beleza difícil é subjugada

 
OS DOIS SILÊNCIOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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No silo de silêncio

da cela com cilício

do bento mosteiro

 
VOLTA DRÁSTICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Drástica reviravolta no modo de fazer e entender, compor e recepcionar (do ângulo do leitor) o poema ocorreu dos últimos cinco anos até agora (julho/2017).

 
REVELAÇÃO (RASCUNHO DO FUTURO) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Só existe o sexto sentido. Além do sétimo, o sentido do poema absoluto.

Os famosos ordinários cincos sentidos servem a um fim falso redutível.

 
DO LIVRO SEXOVITAL, DE 2001 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Meu 11º poema erótico real refragmentado em
2015 (já eréctil e linguisticamente disfuncional)

ELOGIO DO SEIO ELEGÍAC

 

 
CONFISSÕES A NOITE (“SUB ROSA”) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A noite de feldspato e anêmona confesso
a noite mineral e marinha 
de vastos unguento e ruidosa memória confesso

 

 
POETA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Incuto ímpeto

sou linguagem.

Epistemologo

 
POR QUÊ ESCREVO POEMAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Faço poemas porque acredito em Deus

sei que Ele é inacessível

como o rosto da minha poesia

 
A SONÂMBULOS OLHOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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De príncipes noite sonda insônia anual

espreita  escombros azuis da pálpebra que descamba

sobre sono que não vela o olho.

 
CRÔNICA NOTURNA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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As bordas do precipício eram escuras

poucas vezes a beira era roxa. Um tanto afiadas.

Mas discretas. Não porque abauladas

 
LIBELO AZUL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Da relação direta entre a gastronomia

e o movimento intestinal

entre o sabor e o espasmo

(a ambrosia e o tônus amébico)

 
CAMINHO DO POEMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Então a ver – na Usina VCA do Facebook - 7 sacos de poemas acabados (destrutos de palavras)... e em cima repousando, amadurando, em suspensão,

 
CIORAN E DEUS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Cioran em A arrogância da oração é lírico, preciso excelso.

Verbera, apostrofa, lança sua prédica ímpia, porém justa sobre o bando de dizimadores do puro Deus que resta em nossa consciência,

 
O SIGNO SIGNIFICANTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O signo significante (de Deleuze) é algo completo. Não é só face da moeda da comunicação. É um todo, um como fragmento íntegro.

 
RIBATEJO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Se olhares em frente, pr’alem,
Asinha
A vista perdes 
No vale de Santarém

 

 
O QUE É POESIA, SEM AFINAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Poesia é a introdução da palavra na causa escuras

o objeto como meio do fim iniciado

do fim apenas começando o intervalo branco

 
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