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DUAS PASSAGENS DO ÉDEN POÉTICO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Poemas em que esgrimam ambíguos leitores

prélios insensatos de alfanges ermos

nus de que poetas constroem catástrofes

 
DEDICATÓRIA PRIMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ao acaso dos cães

à final partilha dos ossos

(aéreos ou não)

 
VIDA BREVE COMO A LOUSA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Tão breve o corpo (a alma calma)

tão leve e frágil que ao último sopro não suporta

desaba... desaparece

 
À FONTE DA MORTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O olho da treva vê tudo.

só escapará desse olhar engaroado

aquele que sinta ternura a mais profunda

 
DEDICATÓRIA SETE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A Schopenhauer, o ídolo dos diletantes vespertinos

e ao dolo

às incisões e pinças epistemológicas

 
BARRO ETERNO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Jaz em débil imobilidade jarro

milenares mãos do tempo corroeram de ternura

áspera e de intemporalidade  amoldaram.

 
POR VER PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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...Até que se amaram entre parênteses

(o hífen com a aspa) numa fricção virtual bem prendrível.

O por ou vir do verbo é vital.

 
VÉUS CIÚMES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Véus tinham ciúmes, linhos inveja.

Morte surpreende o dia

brota do corpo da tarde, invade

 
A POÉTICA HUMANIZA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(desde Homero ou da Bíblia)

A poética é em si um ato participante (e criador) da linguagem.

 
POEMA A ESMO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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(por que quiabos

e não alfaces?)

Quanto pó no campanário

 
AVENTURA DE ESPÍRITO - VCA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sírius, o cão de Órion

acena do casulo das estrelas

para o bosque noturno

 
SINOPSE DO ROMANCE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Este poema começa na página quatro.

As três primeiras (e a zero) perdi-as

quando transcrevia do borrador da alma escura

 
A UM AMIGO MAU PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Entre música e silêncio náusea

pausa nua e búzio

mar arremeda

 
À MORTE DOS PARALELEPÍPEDOS E OUTROS OBJETOS METAFÍSICOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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À luz rápida das hélices

diviso a palavra pousando no poema

e ouço nítido como o inferno cônico

 
SOB A TENDA DOS SÁBADOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sob a tenda súbita dos sábados

afugentar o unguento das mágoas

refugiar-se dos regatos do gozo

 
ESTRELAS DESCALSAS DA CALÇADA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Gumes agrários.

Vasilhas de sal dissolvidas.

Limites são impotentes.

 
PELAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Poeta é pastor da palavra.

Ser ou eu, tu ou outro: palavras.

Escutar não é sentir.

 
ERMO RUMO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Colunas de basiliscos

(filas de centopeias, razias de lacraus

luz de aço arregimentada em covas de veneno)

 
AO PESO DO CÁLICE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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À escura morada, ímpia casa, lar extremo

dos pobres pecadores não entram

preces para desesperados

 
A PESADELAR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O peso de uma pluma de chumbo

o da pena de níquel da mão escritora

o peso penso da Torre de Pisa

 
DESPOJOS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Dias são espessos insanos tempos

noites tênues onde desvairadas luas vagam

sem leme ou data

 
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