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PoesiAbsoluta
TÁBUA DE DEDICAÇÕES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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ao abismo apenas ponto negro de uma geometria absoluta

ao silêncio dos espaço inertes ofereço meu urro imerso no cosmo vivo

à “por que algo existe e não nada?”

 

 
QUOD PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Que Gôngora ébrio de beleza ostente
ou lançe de sua pena egrégia
tão lautos sintagmas

 

 
À MÃE NOITE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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À mãe noite, indevassável e inteira 
como um punho, uma rocha, como o céu
a que concede vidência e delírio
místico fogo aos olhos, visões à alma

 

 
COMO SOU S O U PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sou um poeta inentendível (em absoluto e tal).
O único poeta único com essa qualidade ímpar.
E as exceções, de regra.

 

 
NÃO HÁ PORQUE SER MAIS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A duração da ânsia estrangula ervas.

Todo interior é puro como cobras.

A eternidade é uma mulher infinita

 
GALOPE DE LUME PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Heras da tarde de Sartre árido

musgo de Balzar gordo

mares de Hugo. miserável.

 
E C C E PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Eis deposto o último sopro 
no cofre forte da morte

Eis os eneágonos da agonia 
desenhados no rosto dos homens

 
AOS AMIGOS PRÓXIMOS E DISTANTES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Paulo de Carvalho e Antônio Martins

O vinho da tâmara chama-se lagmy a Gide
e foi uma taça de lagmy que um pastor cabila

 

 
ARDE, SARÇA, SALVE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Incêndio ergue-se mãos em prece
da sarça, corre cavalo impoluto
pelas veias do mundo, avassala-se
mosaico de chamas invade ímpios âmbitos

 

 
DISCURSO CIVIL À POESIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A loucura é uma haste que gargalha
ambulância escura de macas mofadas
nuvem descalça e sem data ou norte

 

 
PARÊMIAS DA OBRA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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a Cyane Pacheco
e a sua obra

I

A turba filosófica percorre

 

 
DIÁRIO ORNITOLÓGICO DE VCA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Apenas, como fenômeno estético
a existência e o mundo se justificam.
Nietzsche

 

 
EIA O ROSTO DA MORTE DE ROSTOS E MORTE (E DO POETA) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Do poeta empoleirado na palavra 
do varal farto do verbo vendo 
o trânsito eterno do mundo (vasto e vago)
assistindo à peripécia do tempo

 
TALVEZ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O que vai apagando a água vai escrevendo o fogo
Talvez simetria se corrompa
e exatos azuis se esfumacem

 

 
AOS MÚSCULOS DO ESPELHO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A pormenores anônimos

e eflorescências virais

a abóbadas ingentes e estrelas rurais

 
QUE VCA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Que veio não cesse 
para que siga
adiante a messe
e nunca se extinga

 

 
A É B R I O S PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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a Edgard, à tarde, aos bares

Ébrios amam os bares e neles
sede imortal derramam

 

 
CHAMA MULHER PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Chame a mulher
invoque a musa e os ossos do canto, clame
por seu nome e seu sexo vivo

 

 
HISTÓRIA DA MORTE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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1
A morte é eterna
como Deus é sem fim.

Entre eternidade negra
e branco infinito.

 
AOS AMIGOS DO FACEBOOK PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Aos dedos da dor. Ao lince dos olhos.
À águia da alma.

Ao amor (humano) dos motéis
onde hiberna o domingo.

 
AS VEIAS NOTURNAS DO DESEJO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Aromas da alma se dessedentam
nos sulcos que suor cria na pele
amparam-se no rictus da saliva
ou nas corredeiras livres do sêmen.

 
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