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PoesiAbsoluta
FIDUCIÁRIAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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destino é carnívoro

É dos postigos fechados, das cornijas sem ventre

dos tímpanos dopados e do ubre dos abismos

 
POMAR DO APOCALIPSE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Tratos primários, rios intestinos

atmosfera em fúria, decibéis úmidos

elementos revoltos, céus desatados

 
NOTURNA MÚSICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O lume mensageiro

luz dilúcida, oblonga seiva

olhar de lua, breve redondo

 
SITUAÇÕES NUAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Teu mármore imaturo

tornou-se areia branca, Lorca

Valham-me nesgas, frinchas, grotas, gruas

 
EXORTAÇÃO A MÚSSIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Abandone, amiga, cara Mússia tão in-

trigada consigo mesma, abandone, dura

leitora, seguidora inaplicável, os escrú-

 
A NAZIM HIKMET PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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ao filósofo Marcondes Torres Calazans

a quem ofereço a metade vermelha do meu coração

Apesar dos tapumes

 
SEBASTIEN JOACHIM ALTO LITERATOR PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Fiquei extático, catártico, eleático, vital, com sua performance, abismático schollar.

 
COR DA COVARDIA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A cor da covardia é política et poluta.

Águas tenebrosas que a secretam são velozes.

E a abissais profundezas de intensos vermelhos

 
LAVOR DE JOELHEIRO VERBAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A poesia exige frases lapidadares (lavor de de joalheiro verbal ou economia de lápide). O verso não deve faltar ou sobrar.

 
ESTRANHO OLHAR ESTRANHO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Olhar de estanho

entranhado de espelhos

cegos como noite vândala

 
POEMA DE AMOR VITAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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A ilusão tem garras (e dura como o podre)

seus dentes são fundos (afiados como a náusea)

quimera astuta e faminta me espera

 
POR OUTRAS RAZÕES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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“As sequências linguísticas são rebeldes”.

 
ÓS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Ó tênue lingerie de Messalina!

Empodera-te-me.

Nenhum homem é nu.

 
SOMA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Da fratura da linguagem

de sua cisão e nudez

do sulco que a escava na página

 
VERBAL MOEDA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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ao professor e rei Dom José Rodrigues

Moeda de rumor dorso

do livro habita.

 
CINCO TERCETOS DE PALMARES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Caminho pela tarde imaginária

descendo de hunos e coivaras.

Das horas perdidas vestígios fumegam

 
EPIGRAMAS COM FIGURAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Vi Anaxímenes ébrio

do hálito da natureza afirmando

que ser é éter

 
DO NOME: DE NOMINAÇÃO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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O nome nunca é das coisas.

O nome é o nome. Do nome.

Nem as coisas é... o nome.

 
CRÔNICA LÍRICA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quando escrevo sinto delírios de abelhas.

Estou numa praça rasa de Recife. Vejo cães.

Alinhados perambulando (a coleira em riste

 
VEIO DO SAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Garimpo o sal, a carne

no veio da terra, o barro

ébrio e a plástica do sopro

 
MINIMANIFESTO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Se o mundo cobra sentido

da Poesia Absoluta é que exige

do mesmo modo a alienação produtiva

 
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