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SÓ AS PAREDES CONFESSO PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Terça, 29 Janeiro 2019 13:54

Pertenço a algumas academias de letras (pois são quase infinitas), embora me seja impróprio frequentá-las em face de viver em modo solitário.

A não ser que um dia rompa os votos de solidão que fiz ou que se crie a Academia  Facebook, de um conjunto ou alianças de páginas literárias, interadas através dos posts. Lembro o fato, porque o professor Sébastien Joachim – por 30 anos catedrático titular de Teoria da Literatura na Federal (UFPE) e o homem mais inteligente que conheci (só mulheres também conhecidas foram mais) – quando da posse de VCA na Academia Recifense de Letras (em 2015), foi conferencista (algo que inovei: convidar alguém para falar em meu lugar, o que é bem imodesto).

 

Ele é um brilhante conferencista (aula-espetáculo) e o tema foi o absoluto em poesia – e seus efeitos: sideração, estupor, confusão mental, purgação (catarse) e transbordamento. Nunca esqueci aquilo.

Como exemplo: ele citou o poema Só às paredes confesso – que virou título de livro ganhador de vários prêmio, inclusive da Academia Pernambucana.

Este poema – que quase todos os poetas da UBE rejeitaram – menos Lúcio Ferreira (poeta absoluto), Joachim denominou-o de megapoema – e foi por causa dele – publicado em uma antologia – que conheci o sublime canadense-pernambucano Sébastien Joachim. Que escreveu o livro O destino poético de Vital Corrêa de Araújo, publicado pelo Instituto Maximiano Campos.

O poema é realmente estranho – e foi escrito num fluxo de inconsciência que durou três dias, em 2003. Eis o poema. O livro de mesmo nome chegou a uma 2ª edição. (BAGAÇO)

 

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